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	<title>FisioNews &#187; paracetamol</title>
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	<description>As novidades do mundo da Fisioterapia estão aqui!</description>
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		<title>Bronquiolite</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 15:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fisionews</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[As bronquiolites atingem os lactentes de menos de 2 anos de idade e são, na maior parte das vezes, causadas pelo vírus respiratório Sincicial ou VRS. Tudo começa com uma constipação banal, acompanhada de febre. Todos os anos, com o início do Inverno, os casos de bronquiolite provocam a invasão dos serviços de urgência de [...]]]></description>
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><span id="bodyContent"><span id="bodyData"><strong>As bronquiolites atingem os lactentes de menos de 2 anos de idade e são, na maior parte das vezes, causadas pelo vírus respiratório Sincicial ou VRS. Tudo começa com uma constipação banal, acompanhada de febre.</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="bodyContent"><span id="bodyData">Todos os anos, com o início do Inverno, os casos de bronquiolite provocam a invasão dos serviços de urgência de Pediatria dos hospitais.</p>
<p>De facto, esta infecção vírica dos brônquios de pequeno diâmetro é muito frequente e contagiosa, atingindo cerca de um terço dos lactentes no primeiro ano de vida. O vírus transmite-se pela saliva, secreções, mãos e material contaminado. Na maior parte dos casos, a doença é benigna e cura-se facilmente em casa. Em alguns casos (menos de 5%), é necessário recorrer ao internamento.</p>
<p>As bronquiolites atingem os lactentes com menos de 2 anos de idade e são, na maior parte das vezes, causadas pelo vírus respiratório Sincicial ou VRS. Tudo começa com uma constipação banal, acompanhada de febre. Em 20% dos casos, a infecção não se resolve espontaneamente, alastrando aos brônquios e bronquíolos e provocando um espessamento da mucosa e acumulação de secreções, que dificultam a respiração. A criança tosse, respira mais depressa, e a passagem do ar nos brônquios provoca pieira.</p>
<p><strong>Que fazer perante esta constipação que degenerou?</strong><br />
O primeiro passo consiste em consultar o médico assistente, que fará o diagnóstico e indicará o tratamento adequado. Este consiste, essencialmente, em algumas medidas simples, como:</p>
<p>• Posicionamento do bebê em posição sentada;</p>
<p>• Desobstrução das fossas nasais com soro fisiológico;</p>
<p>• Fraccionamento das refeições e dar de beber frequentemente;</p>
<p>• Prescrição eventual de algumas sessões de cinesioterapia respiratória;</p>
<p>• Tratamento da febre com paracetamol;</p>
<p>• Tratamento com broncodilatador (medicamento utilizado na asma) poderá ajudar em alguns casos.</p>
<p>Em contrapartida, salvo casos específicos, não se justifica a toma de antibióticos (ineficazes contra infecções víricas), antitússicos, fluidificantes brônquicos ou outro tratamento.</p>
<p>A infecção prolonga-se, normalmente, entre 5-10 dias, embora a tosse possa persistir, sem gravidade, durante cerca de 15 dias.</p>
<p>Embora o internamento raramente seja necessário, recomenda-se nas crianças mais frágeis, nomeadamente, com menos de 6 semanas, com problemas de saúde ou com má tolerância à doença.</p>
<p>Se o bebé não se alimenta, não reage normalmente ou se apresentar agravamento da dificuldade respiratória, deve-se consultar imediatamente o médico assistente. A mesma regra deve aplicar-se se o bebé vomitar, estiver com diarreia ou se a febre aumentar.</p>
<p>Não é raro um bebé desenvolver várias bronquiolites. A partir da terceira infecção, fala-se de &#8220;asma do lactente&#8221;. Mas isso não significa que este lactente será uma criança asmática. De facto, o desenvolvimento posterior de uma asma está relacionado com a existência de um terreno alérgico familiar.</p>
<p><strong>Conselhos aos pais<br />
</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Como tentar prevenir?<br />
</span>- Se um dos pais ou restantes familiares estiver constipado, evitar contactos estreitos com a criança (sobretudo se tiver menos de 3 meses);<br />
- Se um dos filhos estiver com bronquiolite, evitar o contacto com outros lactentes;<br />
- Lavar frequentemente as mãos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Quais as medidas indispensáveis?<br />
</span><em>- </em>Evitar absolutamente a exposição ao tabaco;<br />
- Dar regularmente de beber em pequenas quantidades;<br />
- Desobstruir as fossas nasais antes das refeições.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">fonte: http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=1037623118F43A1FE0440003BA2C8E70&amp;opsel=2&amp;channelid=0</p>
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		<title>Asma e as drogas</title>
		<link>http://www.fisionews.com.br/2008/09/19/asma-e-as-drogas/</link>
		<comments>http://www.fisionews.com.br/2008/09/19/asma-e-as-drogas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 14:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fisionews</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia]]></category>
		<category><![CDATA[Lancet]]></category>
		<category><![CDATA[medicação]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[paracetamol]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Beasley]]></category>
		<category><![CDATA[risco de asma]]></category>
		<category><![CDATA[Tylenol]]></category>

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		<description><![CDATA[Paracetamol pode agravar risco de asma em crianças Analgésico está associado a um risco 46% maior de desenvolver a doença quando chegar aos 6 ou 7 anos KONG - Bebês que consomem o analgésico paracetamol podem ter mais risco de sofrer de asma e eczema quando tiverem 6 ou 7 anos, segundo um abrangente estudo feito em [...]]]></description>
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<h3>Paracetamol pode agravar risco de asma em crianças</h3>
<p>Analgésico está associado a um risco 46% maior de desenvolver a doença quando chegar aos 6 ou 7 anos</p></div>
<p style="text-align: justify;">KONG - Bebês que consomem o analgésico paracetamol podem ter mais risco de sofrer de asma e eczema quando tiverem 6 ou 7 anos, segundo um abrangente estudo feito em 31 países.</p>
<p>Esse é um dos três estudos sobre a asma publicados na nova edição da revista médica Lancet. Os outros dois dizem que chiados e coriza podem sinalizar predisposição dos bebês à asma.</p>
<p>No primeiro estudo, os médicos examinaram dados fornecidos pelos pais de mais de 205 mil crianças, e concluíram que o uso do paracetamol está associado a um risco 46 por cento maior de desenvolver a doença quando a criança chegar aos 6 ou 7 anos, em comparação a quem não consumiu o medicamento.</p>
<p>Em caso de dosagens mais elevadas (mais de uma vez por mês), o risco de asma nos anos posteriores poderia até triplicar.</p>
<p>O paracetamol (vendido no Brasil sob a marca Tylenol, entre outras) é usado no combate a febres e dores. Em crianças, é administrado na forma de suspensão. Empiricamente, os médicos já suspeitavam nos últimos anos que houvesse uma associação dessa droga com a asma.</p>
<p>Teoricamente, o paracetamol reduz os antioxidantes do organismo. Alguns especialistas dizem que os antioxidantes impedem que radicais livres (moléculas instáveis) façam danos ao organismo, provocando doenças como o câncer.</p>
<p>&#8220;O paracetamol pode reduzir os níveis de antioxidantes, e isso pode gerar um estresse oxidante nos pulmões e causar asma&#8221;, disse por telefone um dos pesquisadores, Richard Beasley, do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia.</p>
<p>O uso mensal do paracetamol também dobra o risco de eczema e triplica o de rino-conjuntivite &#8212; espirros, nariz escorrendo e congestão nasal &#8212; quando a criança atinge 6 ou 7 anos, segundo o estudo.</p>
<p>Mas os pesquisadores disseram que, como analgésico infantil, o paracetamol continua sendo preferível à aspirina, que está associada à síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde recomenda que o paracetamol só seja administrado em crianças em casos de febre superior a 38,5 graus, evitando-se o uso mais rotineiro.</p>
<p>Em outro estudo na Lancet, foram monitoradas 6.461 pessoas em 14 países, todas elas há mais de oito anos sem episódios de asma. Quem vivia com o nariz escorrendo, por causa de rinite ou alergias, tinha 3,5 vezes mais chance de desenvolver asma posteriormente.</p>
<p>O terceiro estudo, feito no Arizona (EUA), mostrou que bebês com chiado na respiração podem estar prenunciando casos de asma na vida adulta. Eles examinaram o prontuário de 849 pessoas em torno de 22 anos de idade. De 181 vítimas de asma, 49 (sendo 35 mulheres) tiveram um diagnóstico precoce.</p>
<p>Em 70 por cento dos casos de asma, a pessoa apresentava esse chiado nos seis primeiros anos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid244332,0.htm</p>
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