Síndrome do Ombro Doloroso em pacientes hemiplégicos

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A recuperação de um paciente com hemiplegia é em um grande desafio, tanto pela complexidade das funções perdidas, quanto pela alta incidência de dor no ombro, resultando em impacto negativo no processo de reabilitacão.

O início da hemiplegia pode comprometer os princípios biomecânicos normais e a estabilidade do complexo do ombro, devido a perda do controle motor e do desenvolvimento de padrões anormais de movimento; secundariamente, ocorrem alterações em tecidos moles e desalinhamento da articulação glenoumeral. A incidência de ombro doloroso prevalece entre 34 a 85% dos pacientes, independente de idade e sexo e ocorre na segunda semana após o acidente vascular.

Dor no ombro e perda progressiva da amplitude de movimento articular (ADM), possivelmente devido aos mecanismos de desalinhamento do ombro, movimentação incorreta, imobilidade, manuseio e posicionamento inadequado do braço acometido são características de quem sofre com a síndrome.

O mecanismo de produção do ombro doloroso nas hemiplegias pode estar relacionado a vários fatores como subluxação escápulo-umeral, capsulite do ombro, síndrome do impacto, síndrome complexa de dor regional, tendinite bicipital, neuropatia por tração do plexo braquial, espasticidade, mobilização do membro superior paralisado em torno da amplitude de movimento, limitação de ADM, lesões de partes moles e dor central.

As modalidades fisioterapêuticas mais empregadas para lidar com essa condição clínica consistem em: estimulação elétrica funcional (FES), estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS), posicionamento articular e cinesiologia.

Fonte: http://terapiadomovimento.blogspot.com.br/2010/08/fes-em-pacientes-com-avc.html

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Conheça melhor o Fisioteg

Técnica fisioterapeutica ajuda a manter o condicionamento físico de esportistas lesionados 

Desenvolvido para reabilitar e fortalecer todo o sistema músculo esquelético em todas as suas variáveis de força, potência, resistência e flexibilidade deixando o atleta pronto para a sua atividade. O Fisioteg – treinamento estrutural global é indicado para os atletas e para pessoas de todas as idades com os mais diversos problemas (hérnia de disco, artrose, osteoporose, escoliose, lesões ligamentares etc). A técnica é realizada por fisioterapeutas especializados. “Nós usamos as técnicas do RPG, quiropraxia, terapias manuais, treinamento funcional e plataforma vibratória“ explica a fisioterapeuta Aletéa Senhorini Bernardino, proprietária da Clínica Sphera Fisioterapia em São Paulo.

A apresentadora e atleta Dani Monteiro afirmou que recuperou sua forma física após a gravidez adotando a técnica que a tornou conhecida no país inteiro. Porém, o fisioteg não é para qualquer pessoa que queira somente praticar exercício físico. “Não funciona como uma academia, porque a técnica é usada para que o atleta retorne as suas atividades sem perda do seu desempenho esportivo. A Dani é uma atleta que optou por fazer uma espécie de “reabilitação” antes de retomar as suas atividades. O Fisioteg é indicado justamente para esportistas, que por algum motivo, tiveram que interromper suas práticas esportivas”, alerta a especialista.

Além disso, a técnica permite que o atleta ou praticante de exercício físico possa ter uma recuperação mais rápida após algum tipo de contusão. “O objetivo principal da prática não é a perda de peso, mas por envolver diversos exercícios que demandam esforço muscular, consequentemente o gasto energético é aumentado podendo ocorrer o emagrecimento”, ressalta Aletea.

Caso você tenha tido alguma espécie de lesão ou disfunção músculo esquelética, articular e óssea, pode adotar o metódo para manter a funcionalidade do sistema envolvido. “Como é um conjunto de técnicas da fisioterapia e do treinamento funcional, é necessário e indispensável uma avaliação fisioterápica, para delinear um tratamento especializado e individualizado utilizando as técnicas adequadas para cada caso, orienta Aletea. O tratamento pode ser mantido mesmo após a recuperação para prevenir novas lesões.

http://www.bolsademulher.com/corpo/conheca-o-fisioteg-113566.html

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Treinamento Funcional: preparando o corpo para as funções do dia a dia

Hoje em dia para algumas pessoas, pegar algo pesado no chão, brincar com as crianças ou empurrar um armário são atividades banais, mas que podem gerar um nervo pinçado ou uma dor nas costas.

O treinamento funcional promete isso: preparar o corpo para as funções do dia a dia atuando dentro e fora das academias. “O treinamento une exercícios da preparação física de vários esportes e o trabalho de reabilitação do corpo, sempre pensando em atender as necessidades de cada indivíduo”, diz Luciano DElia, diretor técnico do Core360.

O primeiro passo, segundo ele, é uma avaliação física para saber as limitações do aluno e seus objetivos.
“Às vezes o aluno quer perder peso, mas antes é preciso identificar suas necessidades reais que, quando atendidas, darão a base para a realização do objetivo final”, afirma DElia.
Essas necessidades podem ser desde realinhamento postural até preparo para um futebol de fim de semana.

Os treinos incluem movimentos similares aos que são feitos no cotidiano, como corrida, trote, saltos e atos de puxar, arrastar entre outros.

“Uma aula nunca é igual à outra. Exercícios variados deixam o treino mais interessante, para o aluno não desistir”, diz Edson Ramalho, preparador graduado em educação física e mestrando em ortopedia na Unicamp.

O treinamento funcional envolve bolas, molas, elásticos, barras e pranchas de estabilidade. Com isso, criam-se desafios como pegar uma bola, puxar um elástico, saltar lateralmente e fazer ações cotidianas com um pé só ou olhos vendados. Isto faz com que o aluno saia da zona de conforto. O treinamento força o corpo a trabalhar de forma inteligente, melhorando o equilíbrio e a resistência e fazem perder peso.

Pensando nisso, a Sphera Fisioterapia proporciona este treino abrangendo o público de todas as idades, atendendo as necessidades reais que cada pessoa apresenta.

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Fisioterapia no pós-operatório de cirurgia buco-maxilo-faciais

A Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial é uma especialidade da Odontologia que tem como objetivo o diagnóstico e o tratamento das doenças,traumatismos, lesoes e anomalias, congenitas e adquiridas, do aparelho mastigatório e anexos, e estruturas crânio-faciais associadas.Dentre este tipo de cirurgia podemos destacar a cirurgia ortognática, as cirurgias faciais decorrentes de traumas de face entre outras.

A cirurgia ortognática consiste no avanço ou recuo de ossos da face (maxila e/ou mandíbula). Como em outros procedimentos cirúrgicos, o paciente fica com o rosto inchado, com diminuição ou ausência da sensibilidade nos lábios, no queixo e nas bochechas. O bloqueio para imobilização feito após a cirurgia também afeta a movimentação. É comum que, após a liberação deste bloqueio, o paciente sinta dor ao movimentar a boca, dificuldade para realizar os movimentos em amplitude normal, e tenha, também, fraqueza e incoordenação muscular ao mastigar numa nova posição. Assim que o paciente é liberado pelo cirurgião, dá-se início a uma nova fase no tratamento fisioterápico.

A fisioterapia atua na fase aguda do pós-operatório, basicamente no controle do edema facial, previnindo aderências teciduais faciais, bucais e fibroses,assim como, auxilia na redução de possíveis dores da musculatura mastigatória e da coluna cervical.

Na fase crônica, após a liberação do bloqueio, a intervenção fisioterápica irá preconizar: o ganho de amplitude nos movimentos da boca para torná-los o mais funcional possível, a redução da parestesia (diminuição da sensibilidade, o fortalecimento da musculatura mastigatória e cervical, a liberação da musculatura de mímica facial e a reeducação postural.

Fonte: http://elycristinafisioterapia.blogspot.com.br/2010/02/fisioterapia-no-pos-operatorio-de.html

 

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Fisioterapia na lesão do ligamento cruzado anterior

O ligamento cruzado anterior (LCA), é uma estrutura localizada no centro da articulação do joelho à frente de um outro importante ligamento, o ligamento cruzado posterior. Ambos tem a importante função de manter a estabilidade da articulação . A lesão do LCA ocorre geralmente por um entorse do joelho com o pé fixo no solo, podendo também ocorrer após trauma (menos comum).

 Os principais sintomas são:

  •  Dor importante no momento do entorse com possível estalido na articulação;
  • Edema e derrame articular, devido à ruptura do ligamento, podendo ocorrer sangramento dentro da articulação;
  • Limitação da movimentação do joelho, ocorre na fase inicial devido ao derrame articular;
  • Sensação de “falseio” ou de “algo que desencaixa” no joelho, devido a instabilidade ocasionada pela lesão;
  • Insegurança/incapacidade para descer escadas ou ladeiras;

 O tratamento da lesão do ligamento cruzado anterior é cirúrgico na grande maioria dos casos, salvo raras exceções como por exemplo em pacientes sedentários com idade avançada e sem limitação importante nas atividades diárias (descer escadas, ladeiras,…). A cirurgia consiste na reconstrução do ligamento, sendo utilizados tendões do próprio joelho como enxerto para substituir o ligamento lesado.

A fase pós-operatória imediata tem como meta controlar a dor e o inchaço, iniciar e manter a extensão completa, impedir a atrofia muscular e iniciar o treinamento da marcha. Logo após deve ser iniciado a fase de reabilitação, a ação fisioterápica, tendo esta como meta inicial , manter a extensão completa, manter a mobilidade patelar normal,aumentar a amplitude de movimento e desenvolver força muscular suficiente para o desempenho das atividades de vida diária.

A reabilitação aquática (hidroterapia) também é indicada, e se inicia logo após a cicatrização dos pontos na pele. O principal objetivo é recuperar a amplitude de movimento e a força. Treinamento de marcha, velocidade do movimento e agilidade se faz muito antes do que o tratamento em solo

Fonte:http://www.chacaraklabin.com.br/e http://www.patologiasdojoelho.com/2009/03/lesao-do-ligamento-cruzado-anterior.html

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