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Fisioterapia

Dores nas costas? Como a fisioterapia pode ajudar você.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) todas as pessoas em algum momento de suas vidas, sofrerão de dores nas costas em diferentes graus, ou seja, umas mais intensamente e outras nem tanto. A origem destas dores têm diversos motivos, dentre os principais: má postura, desgaste de uma articulação, movimentos bruscos, inflamações, carregar peso em excesso, obesidade, falta ou excesso de atividade física, atitudes repetitivas entre outros tantos que, se não tratados de maneira adequada, podem agravar ainda mais a situação.

O tratamento destas dores consiste, primeiramente, em uma consulta a um profissional especializado, médico ou fisioterapeuta que realizarão testes, e solicitarão exames para detectar a causa, o grau de acometimento e a localização exata da dor. Em seguida irão estabelecer um programa de reabilitação adequado a cada pessoa visando a diminuição da dor e o aumento da flexibilidade e da força dos músculos responsáveis pela manutenção da boa postura.

A fisioterapia age como coadjuvante no tratamento dessas dores, inclusive com foco na prevenção. Alongamento e fortalecimento da musculatura responsável pelo sustento da coluna, realinhando assim as estruturas que podem estar comprometidas, diminuindo aquela sensação de “queimação” e “pinçada”.

Além disso, a fisioterapia leva a uma reeducação da postura, sendo que o fisioterapeuta ensina ao paciente exercícios e alongamentos de fácil execução – que podem ser realizados em casa pelo próprio paciente – e ainda dá sugestões importantes quanto a execução adequada das atividades diárias como melhores posturas para trabalhar, sentar, carregar peso, dormir e até a maneira ideal para se exercitar.

As dores nas costas são um problema comum entre as pessoas. Solucioná-la ou amenizá-la requer persistência e disciplina de quem sofre com ela e, depende também, de uma boa orientação dos profissionais da saúde.

Conjuntivite

O maior desafio da saúde pública é prevenir doenças que afastam a população das atividades diárias. Estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que as doenças das vias respiratórias – gripe, resfriado, rinite, sinusite, bronquite e asma – chegam a triplicar no período do inverno.

 O maior problema no frio são as aglomerações em ambientes pouco arejados que facilitam a proliferação de vírus. Além disso, a baixa umidade do ar reduz as defesas do organismo e resseca todas as mucosas, inclusive a lágrima que tem a função de proteger a superfície ocular.

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho. Normalmente, possui pequenos vasos sangüíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sangüíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho.

Os sintomas são: pálpebras inchadas, vermelhidão, coceira, ardência, sensação de areia nos olhos, lacrimejamento, secreção transparente e fotofobia (aversão à luz). Por ser altamente contagiosa, observa, é um importante fator de afastamento do trabalho que pode durar de três a quatro semanas.

Nas  empresas os maiores veículos de contaminação são os teclados de computador, mouse e interruptores de luz. Os especialistas também chama a atenção para os carrinhos de supermercado e balcões do varejo. Engana-se quem pensa que passar álcool nos objetos elimina vírus. A dica para evitar o contágio é lavar as mãos com freqüência, principalmente depois de usar objetos que foram manuseados por outras pessoas e ingerir bastante água para manter a hidratação.

Para Previvinir o contágio tome as seguintes precauções.
·Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes;
·Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos patogênicos;
·Não coce os olhos;
·Aumente a freqüência com que troca as toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
·Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;
·Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.

Tratamento
Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.
Acima de tudo, não se automedique. A indicação de qualquer remédio só pode ser feita por um médico. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.