Pilates na Esclerose Múltipla

Esclerose2Muito se fala sobre os benefícios do método de Pilates em pessoas saudáveis. O artigo que irei mencionar é a sobre os efeitos do Pilates no equilíbrio, na mobilidade e força muscular em pacientes com esclerose múltipla.  Eles avaliaram os efeitos no método Pilates em 26 pacientes com esclerose múltipla divididos em 2 grupos, o grupo que realizaram os exercícios de pilates por 8 semanas e o grupo controle que não realizaram os exercícios. Ao final do estudo eles observaram melhora do equilíbrio, da força muscular  e da mobilidade nos pacientes com esclerose múltipla e não observaram diferenças no grupo controle. Devido à sua estrutura, que é composta de exercícios de fortalecimento e equilíbrio, treinamento com o método de  Pilates podem desenvolver o equilíbrio, mobilidade e força muscular de pacientes com esclerose múltipla. Por esta razão, pensamos que,  os exercícios do Pilates que são apropriadas para o nível de incapacidade do paciente podem ser sugeridas.

Referência: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23949064

 

A Clínica Sphera possui um lindo e  moderno estúdio de Pilates em suas unidades

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A prática do Pilates auxilia na Discopatia Degenerativa

Entre as vértebras da coluna vertebral se encontram discos intervertebrais fibrocartilaginosos, os quais absorvem impactos, diminuem o atrito e proporcionam suporte estrutural para a coluna. Essa função amortecedora do disco o submete a constantes pressões, podendo levar a um desgaste: degeneração discal ou discopatia degenerativa.

Como os discos possuem um escasso suprimento sangüíneo, não há capacidade de regeneração. Os discos nessas condições, sofrem rupturas internas, conduzindo a uma diminuição do espaço discal intervertebral. Assim, é possível que os nervos sejam pinçados e sofram compressão gerando dor na coluna irradiada para os membros. Esta dor pode variar de leve, severa e debilitante. E pode ser aliviada quando assumimos uma posição que diminui a pressão sobre os discos.

O tratamento não cirúrgico pode incluir medicação, fisioterapia e métodos para tratamento da dor. Também em casos de discopatia degenerativa, o PILATES tem sido bastante indicado por médicos e elogiado pelos praticantes. Pois, trata-se de um método que atinge o objetivo do aluno de forma efetiva e segura, se baseando na respiração simultâneo aos músculos centrais do corpo, que promove estabilização e proteção às articulações, como a coluna vertebral; e no equilíbrio muscular.  O resultado imediato é o alívio e controle das dores, pois a coluna estará bem estruturada devido ao reforço muscular da região e ao condicionamento postural.

Além da ênfase nas trações (com precauções de caso para caso), os exercícios de alongamentos e força são prescritos com muita cautela, analisando cada indivíduo, pois além da patologia em questão, há várias outras especificações individuais do aluno que devem ser respeitadas e consideradas para um resultado concreto e prevenção de novas lesões.

Fonte: http://www.portaldafisioterapia.com/?pg=fisioterapia_traumato_ortopedica&id=1257

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Pilates: Pé Plano e Pé Cavo

Os pés, partes fundamentais para a sustentação corporal e para a locomoção, constituem estruturas complexas do corpo humano, formados por diversos ossos, músculos, tendões e bursas. Para favorecer a distribuição do peso corporal, o equilíbrio e a deambulação (ato de correr e caminhar), os pés devem possuir um adequado formato anatômico, com um arqueamento na sola.

O pé plano, também conhecido como “pé chato” ou como pé plano valgo flexível, ocorre quando existe uma deformidade anatômica oriunda do achatamento de um ou mais arcos do pé. Essa condição clínica faz com que a pessoa pise com quase toda a sola do pé no chão, o que pode causar o aparecimento de dor e outros desconfortos, não só nos pés, mas, também, em várias outras regiões do corpo (como o joelho, o quadril, e a coluna).

Em alguns casos, o pé plano pode ser assintomático, de modo que a pessoa com essa alteração anatômica, nem sabe que a possui. Na maioria dessas situações, portanto, não há necessidade de tratamento.

O pé cavo, também conhecido como “pé arqueado”, é considerado o oposto do pé plano. Essa alteração ocorre devido a elevação excessiva do arco plantar, que por conseqüência, gera uma diminuição do comprimento do pé. Esse caso é menos comum que o anterior, mas, apresenta maior probabilidade de causar problemas ortopédicos.

Pés muito arqueados costumam ser mais problemáticos porque a tensão na região dos dedos e do tornozelo é maior. Isso pode causar dificuldades de adaptação aos calçados e dor ao realizar atividades como caminhar, correr e ficar longos períodos em pé.

Em ambos os casos, no pé plano e no pé cavo, o paciente deve ficar atendo para a necessidade de tratamento. É importante verificar se a causa dessas alterações é ortopédica, neuromuscular ou neurológica.

O tratamento, quando necessário, pode ser realizado de várias formas, a depender da necessidade de cada situação concreta. No mais das vezes, é salutar o uso de sapatos ou palmilhas ortopédicas, a realização de fisioterapia e terapia medicamentosa para os casos de dores e inflamação. Em situações extremas, intervenções cirúrgicas podem ser necessárias.

O Pilates também pode ajudar na normalização da pisada, utilizando-se da overball entre os tornozelos para execução de exercícios específicos.

Fonte:http://www.revistapilates.com.br/2008/08/20/pilates-pe-plano-e-pe-cavo/ 

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Pilates na Condromalácea Patelar

A Condromalácea Patelar consiste em uma patologia degenerativa da cartilagem patelas e dos côndilos femorais correspondentes. Trata-se de amolecimento desta cartilagem pelo atrito incorreto contra os côndilos do fêmur, ocorrendo desconforto, dor ao redor ou atrás da patela, crepitação e estralos em alguns casos, além de edema e derrame intra-articular. Em seus estágios iniciais, os sintomas podem ser revertidos.

Algumas pessoas tem predisposição a apresentar a lesão devido ao desalinhamento da patela ao invés da patela percorrer o “trilho”formado pelos côndilos do fêmur na flexão e extensão, ela tende a deslocar-se para as laterais, aumentando o atrito entre os dois ossos. Com as alterações do alinhamento da patela, que excursiona fora do local adequando, ocasiona atrito entre a superfície articular e a superfície articular do fêmur provocando “desgaste”.  Tais alterações estão relacionadas à musculatura do quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos musculares.

A Contromalácea Patelar pode ser classificada de acordo com o grau de deterioração, segundo Outerbrigde (1961):

GRAU I: Amolecimento da cartilagem e edemas;

GRAU II: Fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menos ou igual à 1,5 cm;

GRAU III: Fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à 1,5 cm;

GRAU IV: Erosão ou perda da cartilagem articular com exposição do osso subcondrial;

Não há protocolo rígido de tratamento. É importante analisar o grau e direcionar às causas, tentando reequilibrar o alinhamento da patela através de tratamento fisioterápico associado a métodos analgésicos e antiinflamatório.

O PILATES age de forma fantástica no alinhamento da patela, vem como na estabilização do quadro de condromalácea. Já que um dos grandes alicerces do método é o fortalecimento dos músculos centrais do corpo, aliada às técnicas que potencializam a respiração, o resultado é o equilibrio muscular. No caso da condromalácea patelar são inclusos exercícios de potência, força, alongamento e mobilização do membro inferior , evitando a sobrecarga na articulação em questão. No geral, é importante o alongamento dos isquiotibiais, o qual seu encurtamento implica em um agravamento no atrito da patela com o fêmur, no momento da marcha. Nos quadríceps, sobretudo o vasto medial e banda iliotibal, tendões e panturillha também são extremamente necessárias para equilibrar as forças atuantes sobre a patela.

Fonte: www.revistapilates.com.br/2010/02/26/condromalacea-patelar-estabilizada-pelo-pilates-2/