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Tratamento da Asma

Tratando a sua Asma

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Embora não exista cura para asma, existem algumas medicações excelentes disponíveis para ajudar no controle da asma, assim não interfere na suas atividades.

É importante que você tome a medicação própria para asma, e que seu medico tenha explicado como você usa os inaladores apropriadamente e também as doses adequadas para seu beneficio.

Controle da Asma

Asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas não tem cura, mas tem controle. Quando pensamos em Asma ou em pessoas com asma logo nos vêm em mente as “bombinhas”, hoje estes disponíveis em nebulizadores, erossol dosimetrado spray ou “bombinhas” ou inaladores de pó seco e por diferentes dispositivos. Geralmente a medicação para controle da asma são os corticóides e os broncodilatadores.

A medicação de controle deve ser utilizada para controle da inflamação deixando as vias aéreas mais menos sensíveis reduzindo o risco de um ataque severo. O efeito de proteção é dado por um período de tempo, assim se necessários utilizados todos os dias (geralmente pela manha e tardes) mesmo quando se sentindo bem. A medicação de controle não alivia os sintomas logo após a sua administração, mas com o controle da inflamação (reduz a inflamação para reduzir sintomas).

Existem vários tipos de medicação de controle, mas todas funcionam da mesma forma. Você deve iniciar o tratamento com o nível adequado (alguns casos com doses altas) para manter a sua asma sob controle, conforme for atingindo o controle você poderá reduzir a quantidade de medicação.

Além da medicação de controle devem ter uma medicação de alivio imediato por ex. os broncodilatadores. Os broncodilatadores são administrados para alivio imediato dos sintomas (falta de ar, chiado, tosse seca). Este rapidamente relaxa a musculatura lisa em volta da via aérea, liberando a passagem do ar e deixando a respiração fácil novamente.

Os broncodilatadores são essenciais para o tratamento das crises de asma. Você deve ter a dose adequada para o alivio das crises. Se você estiver usando o broncodilatador três vezes ou mais por semana, sua asma pode não estar bem controlada, você deve retornar ao medico para uma reavaliação.

As informações sobre saúde contidas neste site são fornecidas somente para

fins educativos e não pretendem substituir, de forma alguma, as discussões

estabelecidas entre médicos e pacientes.

“NÃO TOME NENHUM MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU

MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.”


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Asma x Obsidade

O exercício físico, uma infecção viral, os pêlos dos animais de companhia ou as penas dos pássaros, a exposição contínua aos ácaros do pó doméstico, o fumo do tabaco e os pólenes. Todos são agentes que podem contribuir para o aparecimento de doenças respiratórias. E a obesidade pode ser adicionada…

De acordo com investigadores do King´s College, de Londres, existe um ciclo vicioso associado à relação entre a asma e a obesidade, nas crianças. Aliás, constataram que os mais obesos tinham um maior risco de ter crises asmáticas, em especial as meninas.

Segundo os seus fundamentos, muitos asmáticos são «condenados» a hábitos sedentários. O acesso a actividades desportivas é muitas vezes «vedado» por precaução, isto é, para não agravarem a asma. Ora, consequentemente, pode verificar-se um considerável aumento do peso ou o aparecimento de obesidade.

Além do mais, os mesmos investigadores salientaram que as vias respiratórias ficam mais estreitas perante a ausência de exercício físico, o que agrava a sintomatologia da asma.  
A pesquisa mostra que o aparecimento de asma aumenta aproximadamente 50% nos indivíduos de ambos os sexos que têm excesso de peso ou obesidade, comparativamente às mulheres e homens que têm o peso normal.  

O mesmo estudo faz alusão ao facto de dois terços da população adulta norte-americana ter excesso de peso ou obesidade, sendo que 7% da população adulta sofre os efeitos daquela doença do foro respiratório. Estima também que se os obesos perdessem peso, o número de norte-americanos com asma reduzia consideravelmente, quer na infância quer na idade adulta.

MANTER A FORMA E O BOM CONDICIONAMENTO FISICO, NÃO É SOMENTE UMA QUESTÃO DE ESTÉTICA E SIM DE SAÚDE”.

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Asma

Voce sabe o que é a Asma?

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas. Em indivíduos susceptíveis esta inflamação causa episódios recorrentes de tosse, chiado, aperto no peito, e dificuldade para respirar. A inflamação torna as vias aéreas sensíveis a estímulos tais como alérgenos, irritantes químicos, fumaça de cigarro, ar frio ou exercícios. Quando expostos a estes estímulos, as vias aéreas ficam edemaciadas (inchadas), estreitas, cheias de muco e excessivamente sensíveis aos estímulos. (GINA – Iniciativa Global para a Asma)

As principais causas da asma estão associadas à poluição do ar, poeira doméstica, ácaros, mofo, pêlos de animais e alimentos. O problema é agravado pelo uso de carpetes, cortinas e cobertores que servem como fontes de ácaros. A fumaça do cigarro, as mudanças de temperatura, além da gripe, resfriado, uso de certos medicamentos e até mesmo o estresse, podem desencadear uma crise de asma, que se denomina, mais corretamente, de exacerbação da asma.

Seus principais sintomas de alerta são:

Tosse seca persistente – principalmente à noite
Sibilância (chiado no peito);
Respiração mais rápida do que o normal;
Faltade ar;
Cansaço físico;
Sensação de aperto ou dor no peito.

O Tratamento

O fator fundamental para diminuir a freqüência das crises e manter a asma sob controle é a conscientização do paciente, da família e pessoas próximas ao asmático, ou seja, todos precisam estar capacitados a lidar com a doença

As crises graves de asma podem levar à morte e pesquisas recentes demonstraram que a maioria dos casos fatais ocorreu no caminho para a emergência. Isto poderia ser evitado se houvesse maior conhecimento do paciente, familiares sobre a gravidade dos sintomas e a busca precoce do atendimento emergencial.

Todo paciente com asma deve ter em mãos um “plano de ação”, elaborado pelo médico com um passo a passo sobre o que fazer durante uma crise, além do controle dos sintomas.

Os objetivos do tratamento da asma são:

Controlar sintomas;
Permitir atividades normais – trabalho, escola e lazer;
Evitar crises, idas à emergência e hospitalizações;
Reduzir a necessidade do uso de broncodilatador para alívio;
Manter a função
pulmonar normal ou a melhor possível;
Minimizar efeitos adversos da medicação;
Prevenir a morte.

O maior impedimento para que se atinjam objetivos é a falta de adesão ao tratamento recomendado pelo médico, o que muitas vezes é gerado pelo medo de uso de medicações. Mitos como os de que a medicação vicia, a “bombinha” mata e os corticóides engordam, acabam por reduzir o uso das medicações recomendas e afastar os pacientes do controle da asma.

Medicamentos

Todo paciente bem orientado e corretamente medicado deve dispor de dois tipos de medicamento: um para ser usado nos momento da crise (medicamento de alívio), e outro para evitá-la (medicamento de manutenção). O tratamento ideal deve ser estabelecido pelo médico.

Uma vez que a asma é uma inflamação, os medicamentos recomendados para o tratamento de manutenção são os antiinflamatórios. Dentre estes, os corticóides inalatórios são o tratamento de escolha para o tratamento da asma. O uso regular dos corticóides inalatórios diminui em longo prazo, a inflamação dos brônquios, o que leva a uma melhora geral da doença, com crises menos freqüentes e de menor intensidade e que podem ser resolvidas mais facilmente com o broncodilatador.

A palavra asma vem do grego “asthma”, que significa “sufocante”, “arquejante”.

 

 

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