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	<title>FisioNews &#187; crianças</title>
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	<description>As novidades do mundo da Fisioterapia estão aqui!</description>
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		<title>Crianças x Asma</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 14:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fisionews</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[cesariana]]></category>
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		<description><![CDATA[As crianças nascidas de cesariana podem ser mais propensas a desenvolver asma do que os nascidos de parto normal, segundo um estudo holandês realizado com cerca de 3.000 crianças, que será publicado na edição desta semana da revista especializada Thorax. O número de crianças que sofrem de asma aumentou consideravelmente nas últimas décadas, principalmente nos [...]]]></description>
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><strong id="brtpOlho"> As crianças nascidas de cesariana podem ser mais propensas a desenvolver asma do que os nascidos de parto normal, segundo um estudo holandês realizado com cerca de 3.000 crianças, que será publicado na edição desta semana da revista especializada Thorax.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="brtpTexto">O número de crianças que sofrem de asma aumentou consideravelmente nas últimas décadas, principalmente nos países industrializados.</p>
<p>Paralelamente, a proporção de partos por cesárea aumentou na maioria dos países desenvolvidos, passando de 5% nos anos 1970 para mais de 30% em 2000 em certas regiões do mundo.</p>
<p>Caroline Roduit e seus colegas do Instituto holandês da Saúde e do Meio ambiente durante 8 anos 2.917 crianças nascidas entre maio de 1996 e dezembro de 1997 na Holanda. Deste total, 247 (8,5%) eram nascidas por cesariana. A Holanda tem taxa de natalidade por cesariana fraca em relação aos demais países ocidentais.</p>
<p>No total da população estudada, 12,4% das crianças tiveram asma aos oito anos de idade.</p>
<p>Os pesquisadores mostraram que as crianças nascidas de cesárea tinham risco maior de ter asmas, com mais probabilidade ainda entre as crianças cujos pais eram alérgicos e que tinham portanto uma &#8220;predisposição&#8221; a esta doença. O risco era multiplicado por dois entre as crianças com um dos pais alérgicos e por três entre as crianças com os dois países alérgicos.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados destacam a importância das interações entre fatores genéticos e ambientais no desenvolvimento da asma entre as crianças&#8221;, indicaram os pesquisadores.</p>
<p>&#8220;O aumento do percentual de cesárea é parcialmente devido ao pedido das mãos, sem razões médicas&#8221;, destacaram os pesquisadores. &#8220;Elas devem ser informadas sobre o risco de asma para suas crianças, particularmente quando os países têm antecedentes de asma ou alergia&#8221;, concluíram.</span></p>
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		<title>Asma e as drogas</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 14:39:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Asma]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia]]></category>
		<category><![CDATA[Lancet]]></category>
		<category><![CDATA[medicação]]></category>
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		<category><![CDATA[paracetamol]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Beasley]]></category>
		<category><![CDATA[risco de asma]]></category>
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		<description><![CDATA[Paracetamol pode agravar risco de asma em crianças Analgésico está associado a um risco 46% maior de desenvolver a doença quando chegar aos 6 ou 7 anos KONG - Bebês que consomem o analgésico paracetamol podem ter mais risco de sofrer de asma e eczema quando tiverem 6 ou 7 anos, segundo um abrangente estudo feito em [...]]]></description>
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<h3>Paracetamol pode agravar risco de asma em crianças</h3>
<p>Analgésico está associado a um risco 46% maior de desenvolver a doença quando chegar aos 6 ou 7 anos</p></div>
<p style="text-align: justify;">KONG - Bebês que consomem o analgésico paracetamol podem ter mais risco de sofrer de asma e eczema quando tiverem 6 ou 7 anos, segundo um abrangente estudo feito em 31 países.</p>
<p>Esse é um dos três estudos sobre a asma publicados na nova edição da revista médica Lancet. Os outros dois dizem que chiados e coriza podem sinalizar predisposição dos bebês à asma.</p>
<p>No primeiro estudo, os médicos examinaram dados fornecidos pelos pais de mais de 205 mil crianças, e concluíram que o uso do paracetamol está associado a um risco 46 por cento maior de desenvolver a doença quando a criança chegar aos 6 ou 7 anos, em comparação a quem não consumiu o medicamento.</p>
<p>Em caso de dosagens mais elevadas (mais de uma vez por mês), o risco de asma nos anos posteriores poderia até triplicar.</p>
<p>O paracetamol (vendido no Brasil sob a marca Tylenol, entre outras) é usado no combate a febres e dores. Em crianças, é administrado na forma de suspensão. Empiricamente, os médicos já suspeitavam nos últimos anos que houvesse uma associação dessa droga com a asma.</p>
<p>Teoricamente, o paracetamol reduz os antioxidantes do organismo. Alguns especialistas dizem que os antioxidantes impedem que radicais livres (moléculas instáveis) façam danos ao organismo, provocando doenças como o câncer.</p>
<p>&#8220;O paracetamol pode reduzir os níveis de antioxidantes, e isso pode gerar um estresse oxidante nos pulmões e causar asma&#8221;, disse por telefone um dos pesquisadores, Richard Beasley, do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia.</p>
<p>O uso mensal do paracetamol também dobra o risco de eczema e triplica o de rino-conjuntivite &#8212; espirros, nariz escorrendo e congestão nasal &#8212; quando a criança atinge 6 ou 7 anos, segundo o estudo.</p>
<p>Mas os pesquisadores disseram que, como analgésico infantil, o paracetamol continua sendo preferível à aspirina, que está associada à síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde recomenda que o paracetamol só seja administrado em crianças em casos de febre superior a 38,5 graus, evitando-se o uso mais rotineiro.</p>
<p>Em outro estudo na Lancet, foram monitoradas 6.461 pessoas em 14 países, todas elas há mais de oito anos sem episódios de asma. Quem vivia com o nariz escorrendo, por causa de rinite ou alergias, tinha 3,5 vezes mais chance de desenvolver asma posteriormente.</p>
<p>O terceiro estudo, feito no Arizona (EUA), mostrou que bebês com chiado na respiração podem estar prenunciando casos de asma na vida adulta. Eles examinaram o prontuário de 849 pessoas em torno de 22 anos de idade. De 181 vítimas de asma, 49 (sendo 35 mulheres) tiveram um diagnóstico precoce.</p>
<p>Em 70 por cento dos casos de asma, a pessoa apresentava esse chiado nos seis primeiros anos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid244332,0.htm</p>
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