Orientações para pacientes em pós-operatório de ligamento cruzado anterior

http://www.proximus.com.br/news/sites/default/files/imagepicker/5/treinamento1_agosto_2010.jpg

O pós-operatório de ligamento cruzado anterior requer algumas prioridades como: alívio da dor, proteção da articulação e ganho de movimento do joelho. Com a finalidade de obter resultado mais rápidos, listamos algumas atividades que o paciente poderá realizar:

  • Aplicação de Gelo: o paciente deve realizar a aplicação de gelo, se possível 3x ao dia. Em caso de inchaço constante (edema), a aplicação deve ser feita de 4 em 4 horas até a resolução do mesmo. Esta aplicação deve ser realizada com o paciente de preferência deitado, com o joelho acima do nível do coração para ajudar a diminuir o inchaço. A duração da aplicação deve ser de 20 min. e não deve exceder esse tempo.
  • Massagem Cicatricial: consiste em uma massagem (com um pouco de óleo ou creme) com movimentos circulares realizada com o indicador e o dedo médio de cada mão, realizando com uma mão um círculo no sentido horário e com a outra no sentido anti-horário. Ela evita que a cicatriz fique aderida. É comum ao realizar o movimento, o paciente sinta dor no local ou próximo ao local do corte da cirurgia.
  • Uso de Muletas: A muleta deve ser usada nas primeiras 2 a 3 semanas e sua retirada deve ser  avaliada pelos profissionais da área da saúde de acordo com a dificuldade para andar e realização das atividades cotidianas. A muleta deve ser usada no lado contrário ao lado lesado. O uso correto é muito importante nessa fase inicial de recuperação, pois evita esforços nos tecidos que ainda estão se recuperando do processo cirúrgico.
  • Ganho de Movimento (amplitude): pode ser realizado com o paciente sentado em uma cadeira, com o pé da perna operada em cima da bola, realizando o movimento de deslizamento para frente e para trás fazendo com que o joelho dobre (flexão) e estique (extensão). Este exercício é denominado pela fisioterapia de mobilização ativa, pois a própria pessoa realiza o movimento.
  • Exercícios Isométricos para Quadríceps: Estes exercícios são realizados para aumentar a qualidade da contração muscular. O quadríceps porque é a musculatura frontal da coxa.

Exercício 1: Paciente deitado de barriga para cima com uma perna esticada e a outra dobrada. O paciente vai elevar a perna esticada numa altura que não ultrapasse o joelho dobrado e vai segurar contando até dez (10 segundos) e relaxar a perna.
Repetir 4 séries de 10 repetições cada com intervalo de 20 seg. entre cada repetição e intervalo de 1 min. entre cada série.

Exercício 2: Paciente sentado em uma cadeira vai esticar o joelho  até onde conseguir sem dor e vai segurar contando até dez (10 segundos) ou o tempo que conseguir inferior a 10 segundos.
Repetir 4 séries de 10 repetições cada com intervalo de 20 seg. entre cada repetição e intervalo de 1 min. entre cada série.

É importante lembrar que estes exercícios devem ser realizados intercalado com sessões de fisioterapia.

 Fonte:http://fisioterapiamazonas.blogspot.com.br/2009/05/pos-operatorio-de-ligamento-cruzado.html

 

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Depressão e dor Crônica

A dor crônica é um sintoma que acomete boa parte da população mundial. Frequentemente a depressão acompanha a dor crônica. As estatísticas mostram que 85% dos pacientes que sofrem  de dor crônica sofrem de alguma forma de depressão.

Alguns sintomas da depressão são: distúrbio do sono que é dormir demais ou muito pouco, distúrbios do apetite, perda do interesse em atividades antes prazerosas, medo de morrer, a perda de motivação, e uma série de outros sintomas que tornam muito difícil o tratamento e recuperação da dor crônica. Na verdade, há muitas indicações que a dor crônica e a depressão tem os mesmos sintomas e eles se alimentam mutuamente.

Felizmente, existem muito tipos de  tratamentos disponíveis  para depressão que esta relacionado com a dor crônica.  A terapia com antidepresssivos podem ser muito eficazes para o tratamento no tratamento da dor crônica com depressão porque os antidepressivos não só podem ajudar a aliviar os sintomas de depressão, mas porque as mesmas vias bioquímicas estão envolvidas na depressão e na dor crônica, e a medicação antidepressiva pode ter um efeito secundário fornecendo algum alívio da dor.  Além disso, a terapia cognitivo comportamental pode ser eficaz no tratamento de depressão que esta relacionada com a dor crônica. Esses tipos de terapias envolvidas ajudam o paciente a abservar seus arrredores para que eles encontram as coisas que são agradáveis ao seu redor, mesmo que estão com dor. Isso lhe permitem serem otimistas e não se concentrarem apenas na dor em suas vidas, mas sim o bem neles.

Muitas vezes a terapia antidepressiva e do tratamento cognitivo comportamental  são combinados com exercícios de fisioterapia e reabilitação para dor crônica.O programa de tratamento da Clínica Sphera para dor e depressão vem mostrando bons resultados.

Se você esta sofrendo de depressão relacionada a dor crônica, não se desespere, há muitos tratamentos disponíveis que vão desde terapias antidepressivas, psicoterapia e da reabilitação para dor crônica que podem ajuda-los a superar a depressão e dor crônica e ajudá-los a voltar a viver a vida.

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Fonte: http://www.spine-health.com/video/depression-and-chronic-pain-video-treatment-symptoms-and-causes

Um pouco sobre gagueira

Dia 22 de outubro é o Dia Internacional de Atenção à Gagueira. Desde 2005,gagueira

é exibida uma campanha de alcance nacional sobre gagueira. Buscando reforçar que gagueira não é motivo de piada e que existe tratamento, orienta

aqueles que sofrem do problema a buscarem um fonoaudiólogo. O vídeo pode ser visto aqui: http://www.gagueira.org.br/conteudo.asp?id_conteudo=264

A gagueira deixa muitas pessoas numa relação de sofrimento com a própria fala. É por isso que, para discutir um pouco mais sobre esse tema aqui no site, sugiro a leitura do seguinte texto da Psicanalista Roberta Ecleide de Oliveira Gomes Kelly: “Fluir ou Disfluir: eis a questão! Uma discussão sobre a gagueira e a psicanálise”. Para ler, acesse http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032002000400021&script=sci_arttext

É importante destacar que, na clínica psicanalítica, o terapeuta não terá como foco de seu trabalho um sintoma (no caso, o sintoma,o “gaguejar”). Esse é o diferencial entre as clínicas psicanalítica e fonoaudiológica quando se fala em gagueira: o fonoaudiólogo tem uma responsabilidade com a fala de um paciente e, portanto, com um sintoma na fala dele. No entanto, abrir um diálogo com a Psicanálise torna possível vislumbrar outros aspectos relacionados à gagueira, para além de discussões sobre etiologia, sintomatologia, avaliação e tratamento. Após fazer um breve histórico sobre a gagueira e seus tratamentos, a autora falará como a psicanálise contribuiu e vem contribuindo para entender esse “distúrbio de fluência”. É possível que o texto seja difícil de ler para quem não é familiar com a psicanálise, mas gostaria de destacar alguns aspectos interessantes.

O primeiro deles relaciona-se com o compromisso de seu trabalho: a autora não foca na etiologia da gagueira – como se houvesse uma causa única -, na avaliação ou terapêutica desse distúrbio de fluência. O seu trabalho assume um compromisso com o “sujeito gago”. Ademais, deixa claro que não há uma terapêutica específica para a lidar com a gagueira. Recomendações a pais de crianças gagas, com orientações e sugestões para melhorar a comunicação não são a chave para a cura. E não há chave. Mas há a possibilidade de escuta. Escuta do sujeito gago ou dos pais de uma criança gaga.

Acredito que essas são as maiores contribuições do texto para pensar na clínica fonoaudiológica: não basta atuar de maneira a buscar uma retirada de sintoma, eliminar a gagueira. Mais do que um sintoma, há um sujeito em sofrimento, busca de escuta.

Imagem: http://gaguezfluencia.blogspot.com.br/p/consequencias.html

Por: Ana Carolina Prisco

A fonoaudióloga da  Clínica Sphera esta a disposição para atendê-los e esclarecer qualquer dúvida

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Pilates Emagrece? Artigo 1

homens-pilates-300x200Em busca do corpo perfeito e da melhor atividade física a ser realizada, é muito comum as pessoas procurarem o método de Pilates para emagrecimento.  Para responder a pergunta de clientes e dos vários telefones recebidos na clínica, fui em busca da literatura científica para responde-los com mais propriedades.

A Escola de Educação física e Esportes do Konya na Turquia (School of Physical Education and Sport, Selcuk University of Konya, Konya, Turke), analisaram os efeitos de 8 semanas de exercícios com  mat pilates e pilates com bola na massa corporal, circunferência abdominal e a relação cintura- quadril em 58  homens obesos e sedentários. Foram divididos em dois grupo, no grupo que realizaram a aula de pilates e o grupo controle que não realizaram a aula de Pilates.  A aula foi realizada 1 hora por dia, 1 vez por semana durante 8 semanas. Após o treinamento os homens obesos foram reavaliados e o método de pilates se mostrou eficiente no peso, no índice de massa corporal, na massa magra, na relação cintura quadril, bíceps, tríceps, na gordural corporal, na taxa metabólica basal e na flexibilidade. O grupo controle não mostrou diferença nos parâmetros avaliados. O método de pilates com os exercícios do mat pilates e do pilates com bola, se mostrou eficiente na redução da obesidade, na composição corporal e na flexibilidade em homens obesos e sedentários.

Referência bibliográfica: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22397236

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Pilates na Esclerose Múltipla

Esclerose2Muito se fala sobre os benefícios do método de Pilates em pessoas saudáveis. O artigo que irei mencionar é a sobre os efeitos do Pilates no equilíbrio, na mobilidade e força muscular em pacientes com esclerose múltipla.  Eles avaliaram os efeitos no método Pilates em 26 pacientes com esclerose múltipla divididos em 2 grupos, o grupo que realizaram os exercícios de pilates por 8 semanas e o grupo controle que não realizaram os exercícios. Ao final do estudo eles observaram melhora do equilíbrio, da força muscular  e da mobilidade nos pacientes com esclerose múltipla e não observaram diferenças no grupo controle. Devido à sua estrutura, que é composta de exercícios de fortalecimento e equilíbrio, treinamento com o método de  Pilates podem desenvolver o equilíbrio, mobilidade e força muscular de pacientes com esclerose múltipla. Por esta razão, pensamos que,  os exercícios do Pilates que são apropriadas para o nível de incapacidade do paciente podem ser sugeridas.

Referência: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23949064

 

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Terapia Ocupacional e a Integração Sensorial.

Integração Sensorial

Surgiu na década de 70 nos Estados Unidos, desenvolvida pela Terapeuta Ocupacional A. Jean Ayres, é baseada em conhecimentos de neuropsicologia, neurologia, neurodesenvolvimento e fisiologia. A abordagem tem como objetivo promover a integração das sensações, principalmente dos sistemas tátil, vestibular e proprioceptivo, através de brincadeiras e atividades lúdicas com a participação ativa da criança, aumentando assim a habilidade de processamento das informações e respostas apropriadas aos estímulos. Quando a criança não processa corretamente essas informações ela pode desenvolver o Transtorno de Processamento Sensorial.  A terapia ocorre em um ambiente aconchegante, organizado, motivador, alegre, rico em materiais e equipamentos (suspensos e de solo), que promove oferta sensorial adequada às possibilidades e necessidades da criança. A organização sensorial propicia o desenvolvimento do esquema corporal, maturação dos reflexos, segurança postural, consciência dos dois lados do corpo e planejamento motor, resultando em um comportamento organizado através do aprendizado social, emocional e do organizado através do aprendizado social, emocional e do desempenho escolar.


setting terapêutico de integração sensorial.

Transtornos de Processamento sensorial

Transtorno de Modulação Sensorial

Refere-se ao ajuste da percepção da intensidade, da frequência e duração do estímulo recebido. A criança responde que responde de modo inadequado ao estímulo, pode, apresentar:  1) Hiper Responsivas: Respostas aversivas ao estímulo, ter medo de balanços, elevadores ou escadas, evitar brincadeiras de pular, não gostar de abraços ou toques repentinos, se incomodar com a etiqueta da blusa, evitar comer determinados tipos de alimento ou se incomodar facilmente com barulhos.  2) Hipo Responsivas ao estímulo: derrubar e esbarrar frequentemente nas coisas, não se incomodar com rosto ou mãos sujos, procurar constantemente brinquedos de rodar ou brinquedos altos, tocar muito (e com força) em objetos ou pessoas.  3)Respostas que variam. Neste caso, em alguns momentos a criança apresenta respostas aversivas e, em outros, respostas baixas ou até adequadas ao estímulo.

Transtorno Sensorial de Base Motora

Habilidades motoras estão prejudicadas, a saída motora é desorganizada. Isso ocorre quando o processamento de informações é realizado de maneira incorreta, afetando o controle posturais, gerando dificuldades de coordenação, planejamento motor, execução de movimento e dispraxias.

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Transtorno de Discriminação Sensorial

Discriminação é a habilidade para interpretar as características temporais e espaciais dos diferentes estímulos sensoriais.  O Transtorno de Discriminação Sensorial ou processamento incorreto de informação sensorial principalmente dos estímulos visuais ou auditivos podem ser vistos como desatenção, desorganização e mau desempenho escolar. As falhas de discriminação sensorial são identificadas por meio de testes específicos,como o SIPT, e não são examinados de forma isolada, porque geralmente, contribuem para outros problemas, como os transtornos motores de base sensorial.

Indicação para Tratamento:

• Atrasos do desenvolvimento neuropsicomotor; • TDAH; • Autismo; • Quadros neurológicos; • Deficiência física e intelectual; • Síndromes ; • Distúrbios de comportamento; • Paralisia Cerebral.