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Fisioterapia Respiratória

Fisioterapia Respiratória

A Fisioterapia Respiratória é muito ampla na prática profissional e atua no tratamento de pacientes de todas as idades com distúrbios pulmonares agudos ou crônicos. Pode ser realizada em ambientes hospitalares, no pré e pós operatório de diversas cirurgias, em Unidades de Terapia Intensiva, clínicas particulares, ambulatórios, centro de assistência e reabilitação e até mesmo na casa do paciente quando se fizer necessário.

Suas principais metas são:

Prevenir o acúmulo de secreções nas vias aéreas, que interfere na respiração normal;

Favorecer a eficácia da ventilação;

Promover a limpeza e a drenagem das secreções;

Melhorar a resistência e a tolerância à fadiga, durante os exercícios e nas atividades da vida diária;

Melhorar a efetividade da tosse;

Prevenir e corrigir possíveis deformidades posturais, associadas ao distúrbio respiratório;

Promover Suporte Ventilatório adequado, bem como sua retirada, em pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva.

A Fisioterapia Respiratória tem grande indicação nos casos de pacientes com crises repetidas de asma e bronquite, principalmente se ocorre intensa produção de secreção dentro dos brônquios, situação essa que poderia levar a quadros associados de pneumonia. A asma, também conhecida como bronquite asmática ou bronquite alérgica acompanha-se de uma inflamação crônica dos brônquios e sintomas como: falta de ar, aperto no peito, cansaço, chiados e tosse persistente. Ocorre em cerca de 10% da população brasileira, sendo mais frequente em crianças.

A asma e a bronquite causam obstrução brônquica, dificultando a saída do ar de dentro dos pulmões. O papel do fisioterapeuta é justamente fazer a desobstrução brônquica. “Assim que é diagnosticada a asma ou bronquite, é importante que a pessoa procure este especialista para fazer a sua reeducação respiratória, através dos exercícios de relaxamento, postura e o uso do inalador. Isso ameniza muito as crises, diminuindo também a incidência de processos infecciosos pulmonares”.

O fisioterapeuta também tem um papel fundamental no auxílio às pessoas com seqüelas respiratórias causadas por uma forte pneumonia. Nesses casos, pode ocorrer derrame na pleura (“capa”que envolve os pulmões), isto é, um acúmulo de secreção ou água no local. A Fisioterapia Respiratória, através de ventilação e exercícios próprios, chega a atingir 100% de regressão e melhora desse tipo de quadro clínico.

Na UTI, a Fisioterapia Respiratória tem um caráter mais dinâmico e objetivos diferentes. Auxilia na manutenção das funções vitais, através da prevenção e/ou tratamento das doenças cardio-pulmonares, circulatórias, reduzindo assim a chance de possíveis complicações e o tempo de ocupação do leito. Cabe também ao fisioterapeuta, na admissão do paciente em UTI, adequar o suporte ventilatório necessário, através da instalação imediata de oxigenoterapia e ventilação mecânica.

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Tratamento da Asma

Tratando a sua Asma

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Embora não exista cura para asma, existem algumas medicações excelentes disponíveis para ajudar no controle da asma, assim não interfere na suas atividades.

É importante que você tome a medicação própria para asma, e que seu medico tenha explicado como você usa os inaladores apropriadamente e também as doses adequadas para seu beneficio.

Controle da Asma

Asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas não tem cura, mas tem controle. Quando pensamos em Asma ou em pessoas com asma logo nos vêm em mente as “bombinhas”, hoje estes disponíveis em nebulizadores, erossol dosimetrado spray ou “bombinhas” ou inaladores de pó seco e por diferentes dispositivos. Geralmente a medicação para controle da asma são os corticóides e os broncodilatadores.

A medicação de controle deve ser utilizada para controle da inflamação deixando as vias aéreas mais menos sensíveis reduzindo o risco de um ataque severo. O efeito de proteção é dado por um período de tempo, assim se necessários utilizados todos os dias (geralmente pela manha e tardes) mesmo quando se sentindo bem. A medicação de controle não alivia os sintomas logo após a sua administração, mas com o controle da inflamação (reduz a inflamação para reduzir sintomas).

Existem vários tipos de medicação de controle, mas todas funcionam da mesma forma. Você deve iniciar o tratamento com o nível adequado (alguns casos com doses altas) para manter a sua asma sob controle, conforme for atingindo o controle você poderá reduzir a quantidade de medicação.

Além da medicação de controle devem ter uma medicação de alivio imediato por ex. os broncodilatadores. Os broncodilatadores são administrados para alivio imediato dos sintomas (falta de ar, chiado, tosse seca). Este rapidamente relaxa a musculatura lisa em volta da via aérea, liberando a passagem do ar e deixando a respiração fácil novamente.

Os broncodilatadores são essenciais para o tratamento das crises de asma. Você deve ter a dose adequada para o alivio das crises. Se você estiver usando o broncodilatador três vezes ou mais por semana, sua asma pode não estar bem controlada, você deve retornar ao medico para uma reavaliação.

As informações sobre saúde contidas neste site são fornecidas somente para

fins educativos e não pretendem substituir, de forma alguma, as discussões

estabelecidas entre médicos e pacientes.

“NÃO TOME NENHUM MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU

MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.”


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Conjuntivite

O maior desafio da saúde pública é prevenir doenças que afastam a população das atividades diárias. Estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que as doenças das vias respiratórias – gripe, resfriado, rinite, sinusite, bronquite e asma – chegam a triplicar no período do inverno.

 O maior problema no frio são as aglomerações em ambientes pouco arejados que facilitam a proliferação de vírus. Além disso, a baixa umidade do ar reduz as defesas do organismo e resseca todas as mucosas, inclusive a lágrima que tem a função de proteger a superfície ocular.

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho. Normalmente, possui pequenos vasos sangüíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sangüíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho.

Os sintomas são: pálpebras inchadas, vermelhidão, coceira, ardência, sensação de areia nos olhos, lacrimejamento, secreção transparente e fotofobia (aversão à luz). Por ser altamente contagiosa, observa, é um importante fator de afastamento do trabalho que pode durar de três a quatro semanas.

Nas  empresas os maiores veículos de contaminação são os teclados de computador, mouse e interruptores de luz. Os especialistas também chama a atenção para os carrinhos de supermercado e balcões do varejo. Engana-se quem pensa que passar álcool nos objetos elimina vírus. A dica para evitar o contágio é lavar as mãos com freqüência, principalmente depois de usar objetos que foram manuseados por outras pessoas e ingerir bastante água para manter a hidratação.

Para Previvinir o contágio tome as seguintes precauções.
·Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes;
·Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos patogênicos;
·Não coce os olhos;
·Aumente a freqüência com que troca as toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
·Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;
·Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.

Tratamento
Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.
Acima de tudo, não se automedique. A indicação de qualquer remédio só pode ser feita por um médico. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

 

 

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