Pilates na Esclerose Múltipla

Esclerose2Muito se fala sobre os benefícios do método de Pilates em pessoas saudáveis. O artigo que irei mencionar é a sobre os efeitos do Pilates no equilíbrio, na mobilidade e força muscular em pacientes com esclerose múltipla.  Eles avaliaram os efeitos no método Pilates em 26 pacientes com esclerose múltipla divididos em 2 grupos, o grupo que realizaram os exercícios de pilates por 8 semanas e o grupo controle que não realizaram os exercícios. Ao final do estudo eles observaram melhora do equilíbrio, da força muscular  e da mobilidade nos pacientes com esclerose múltipla e não observaram diferenças no grupo controle. Devido à sua estrutura, que é composta de exercícios de fortalecimento e equilíbrio, treinamento com o método de  Pilates podem desenvolver o equilíbrio, mobilidade e força muscular de pacientes com esclerose múltipla. Por esta razão, pensamos que,  os exercícios do Pilates que são apropriadas para o nível de incapacidade do paciente podem ser sugeridas.

Referência: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23949064

 

A Clínica Sphera possui um lindo e  moderno estúdio de Pilates em suas unidades

Unidada I: Rua: Soldado João de Oliveira, 326, Pirituba, São Paulo- SP.

( 11)  2367 – 6051 , (11)  2367 – 6584

Unidade II: Rua: dos Alpes, 603, Curuça, Santo André, SP.

(11)  4509 – 4460,  (11) 4509- 4460

Agende uma avAula experimental gratuíta

aliação com a fisioterapeuta especialista em neurologia

www.spherafisioterapia.com.br

Compartilhar/Favoritos

Fisioterapia na saúde do idoso: Exercícios físicos na promoção da qualidade de vida

O envelhecimento da população é um dos grandes desafios para as próximas décadas. Com o avanço dos anos observa-se uma diminuição da massa muscular e da velocidade de contração muscular, reduzindo também a massa óssea, aumentando com isso, o risco de fraturas. A intervenção fisioterapêutica específica dessa faixa etária usufrui de aplicação de exercícios físicos gerando efeitos positivos na saúde do idoso e sua qualidade de vida como a potencialização das capacidades físicas: força, flexibilidade, equilíbrio, potência aeróbia e outros, além de minimizar o risco de quedas e acidentes.

Alterações Cardiopulmonares do Envelhecimento

O envelhecimento está associado a alterações nas estruturas cardíacas e pulmonares que tendem a ser individualizadas, como o aumento da massa cardíaca, leve aumento da espessura da parede do ventrículo esquerdo bem como o septo interventricular, mantendo os índices ecocardiográficos normais. Há uma diminuição da contração da musculatura cardíaca. Sendo frequentes também os distúrbios elétricos cardíacos com diferentes graus de bloqueio e de arritmias. Quanto às artérias, elas sofrem alterações na distensibilidade, elasticidade e dilatação esses distúrbios formam o quadro onde se denomina coração senil que tem como consequência fundamental a diminuição na capacidade de trabalho cardíaco.

As alterações no sistema respiratório abrangem mudanças nas cartilagens costais, nas articulações costoesternais, nos pulmões e no nariz onde promovem aumento progressivo das cartilagens. Contrariamente ao aumento do número de fibras elásticas, os pulmões perdem elasticidade com o envelhecimento, por modificações na composição das fibras elásticas e conjuntivas. Ocorre diminuição na superfície alveolar em decorrência do enfraquecimento muscular, da fibrose e da calcificação e das estruturas do tórax.

Alterações músculo – esqueléticas e elevado risco de quedas

Com o aumento da idade, observa-se uma diminuição na velocidade de contração muscular e uma atrofia das fibras que compõem esses músculos havendo assim, uma perda de massa muscular total e um aumento na gordura subcutânea e intramuscular, denominado sarcopenia. O envelhecimento implica em menor grau, uma perda da mineralização óssea, podendo causar osteoporose. A alimentação incorreta a falta de exercícios físicos aceleram e agravam o processo. As quedas em particular são mais frequentes nessa etapa da vida, com isso, os indivíduos idosos, quando caem, apresentam maiores riscos de lesões. O motivo engloba diversos fatores como: diminuição do equilíbrio, alterações na postura e na marcha.

As alterações posturais estão também diretamente ligadas nessa faixa etária Estas alterações incluem a deterioração das articulações zigapofisárias e espinhais, os discos intervertebrais se tornam gradualmente mais chatos e menos resistentes, ocorre também o estreitamento do canal espinhal ou forame neural, a perda do espaço do disco intervertebral, a calcificação do tecido conjuntivo periarticular, a osteoporose e doenças degenerativas, que fazem com que os ossos fiquem mais porosos. O resultado das alterações posturais é um acunhamento gradativo das vértebras torácicas inferiores, resultando em um desalinhamento compensatório das vértebras torácicas inferiores, o que resulta em um desarranjo compensatório das vértebras torácicas superiores e cervical parte inferior, sendo conhecido como “corcunda de viúva”.

Há também alterações na marcha, onde a principal característica do movimento dos idosos é que eles movem-se muito mais lentamente do que as pessoas mais jovens, devido ao condicionamento físico. Essa associação de condicionamento físico e velocidade da marcha são compatíveis com a hipótese de que quanto mais atividade física, maior o condicionamento e a velocidade da marcha. Portanto é fundamental ter um estivo de vida ativo, incluindo caminhadas, pode-se manter a marcha normal preservando assim a força e estimulando o equilíbrio.

O impacto do exercício físico em indivíduos idosos

O exercício físico em idades avançadas atua na manutenção da função, para conservar ativos todos os sistemas que formam o organismo, como: sistema muscular, sistema nervoso e sistema osteoarticular. A atividade física proporciona o cuidado e a prevenção de enfermidades, retardando ou atenuando o envelhecimento, atuando diretamente na promoção da saúde e na prevenção de agravos, tais como, distúrbios osteomusculares, doenças cardiovasculares, obesidade entre outros.

Observam-se também melhoras na capacidade respiratória, na reserva cardíaca, no tempo de reação, na força muscular, entre outras. Essas melhoras refletem também nas capacidades intelectuais, como vivacidade intelectual e estado de desenvolvimento psíquico superior.  A prática regular de exercícios físicos se consegue fortalecimento da musculatura, melhora do equilíbrio e da estabilidade postural, com isso, resulta na diminuição do risco de quedas.

Ações do fisioterapeuta de prevenção, promoção e proteção a saúde

A ação do fisioterapeuta é adiar as instalações das incapacidades ocasionadas com o processo do envelhecimento, tratar as alterações motoras e funcionais decorrentes de doenças e problemas associados, e trabalhar a reabilitação do idoso dentro das suas especificidades e potencialidades. A prática constante diminui o uso de medicamentos, melhora a capacidade funcional, estimulando a melhora da qualidade de vida do indivíduo idoso.

A potencialização das capacidades físicas, como força, flexibilidade, potência aeróbia, e equilíbrio promovem uma melhoria significativa nas atividades de vida diária, reduzindo a fadiga a pequenos esforços, minimizando o risco de quedas e acidentes. Os exercícios físicos sistematizados reduzem a vulnerabilidade e a fragilidade causadas pela inatividade, minimizam as mudanças biológicas trazidas pelo envelhecimento, ajudam no controle de doenças crônicas, potencializam a autonomia motora, favorecendo assim a qualidade de vida.

Fonte: http://www.faeso.edu.br/horus/cienciasdasaude/9.pdf

Visite nosso site: http://www.spherafisioterapia.com.br

Atividade Física na prevenção e tratamento da obesidade infantil

A obesidade infantil é definida como excesso de gordura corporal, e é considerada um grande problema na sociedade atual, atingindo elevadas proporções entre a população infantil na qual há uma forte indicação de sua permanência na fase adulta.

As causas da obesidade são muitas: má alimentação, sedentarismo, antecedentes familiares, hormonal.

As conseqüências são várias: aumento de colesterol, risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e ortopédicos, provocados pela sobrecarga de peso, com lesão do sistema ósteoarticular, principalmente nos períodos de estirão do crescimento. As intervenções para a prevenção da obesidade infantil devem ter como foco principal a prática de atividades físicas aliada a uma alimentação saudável.

A prática de atividade física é um importante fator de saúde, tornando-se um bom controle e prevenção da obesidade. O exercício físico moderado pode estimular o crescimento e induzir aumentos significativos do hormônio de crescimento na circulação, tanto em crianças, como em adolescentes. Esta prática é um fator que contribui para a redução da gordura, aumento da massa muscular e da densidade óssea. Além disso, ele é capaz de promover diversas adaptações no organismo da criança.

Sabe-se que o treinamento físico isolado, sem controle alimentar, causa modesta perda de peso. Porém, em associação com boas práticas alimentares, facilita a adesão ao controle alimentar e garante maior sucesso na manutenção da massa magra e redução da massa adiposa. A combinação de trabalho aeróbio ao treinamento de força, garante uma combinação de perda de gordura e manutenção da massa magra. O perfil da atividade física para esse público deve se caracterizar por movimentos lúdicos e com criatividade.

Fonte: http://facape.br/textos/2008_001_A_ATIVIDADE_FISICA_NO_CONTROLE_DA_OBESIDA_INFANTIL.pdf

SPHERA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA

http://www.spherafisioterapia.com.br

SITUADA NA  RUA: SOLDADO JOÃO DE OLIVEIRA N 174 – SUBSOLO DA ACADEMIA ÁGUA VIDA. PIRITUBA, SÃO PAULO-SP

AGENDE O SEU HORÁRIO (11) 2367 6584/ (11) 2367 6051/(11) 8266 9878

Hérnia de disco pode ser tratada sem cirurgia

A hérnia de disco está entre as queixas mais recorrentes quando o assunto é problema na coluna. A hérnia de disco nada mais é do que uma ruptura estrutural em um dos discos da coluna, ocorrendo com mais frequência na região lombar ou cervical. Além de provocar dor, ela geralmente inabilita a vítima de exercer suas funções normalmente.

Após passar por um diagnóstico médico, muitas pessoas são logo encaminhadas para a cirurgia, expondo seus organismos aos riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica. Mas o que o grande público não sabe, e merece saber, é que a cirurgia não é a única solução para esse mal, e muitas vezes é a saída menos indicada. Com base em estudos, a Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos afima que cerca de 90% dos portadores de hérnia de disco podem melhorar através de práticas orientadas e regulares de técnicas como a Fisioterapia, o RPG (Reeducação Postural Global), Acupuntura, e o Rolfing. Ainda o reumatologista José Goldenberg alerta: “A cirurgia só deve ser uma opção quando não há resposta terapêutica a um tratamento de no mínimo oito semanas envolvendo fisioterapia, outras técnicas e medicamentos”

Confira as possibilidades de tratamento:

  • Fisioterapia: Tratamento recomendado principalmente para o relaxamento e a reeducação postural. Evita que problemas pequenos se tornem grandes;
  • RPG e Rolfing: Ambos são muito úteis no fortalecimento das vértebras, gerando flexibilidade e maior capacidade de movimentos;
  • Exercícios físicos: Fortalecer os músculos, em especial o grupo abdominal, é primeiro passo pra quem quer ficar longe dos problemas de coluna. É possível reforçar músculos e tendões que circundam as vértebras e impedir o avanço da doença;
  • Antiinflamatórios: Quando a situação está realmente grave, os terminais nervosos, a musculatura, as articulações e os ligamentos ficam contraídos pela inflamação, causando mais dor que o suportável. Os antiinflamatórios são bem úteis nesse caso;
  • Acupuntura: Indicado como complemento de outras terapias e apenas para problemas em estágio inicial. O tratamento à base das agulhas serve para aliviar dores e desbloquear terminais de energia espalhados pelo corpo;

 Fonte: http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/hernia-de-disco-pode-ser-tratada-sem-cirurgia/

 

SPHERA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA
http://www.spherafisioterapia.com.br

SITUADA NA  RUA: SOLDADO JOÃO DE OLIVEIRA N 174 – SUBSOLO DA ACADEMIA ÁGUA VIDA. PIRITUBA, SÃO PAULO-SP

AGENDE O SEU HORÁRIO (11) 2367 6584/ (11) 2367 6051/(11) 8266 9878

Pilates na Condromalácea Patelar

A Condromalácea Patelar consiste em uma patologia degenerativa da cartilagem patelas e dos côndilos femorais correspondentes. Trata-se de amolecimento desta cartilagem pelo atrito incorreto contra os côndilos do fêmur, ocorrendo desconforto, dor ao redor ou atrás da patela, crepitação e estralos em alguns casos, além de edema e derrame intra-articular. Em seus estágios iniciais, os sintomas podem ser revertidos.

Algumas pessoas tem predisposição a apresentar a lesão devido ao desalinhamento da patela ao invés da patela percorrer o “trilho”formado pelos côndilos do fêmur na flexão e extensão, ela tende a deslocar-se para as laterais, aumentando o atrito entre os dois ossos. Com as alterações do alinhamento da patela, que excursiona fora do local adequando, ocasiona atrito entre a superfície articular e a superfície articular do fêmur provocando “desgaste”.  Tais alterações estão relacionadas à musculatura do quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos musculares.

A Contromalácea Patelar pode ser classificada de acordo com o grau de deterioração, segundo Outerbrigde (1961):

GRAU I: Amolecimento da cartilagem e edemas;

GRAU II: Fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menos ou igual à 1,5 cm;

GRAU III: Fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à 1,5 cm;

GRAU IV: Erosão ou perda da cartilagem articular com exposição do osso subcondrial;

Não há protocolo rígido de tratamento. É importante analisar o grau e direcionar às causas, tentando reequilibrar o alinhamento da patela através de tratamento fisioterápico associado a métodos analgésicos e antiinflamatório.

O PILATES age de forma fantástica no alinhamento da patela, vem como na estabilização do quadro de condromalácea. Já que um dos grandes alicerces do método é o fortalecimento dos músculos centrais do corpo, aliada às técnicas que potencializam a respiração, o resultado é o equilibrio muscular. No caso da condromalácea patelar são inclusos exercícios de potência, força, alongamento e mobilização do membro inferior , evitando a sobrecarga na articulação em questão. No geral, é importante o alongamento dos isquiotibiais, o qual seu encurtamento implica em um agravamento no atrito da patela com o fêmur, no momento da marcha. Nos quadríceps, sobretudo o vasto medial e banda iliotibal, tendões e panturillha também são extremamente necessárias para equilibrar as forças atuantes sobre a patela.

Fonte: www.revistapilates.com.br/2010/02/26/condromalacea-patelar-estabilizada-pelo-pilates-2/