Orientações para pacientes em pós-operatório de ligamento cruzado anterior

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O pós-operatório de ligamento cruzado anterior requer algumas prioridades como: alívio da dor, proteção da articulação e ganho de movimento do joelho. Com a finalidade de obter resultado mais rápidos, listamos algumas atividades que o paciente poderá realizar:

  • Aplicação de Gelo: o paciente deve realizar a aplicação de gelo, se possível 3x ao dia. Em caso de inchaço constante (edema), a aplicação deve ser feita de 4 em 4 horas até a resolução do mesmo. Esta aplicação deve ser realizada com o paciente de preferência deitado, com o joelho acima do nível do coração para ajudar a diminuir o inchaço. A duração da aplicação deve ser de 20 min. e não deve exceder esse tempo.
  • Massagem Cicatricial: consiste em uma massagem (com um pouco de óleo ou creme) com movimentos circulares realizada com o indicador e o dedo médio de cada mão, realizando com uma mão um círculo no sentido horário e com a outra no sentido anti-horário. Ela evita que a cicatriz fique aderida. É comum ao realizar o movimento, o paciente sinta dor no local ou próximo ao local do corte da cirurgia.
  • Uso de Muletas: A muleta deve ser usada nas primeiras 2 a 3 semanas e sua retirada deve ser  avaliada pelos profissionais da área da saúde de acordo com a dificuldade para andar e realização das atividades cotidianas. A muleta deve ser usada no lado contrário ao lado lesado. O uso correto é muito importante nessa fase inicial de recuperação, pois evita esforços nos tecidos que ainda estão se recuperando do processo cirúrgico.
  • Ganho de Movimento (amplitude): pode ser realizado com o paciente sentado em uma cadeira, com o pé da perna operada em cima da bola, realizando o movimento de deslizamento para frente e para trás fazendo com que o joelho dobre (flexão) e estique (extensão). Este exercício é denominado pela fisioterapia de mobilização ativa, pois a própria pessoa realiza o movimento.
  • Exercícios Isométricos para Quadríceps: Estes exercícios são realizados para aumentar a qualidade da contração muscular. O quadríceps porque é a musculatura frontal da coxa.

Exercício 1: Paciente deitado de barriga para cima com uma perna esticada e a outra dobrada. O paciente vai elevar a perna esticada numa altura que não ultrapasse o joelho dobrado e vai segurar contando até dez (10 segundos) e relaxar a perna.
Repetir 4 séries de 10 repetições cada com intervalo de 20 seg. entre cada repetição e intervalo de 1 min. entre cada série.

Exercício 2: Paciente sentado em uma cadeira vai esticar o joelho  até onde conseguir sem dor e vai segurar contando até dez (10 segundos) ou o tempo que conseguir inferior a 10 segundos.
Repetir 4 séries de 10 repetições cada com intervalo de 20 seg. entre cada repetição e intervalo de 1 min. entre cada série.

É importante lembrar que estes exercícios devem ser realizados intercalado com sessões de fisioterapia.

 Fonte:http://fisioterapiamazonas.blogspot.com.br/2009/05/pos-operatorio-de-ligamento-cruzado.html

 

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Fisioterapia na lesão do ligamento cruzado anterior

O ligamento cruzado anterior (LCA), é uma estrutura localizada no centro da articulação do joelho à frente de um outro importante ligamento, o ligamento cruzado posterior. Ambos tem a importante função de manter a estabilidade da articulação . A lesão do LCA ocorre geralmente por um entorse do joelho com o pé fixo no solo, podendo também ocorrer após trauma (menos comum).

 Os principais sintomas são:

  •  Dor importante no momento do entorse com possível estalido na articulação;
  • Edema e derrame articular, devido à ruptura do ligamento, podendo ocorrer sangramento dentro da articulação;
  • Limitação da movimentação do joelho, ocorre na fase inicial devido ao derrame articular;
  • Sensação de “falseio” ou de “algo que desencaixa” no joelho, devido a instabilidade ocasionada pela lesão;
  • Insegurança/incapacidade para descer escadas ou ladeiras;

 O tratamento da lesão do ligamento cruzado anterior é cirúrgico na grande maioria dos casos, salvo raras exceções como por exemplo em pacientes sedentários com idade avançada e sem limitação importante nas atividades diárias (descer escadas, ladeiras,…). A cirurgia consiste na reconstrução do ligamento, sendo utilizados tendões do próprio joelho como enxerto para substituir o ligamento lesado.

A fase pós-operatória imediata tem como meta controlar a dor e o inchaço, iniciar e manter a extensão completa, impedir a atrofia muscular e iniciar o treinamento da marcha. Logo após deve ser iniciado a fase de reabilitação, a ação fisioterápica, tendo esta como meta inicial , manter a extensão completa, manter a mobilidade patelar normal,aumentar a amplitude de movimento e desenvolver força muscular suficiente para o desempenho das atividades de vida diária.

A reabilitação aquática (hidroterapia) também é indicada, e se inicia logo após a cicatrização dos pontos na pele. O principal objetivo é recuperar a amplitude de movimento e a força. Treinamento de marcha, velocidade do movimento e agilidade se faz muito antes do que o tratamento em solo

Fonte:http://www.chacaraklabin.com.br/e http://www.patologiasdojoelho.com/2009/03/lesao-do-ligamento-cruzado-anterior.html

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Os benefícios da hidroterapia no pós-operatório de joelho

Há inúmeras vantagens da atuação da hidroterapia realizada em piscina aquecida em pacientes que foram submetidos a cirurgia ortopédica de joelho.
Dentre tantas podemos citar que na água se permite movimentos ativos sem a resistência da força da gravidade, permitindo também a descarga de peso e o fortalecimento gradativo e precoce da musculatura, assim como o treino de marcha livre nas primeiras sessões sem causar riscos de lesões.

Pacientes que passaram por algum tipo de cirurgia de joelho, muitos vem a apresentar quadro clínico de dor, bloqueio articular, derrame articular, dor a palpação, hipotonia de quadrícepes, dentre outros sintomas.

A reabilitação aquática (hidroterapia) tem o papel de resgatar uma melhor funcionalidade da estrutura do corpo que sofreu uma determinada disfunção.

Vale a pena ressaltar que a hidroterapia visa uma reabilitação segura no pós-operatório, proporcionando ao paciente uma melhor qualidade em sua recuperação e uma redução no tempo de reabilitação.

Isso porque os exercícios em água aquecida promovem inúmeros benefícios, tais como: relaxamento muscular, redução da sensibilidade a dor, redução de espasmos musculares, melhora da circulação periférica, melhora da consciência corporal, do equilíbrio e principalmente da auto-confiança.
A hidroterapia é um tratamento que visa não só a reabilitação em pós-operatório de cirurgias ortopédicas, mas também se mostrando eficaz em outras disfunções, tais como: sequelas de AVC e outros traumas neurológicos; problemas vasculares; reumatológicos, etc.

É um tratamento específico e individual, sendo que para ser realizada é preciso uma indicação médica com um diagnóstico definido, aí é só marcar sua avaliação com o fisioterapeuta.

Fonte: http://www.folharibeiraopires.com.br/portal/exibeMateria.php?materia=6014

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Tratamento do Pé Plano e Pé Cavo

Há uma grande quantidade de anomalias estáticas caracterizadas por um rebaixamento do pé sobre sua borda interna, denominada de pé chato. Esta pode vir a se manifestar por uma simples pronação do antepé ou valgo ou serem completadas por um rebaixamento plantar anterior.

Distinções dos pés chatos da criança, do adolescente e do adulto


Na criança no adolescente e adulto
Evolução de um pé chato da infância para a adolescência e no adulto, mas podendo igualmente ser primitivo no adulto devido ao envelhecimento e falta do trabalho muscular; podemos distinguir: – pé chato flexível; – pé chato contracturado; – pé chato inveterado e artrósico.

O PÉ CHATO DA CRIANÇA O Pé Chato Valgo Simples Rebaixamento global do pé, horizontalizando-se e oscilando em valgo, com o arco interno decaindo, e as relações tálus-calcâneas mantendo-se normais. É um pé chato estático e simples devido a uma hiperflacidez ligamentar e a uma hipotonia muscular que é igualmente secundária a outras deformações ortopédicas (genuvalgum-genu recurvatum – rotação do esqueleto das pernas).

O tratamento deste pé chato essencialmente benigno será ortopédico: – uso de selas ortopédicas e de calçados de cano reforçado; –  Fisioterapia com a  Cinesioterapia; – Tratamento das deformações secundárias eventuais. Muitos destes pés chatos corrigem-se progressivamente sozinhos, e o tratamento só será empreendido a partir de três a quatro anos e nas formas graves (2º e sobre tudo 3º graus).

Fisioterapia com a CINESIOTERAPIA » Exercício de tonificação: – músculo tibial posterior; – músculos próprios do grande artelho (hálux); – fibular longo lateral e tibial anterior; – tríceps; – músculos intrínsecos do pé: => interósseos; => flexor curto dos dedos do pé; » Exercícios: – analíticos; – em cadeira muscular Kabat (contrações repetidas); – funcionais (preensão de objetos redondos, enganchamento etc). » Exercícios diversos de distensão dos membros inferiores entrecortando a tonificação (evitar as cãibras) bem como massagem circulatória. » Exercícios diversos de marcha: – marcha corretora de Hauser; – deslocamentos laterais sobre uma barra; – marcha sobre plano inclinado; – marcha sobre a ponta dos pés; – pés nus sobre terreno variado e desigual (areia, seixos, gramado). » exercícios de equilíbrio e de reeducação proprioceptiva sobre pranchas móveis e cilindros, do pé e do membro inferior em seu conjunto. Observação: Repetir este tratamento regularmente no consultório (duas a três séries por ano) e ensinar aos pais exercícios que serão de indispensável execução diária em casa.

O Pé Chato Valgo Congênito ou Verdadeiro Pé Chato Caracterizado por um aumento importante da divergência tálus-calcânea (verticalização talar), um valgo calcâneo e uma redutibilidade passiva impossível. É um pé que será essencialmente cirúrgico. Os principais métodos propostos são: – as tenodeses e a osteotomia de translação calcânea; – as técnicas de artrodeses subtalar: introdução de um enxerto ósseo ou de um implante artificial no seio do tarso; – a “recolocação em sela do tálus” ou operação do “cavaleiro” ou “aparafusamento” de Judet, onde o cirurgião libera o tálus, reposiciona-o corretamente e fixa-o temporariamente por um parafuso tálus-calcâneo. A cirurgia então será efetuada em tomo dos quatro a cinco anos. Nas formas mais graves o tratamento ortopédico do pé chato valgo simples às vezes será o bastante.

Fisioterapia e a CINESIOTERAPIA em geral: Imobilização gessada de seis semanas. Após a retirada do gesso – massagem trófica e cicatricial; – mobilização progressiva (ativo assistida, depois passivo suave) da tibiotársica e das diversas articulações do pé; – tonificação suave de todos os músculos do pé; – colocação de carga progressiva após oito semanas e correção da marcha. Após consolidação obtida (controle R.X.) Cinesioterapia intensiva e regularmente repetida. Pé Chato por Sinostese A mais freqüente é a sinostese calcâneo-escafoidiana, ocasionando contrações e dores quando se caminha, depois de ocorrer a ossificação completa, e evoluindo para a artrose. Impõe-se uma operação precoce. Pé Chato Paralítico e Espástico Seu tratamento cinesioterápico entrará no conjunto da afecção causal do pé chato.

PÉ CHATO DO ADOLESCENTE E DO ADULTO Pé Chato Flácido A deformação com rebaixamento da abóbada longitudinal interna e / ou valgo da parte posterior do pé, poderá ser corrigida ativamente. É o período dos problemas funcionais onde as dores só aparecerão episodicamente à noite e quando há grande fadiga dos pés. Fisioterapia  com a CINESIOTERAPIA Associada ao uso de bons calçados e de palmilhas ortopédicas bem adaptadas e individualizadas, o tratamento cinesioterápico, que será de longo prazo (exercícios para repetir uma ou duas vezes por dia a domicílio) será idêntico ao do pé chato valgo simples na criança. Pé Chato Contracturado Doloroso, é conseqüência do pé chato flácido, ou de um traumatismo (entorse) ou de um dano reumático. As contraturas serão mais ou menos generalizadas a todos os músculos externos, com as deformações não podendo ser corrigidas ativamente e as dores despertando ao menor esforço. Nos casos agudos e especialmente os pés traumáticos e reumáticos, uma imobilização gessada de várias semanas será às vezes necessária antes de qualquer outro tratamento. Fisioterapia com a Fisioterapia com a CINESIOTERAPIA » Fase aguda – Crioterapia (face antero-externa) substituída progressivamente pela termoterapia. (Parafina – compressas). – Eletroterapia: a) sedativa; b) excitomotora dos antagonistas. – trabalho isométrico dos antagonistas supinadores. – massagem descontraturante e massagem reflexa. – relaxamento. » Fase subaguda – banhos alternados quentes-frios (banho de contraste); – massagem descontraturante e circulatória (mais massagem reflexa); – relaxamento; – mobilizações passivas não dolorosas de todas as articulações; – exercícios ativos progressivos para pés chatos entremeados freqüentemente de relaxamento, e circulatórios (não ocasionando nem dor nem nova contratura). – conselhos para a vida diária: a) sapatos e selas adaptados; b) limitar a permanência em pé e marchas prolongadas. Pé Chato Inveterado e Pé Artrósico Neste encontraremos subluxações, deformações ósseas e artrose. O pé mostra-se anquilosado e dolorido, a marcha é muito penosa. – eletroterapia (O. C. U. S.); – termoterapia (parafina – compressas); – mobilização ativa do tornozelo; – reeducação da marcha e uso de calçados e palmilhas adaptadas.

A cirurgia poderá ainda ser indicada: No caso dos pés chatos flácidos: Técnicas bastante diversas que exigirão uma longa imobilização gessada. Cinesioterapia Pós-operartória – massagem trófica e cicatricial; – mobilizações passivas e ativas de todas as articulações; – musculação progressiva. Para o pé contraturado Essencialmente artrodeses. Cinesioterapia Pós-operartória Idem ao item anterior, exceto naturalmente o trabalho de mobilização da região artrodesada.

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Drenagem Linfática

A drenagem linfática é um método de massagem corporal especificamente desenvolvido para auxiliar no funcionamento de nosso sistema linfático. Foi inventado por um fisioterapeuta dinamarquês, Edil Vodder, na década de 30 do século XX. Após publicar suas descobertas em uma revista da época, o método começou a ser aplicado em outras regiões da Europa e, mais tarde, no mundo inteiro. Sua técnica mostrou-se de grande ajuda no tratamento de vários tipos de inchaços (edemas) internos e externos, causados por doenças, acidentes ou cirurgias.

Drenagem- É uma técnica de massagem que estimula o sistema linfático a trabalhar em um ritmo mais acelerado, mobilizando a linfa até os gânglios linfáticos. Por esse processo são eliminados o excesso de líquido e as toxinas. A drenagem linfática pode ser feita de forma manual ou mecânica

A finalidade da drenagem é coletar os líquidos presos entre as células, colocá-los nos vasos capilares e, por meio de variados movimentos suaves, fazê-los caminhar para que sejam eliminados. Por isso mesmo, a massagem deve ser rítmica, sem muita pressão, a linfa se localiza na superfície da pele seu fluxo é lento, ele não suporta grandes pressões. Não há a necessidade de manobras que provoquem dor, desconforto ou hematomas. O surgimento de hematomas indica que o estímulo foi muito agressivo e houve rompimento dos vasos e capilares venosos (isto não deve ocorrer). A idéia é que ela seja relaxante, causando bem-estar.

A drenagem linfática manual é recomendadapré e pós cirurgias plásticas (acelerando a recuperação pós-operatória), relaxamento de clientes tensos, celulite, pós Mastectomias, pós Histerectomias evitando fibrose e possíveis edemas.

Podemos indicar Drenagem Linfática Manual em todos os casos que apresentarem circulação de retorno comprometida, tecido edematizado(inchado), pele irritada e sistema nervoso abalado.

Para ter acesso aos benefícios proporcionados pela drenagem linfática é imprescindível que o profissional contratado tenha conhecimentos técnicos, anatômicos e patológicos adequados. Lembre-se que existem contra-indicações para a aplicação da drenagem linfática, como por exemplo, tromboses venosas profundas, inflamações de veias, erisipela, câncer em atividade, insuficiência cardíaca, hipertensão, hipertireoidismo e asma grave, entre outros. Por isso, é importantíssimo contratar um profissional respeitado e sério, de preferência a partir da indicação de seu médico.

A drenagem linfática é aplicada em sessões. O número de sessões vai depender das indicações de cada caso. As sessões podem variar de preço conforme a cidade, experiência do profissional envolvido e tipo de atendimento. Os preços podem ir de R$50 a R$100. Lembre-se sempre de consultar seu médico, mesmo que esteja procurando a drenagem linfática para tratar de problemas estéticos. Proteja seu corpo e seu bolso.