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Fumo Passivo

De acordo com informações obtidas junto à Sesau, os males do tabagismo passivo vão de irritação nos olhos, tosse, dor de cabeça e aumento dos problemas alérgicos e cardíacos até efeitos de médio e longo prazo: pesquisas nacionais e internacionais indicam que os fumantes passivos têm um risco 23% maior de desenvolver doença cardiovascular e 30% mais chances de ter câncer de pulmão. Além disso, têm mais propensão a asma, redução da capacidade respiratória, 24% mais chances de ter infarto do miocárdio e maior risco de artereosclerose.

Crianças expostas à fumaça do tabaco também podem desenvolver doenças cardiovasculares quando adultas, infecções respiratórias e asma brônquica. Os filhos de gestantes que fumam apresentam o dobro de chances de nascer com baixo peso e 70% de possibilidades de sofrer um aborto espontâneo; 30% podem morrer ao nascer. Durante o aleitamento, a criança recebe nicotina por meio do leite materno. A substância produz intoxicação, podendo ocasionar agitação, vômitos, diarréia e taquicardia, principalmente em mães fumantes de 20 ou mais cigarros por dia.

É proibido fumar!

Para garantir o bem estar e a saúde da população, principalmente dos não-fumantes, foi criada a Lei Federal 9.294/96, que é regulamentada pelo Decreto n° 2.018/96. A Lei dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de cigarros, proibindo o fumo em ambientes fechados de uso coletivo, como instituições públicas e privadas, a não ser em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.

A Secretaria do Estado de Saúde (Sesau), por meio do Programa de Tabagismo tem atuado na capacitação dos funcionários de restaurantes quanto à forma de lidar com os clientes na hora de informá-los sobre a proibição de se fumar dentro do ambiente.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reforça a necessidade e a importância da obrigatoriedade de se ter ambientes totalmente livres de fumo. Para isso, a OMS aponta sete razões:

1 – O tabaco mata e provoca doenças graves;

2 – Um ambiente 100% livre de tabaco protege totalmente a população dos riscos graves da exposição ao fumo desta substância;

3 – O direito ao ar puro faz parte dos Direitos Humanos;

4 – Estatísticas revelam que a proibição de fumar é apoiada tanto por fumantes como por não-fumantes;

5 – Ambientes sem fumaça de tabaco são tão bons para negócios como para famílias com crianças;

6 – Ambientes sem fumaça dão aos fumantes que estão tentando deixar de fumar um incentivo para fazê-lo;

7 – Ambientes sem fumaça ajudam a prevenir, principalmente os mais jovens, de se iniciarem como fumantes.

Fonte:http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=Estado&idnoticia=1547

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Asma e Atividade Física

O suor pode reduzir as probabilidades de se sofrer de um ataque de asma durante a prática de exercícios físicos, sugere um estudo conduzido por investigadores norte-americanos.

O trabalho, realizado por especialistas da Universidade de Michigan, demonstrou que os atletas que sofrem de asma em resultado de exercícios produzem menos suor, lágrimas e saliva.

Os sintomas da asma induzida pelo exercício são semelhantes ao da asma crônica e os ataques manifestam-se normalmente vários minutos após o início da prática do esforço físico.

Uma das razões seria porque os atletas teriam as vias aéreas mais contraídas, exigindo um maior nível de esforço e de respiração.

O estudo, os especialistas analisaram como 56 atletas que sofrem do problema reagiram a dois medicamentos.

O primeiro deles tinha o objectivo de contrair as vias respiratórias, enquanto o segundo induzia a produção de saliva e suor.

Os investigadores observaram que os voluntários que responderam bem ao primeiro remédio, reduzindo significativamente o movimento do ar pelos pulmões, foram também os que menos reagiram ao primeiro, suando menos.

Em contrapartida, os que não tiveram as vias respiratórias contraídas em resposta ao primeiro medicamento, suaram mais.

Segundo os especialistas, apesar de os testes não explicarem por que a falta de suor seria responsável pela asma, os resultados sugerem que atletas que suam pouco produzem poucos fluidos pelas vias aéreas.

«A quantidade de fluidos secretadas pelas vias respiratórias pode ser um determinante chave na protecção de atletas contra a asma», disse o coordenador do estudo, Warren Lockette.

O trabalho foi publicado na revista Chest.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=348164&page=1

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