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Asma e a Amamentação


Bebes que amamentam durante seis primeiros meses de vida ficam protegidos contra a asma, afirmam pesquisadores da universidade de Sunderland, na Inglaterra. Além de evitar as crises, a amamentação ajuda a diminuir a incidência de asma em crianças que estão acima do peso, conforme publicação Science.
Foram avaliadas sete mil crianças com idades de t6 a 12 anos. O resultado da avaliação apontou uma redução significativa da incidência de asma naqueles que haviam sido amamentados durante seis meses seguidos. O efeito protetor foi ainda maior nos meninos.
Bebes que se alimentam apenas do leite materno nos primeiro seis meses de vida tem menos asma, rinite e eczema. As crianças com asma que foram amamentadas na primeira infância , quando entraram em crise, tinham uma forma menos severa da doença e melhoravam rápido do que aqueles que nunca haviam sido amamentados – explica o coordenador da pesquisa britânica.
De acordo com o pesquisador, a amamentação traz uma serie de benefícios tanto para o bebe como para a mãe, e, nos casos das alergias, ela é fundamental para prevenir uma serie de distúrbios respiratórios e cutâneos. Segundo dados da pesquisa, o efeito protetor do leite materno foi significativo principalmente nas crianças amamentadas até nove meses de idade, mas a proteção já acontece em bebes que amamentaram até os quatro meses.
A amamentação é o antialérgico mais barato que existe. A pesquisa comprova que quanto mais longo o período da amamentação, mais protegida a criança ficara contra uma série de doenças- diz o estudo.
O estudo também avaliou a relação entre  o excesso de peso e a asma em crianças. Como era esperado pela equipe, aquele com um índice de massa corporal acima da média tinham mais problemas respiratórios (falta de ar, chiados, tosse e asma por esforço) do que as no peso ideal para a idade.

Fumo Passivo

De acordo com informações obtidas junto à Sesau, os males do tabagismo passivo vão de irritação nos olhos, tosse, dor de cabeça e aumento dos problemas alérgicos e cardíacos até efeitos de médio e longo prazo: pesquisas nacionais e internacionais indicam que os fumantes passivos têm um risco 23% maior de desenvolver doença cardiovascular e 30% mais chances de ter câncer de pulmão. Além disso, têm mais propensão a asma, redução da capacidade respiratória, 24% mais chances de ter infarto do miocárdio e maior risco de artereosclerose.

Crianças expostas à fumaça do tabaco também podem desenvolver doenças cardiovasculares quando adultas, infecções respiratórias e asma brônquica. Os filhos de gestantes que fumam apresentam o dobro de chances de nascer com baixo peso e 70% de possibilidades de sofrer um aborto espontâneo; 30% podem morrer ao nascer. Durante o aleitamento, a criança recebe nicotina por meio do leite materno. A substância produz intoxicação, podendo ocasionar agitação, vômitos, diarréia e taquicardia, principalmente em mães fumantes de 20 ou mais cigarros por dia.

É proibido fumar!

Para garantir o bem estar e a saúde da população, principalmente dos não-fumantes, foi criada a Lei Federal 9.294/96, que é regulamentada pelo Decreto n° 2.018/96. A Lei dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de cigarros, proibindo o fumo em ambientes fechados de uso coletivo, como instituições públicas e privadas, a não ser em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.

A Secretaria do Estado de Saúde (Sesau), por meio do Programa de Tabagismo tem atuado na capacitação dos funcionários de restaurantes quanto à forma de lidar com os clientes na hora de informá-los sobre a proibição de se fumar dentro do ambiente.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reforça a necessidade e a importância da obrigatoriedade de se ter ambientes totalmente livres de fumo. Para isso, a OMS aponta sete razões:

1 – O tabaco mata e provoca doenças graves;

2 – Um ambiente 100% livre de tabaco protege totalmente a população dos riscos graves da exposição ao fumo desta substância;

3 – O direito ao ar puro faz parte dos Direitos Humanos;

4 – Estatísticas revelam que a proibição de fumar é apoiada tanto por fumantes como por não-fumantes;

5 – Ambientes sem fumaça de tabaco são tão bons para negócios como para famílias com crianças;

6 – Ambientes sem fumaça dão aos fumantes que estão tentando deixar de fumar um incentivo para fazê-lo;

7 – Ambientes sem fumaça ajudam a prevenir, principalmente os mais jovens, de se iniciarem como fumantes.

Fonte:http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=Estado&idnoticia=1547

Shiatsu anti stress

Saúde não é apenas a ausência de doença, e sim o completo equilíbrio do bem-estar físico, mental e emocional. Mas com a correria do dia-a-dia somos submetidos a um alto grau de estresse e nervosismo. Por muitas vezes acabamos procurando tratamentos paliativos, deixando de combater e controlar efetivamente a causa do estresse.

Um grande aliado bastante eficaz e muito utilizado na prevenção e no tratamento das doenças causadas pelo estresse é técnica da Shiatsuterapia. Baseado no princípio da sabedoria oriental, no qual não é a doença que deve ser tratada, e sim o fenômeno que a provocou, o objetivo do Shiatsu, uma espécie de massagem, é estimular a resistência natural do corpo às doenças por meio do restabelecimento energético. O Shiatsu é uma modalidade de terapia corporal que tem como essência o toque manual sobre a pele com o intuito de tratar ou prevenir doenças estimulando os mecanismos de recuperação naturais do corpo.

Com uma abordagem terapêutica semelhante à da acupuntura, porém sem o uso de agulhas, o Shiatsu (ATSU=pressão, SHI=com os dedos) atua no equilíbrio do “Ki”, energia vital que cada ser vivo possui, incluindo o homem, conforme os preceitos da Medicina Chinesa. Os pontos doloridos no nosso corpo são os bloqueios do fluxo dessa energia que, em desarmonia, causam o surgimento das doenças. É por meio desses toques e pressões com os dedos, além das técnicas de manipulação com as palmas das mãos e cotovelo, que o fluxo de energia é liberado.

O Shiatsu é recomendado para tratar e prevenir problemas como dores na coluna, insônia, espasmos musculares, tensão pré-menstrual, asma, constipação, cólicas menstruais, estresse, ansiedade, dores de cabeça, esgotamento físico, problemas de deficiência funcional de órgãos e uma infinidade de outras doenças. Ele contribui para a melhora da circulação do sistema sanguíneo e linfático, além de desenvolver um ritmo de respiração mais eficiente e um melhor equilíbrio energético, promovendo a união harmoniosa entre corpo, mente e espírito.

Entretanto, alertamos para alguns cuidados. Mesmo sendo uma terapia alternativa é preciso ter habilitação para aplicá-la. Portanto, é muito importante escolher um profissional capacitado e preparado para realizar o tratamento e utilizar a técnica corretamente.

Para qualquer dúvida ou tratamento deixe o seu comentário que entramos em contato.

fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=15183&Itemid=1