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	<title>FisioNews &#187; Asma</title>
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	<description>As novidades do mundo da Fisioterapia estão aqui!</description>
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		<title>Doenças Pulmonares x Mortalidade</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 14:58:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Doença pulmonar mata aproximadamente 85 brasileiros por dia Durante os cinco dias do Congresso Brasileiro de Pneumologia e Tisiologia, realizado entre os dias 21 e 25 de novembro, provavelmente 425 brasileiros morreram vítimas de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Esse índice corresponde à média diária de 85 óbitos no Brasil por causa de asma grave, [...]]]></description>
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p><strong>Doença pulmonar mata aproximadamente 85 brasileiros por dia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante os cinco dias do Congresso Brasileiro de Pneumologia e Tisiologia, realizado entre os dias 21 e 25 de novembro, provavelmente 425 brasileiros morreram vítimas de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Esse índice corresponde à média diária de 85 óbitos no Brasil por causa de asma grave, enfisema pulmonar e bronquite crônica.</p>
<p style="text-align: justify;">A DPOC é a nova nomenclatura para classificar a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. Segundo o Consenso Brasileiro de DPOC, discutido durante o congresso, a doença afeta cerca de 5,5 milhões de pessoas no país. E dados da Organização Mundial de Saúde revelam que ela atinge cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo &#8211; uma morte a cada 11 segundos -, o que a posiciona como uma das principais causas de mortes.</p>
<p style="text-align: justify;">Fumantes e ex-fumantes, principalmente acima dos 40 anos, representam 90% dos pacientes. E, por seu caráter progressivo, a doença pulmonar pode se manifestar mesmo em quem já abandonou o cigarro. Além do tabagismo, outras causas comuns são: exposição à poluição, poeira, combustíveis domiciliares (carvão e lenha, por exemplo), além de características genéticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A lesão pulmonar causada pela condição é irreversível e pode trazer dificuldades para o paciente, até mesmo para a realização de tarefas rotineiras como tomar banho, subir e descer escadas, caminhar, conversar, alimentar-se ou vestir-se. Porém, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível controlar os sintomas e proporcionar ao paciente uma vida normal.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, a DPOC é uma doença silenciosa durante muitos anos. &#8220;Os pulmões têm uma grande reserva funcional, de modo que a falta de ar só começa a aparecer quando o indivíduo já perdeu 40% a 50% de sua capacidade pulmonar. Vem daí a importância do teste de função pulmonar. A doença detectada mais precocemente pode ser mais facilmente tratada e pode-se interromper sua progressão&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é eliminar ou reduzir a contínua irritação pulmonar. Existem hoje tratamentos farmacológicos capazes de ajudar a tratar a DPOC e a controlar os principais sintomas, além de terapias complementares, como o programa de exercícios de reabilitação pulmonar e a oxigenoterapia, que ajudam a diminuir os sintomas da doença, tornando o dia-a-dia mais fácil, e a prevenir complicações dos pacientes em estado grave.</p>
<p style="text-align: justify;">fonte:http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=78710</p>
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		<title>Alergias do Verão</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 14:46:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Especialistas alertam sobre alergias de verão Dias quentes e roupas leves caracterizam a estação mais esperada do ano: o verão. Para aproveitar os próximos meses de sol, alguns cuidados especialmente em casa podem minimizar os sintomas de alergia e irritação, principalmente aos mais sensíveis a essas situações, como os asmáticos. Um grande aliado no combate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; width: 42px; padding-right: 10px; margin: 0 0 0 10px;">
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><strong>Especialistas alertam sobre alergias de verão</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Dias quentes e roupas leves caracterizam a estação mais esperada do ano: o verão. Para aproveitar os próximos meses de sol, alguns cuidados especialmente em casa podem minimizar os sintomas de alergia e irritação, principalmente aos mais sensíveis a essas situações, como os asmáticos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Um grande aliado no combate às alergias é o próprio sol. Para evitar o nariz escorrendo e os olhos irritados, além de possíveis crises de asma, o verão é a época certa para tirar cobertores, tapetes e casacos de dentro do armário e arejá-los. Lavar e deixá-los ao sol evita a proliferação de ácaros, grandes vilões da saúde respiratória.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">A limpeza é outra poderosa ferramenta das pessoas com dificuldades respiratórias como a asma, afirma a pneumologista. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">&#8220;O controle ambiental envolve ações simples e está principalmente focado no quarto do paciente alérgico, onde a limpeza deve ser feita diariamente. São importantes medidas limpar a casa com um pano úmido, sem utilizar desinfetantes ou outros produtos com cheiro forte; deixar os cobertores e roupas tomando sol, e se possível substituir cobertores por edredons, que são mais fáceis de lavar; usar capas protetoras para travesseiros e colchões; guardar bichinhos de pelúcia em sacos plásticos transparentes, mesmo que fiquem expostos nas estantes, trocando os plásticos a cada dois meses aproximadamente; e evitar carpetes&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Outras dicas interessantes são trocar as cortinas por persianas, mais fácies de lavar, e evitar animais domésticos dentro de casa, especialmente nos quartos, pois as substâncias alergênicas dos gatos são bastante persistentes e podem permanecer no ambiente até seis meses após a retirada do animal.</span><br />
<span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">&#8220;A casa inteira deve estar bem limpa e arejada, especialmente o quarto de dormir, afinal, é o lugar onde passamos grande parte do tempo. Os colchões devem ser tirados e batidos para retirar a poeira, pois é um dos locais com maiores concentrações de ácaros&#8221;, afirma a pneumologista.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.oserrano.com.br/mais.asp?tipo=Local&amp;id=7838</p>
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		<title>Crianças x Asma</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 14:29:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[cesariana]]></category>
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		<description><![CDATA[As crianças nascidas de cesariana podem ser mais propensas a desenvolver asma do que os nascidos de parto normal, segundo um estudo holandês realizado com cerca de 3.000 crianças, que será publicado na edição desta semana da revista especializada Thorax. O número de crianças que sofrem de asma aumentou consideravelmente nas últimas décadas, principalmente nos [...]]]></description>
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><strong id="brtpOlho"> As crianças nascidas de cesariana podem ser mais propensas a desenvolver asma do que os nascidos de parto normal, segundo um estudo holandês realizado com cerca de 3.000 crianças, que será publicado na edição desta semana da revista especializada Thorax.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="brtpTexto">O número de crianças que sofrem de asma aumentou consideravelmente nas últimas décadas, principalmente nos países industrializados.</p>
<p>Paralelamente, a proporção de partos por cesárea aumentou na maioria dos países desenvolvidos, passando de 5% nos anos 1970 para mais de 30% em 2000 em certas regiões do mundo.</p>
<p>Caroline Roduit e seus colegas do Instituto holandês da Saúde e do Meio ambiente durante 8 anos 2.917 crianças nascidas entre maio de 1996 e dezembro de 1997 na Holanda. Deste total, 247 (8,5%) eram nascidas por cesariana. A Holanda tem taxa de natalidade por cesariana fraca em relação aos demais países ocidentais.</p>
<p>No total da população estudada, 12,4% das crianças tiveram asma aos oito anos de idade.</p>
<p>Os pesquisadores mostraram que as crianças nascidas de cesárea tinham risco maior de ter asmas, com mais probabilidade ainda entre as crianças cujos pais eram alérgicos e que tinham portanto uma &#8220;predisposição&#8221; a esta doença. O risco era multiplicado por dois entre as crianças com um dos pais alérgicos e por três entre as crianças com os dois países alérgicos.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados destacam a importância das interações entre fatores genéticos e ambientais no desenvolvimento da asma entre as crianças&#8221;, indicaram os pesquisadores.</p>
<p>&#8220;O aumento do percentual de cesárea é parcialmente devido ao pedido das mãos, sem razões médicas&#8221;, destacaram os pesquisadores. &#8220;Elas devem ser informadas sobre o risco de asma para suas crianças, particularmente quando os países têm antecedentes de asma ou alergia&#8221;, concluíram.</span></p>
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		<title>Asma e a Amamentação</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 21:32:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bebes que amamentam durante seis primeiros meses de vida ficam protegidos contra a asma, afirmam pesquisadores da universidade de Sunderland, na Inglaterra. Além de evitar as crises, a amamentação ajuda a diminuir a incidência de asma em crianças que estão acima do peso, conforme publicação Science. Foram avaliadas sete mil crianças com idades de t6 [...]]]></description>
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fisionews.com.br/wp-content/uploads/2008/10/amamentacao1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-116" title="amamentacao1" src="http://www.fisionews.com.br/wp-content/uploads/2008/10/amamentacao1-237x300.jpg" alt="" width="166" height="210" align="right" /></a><br />
Bebes que amamentam durante seis primeiros meses de vida ficam protegidos contra a asma, afirmam pesquisadores da universidade de Sunderland, na Inglaterra. Além de evitar as crises, a amamentação ajuda a diminuir a incidência de asma em crianças que estão acima do peso, conforme publicação Science.<br />
Foram avaliadas sete mil crianças com idades de t6 a 12 anos. O resultado da avaliação apontou uma redução significativa da incidência de asma naqueles que haviam sido amamentados durante seis meses seguidos. O efeito protetor foi ainda maior nos meninos.<br />
Bebes que se alimentam apenas do leite materno nos primeiro seis meses de vida tem menos asma, rinite e eczema. As crianças com asma que foram amamentadas na primeira infância , quando entraram em crise, tinham uma forma menos severa da doença e melhoravam rápido do que aqueles que nunca haviam sido amamentados – explica o coordenador da pesquisa britânica.<br />
De acordo com o pesquisador, a amamentação traz uma serie de benefícios tanto para o bebe como para a mãe, e, nos casos das alergias, ela é fundamental para prevenir uma serie de distúrbios respiratórios e cutâneos. Segundo dados da pesquisa, o efeito protetor do leite materno foi significativo principalmente nas crianças amamentadas até nove meses de idade, mas a proteção já acontece em bebes que amamentaram até os quatro meses.<br />
A amamentação é o antialérgico mais barato que existe. A pesquisa comprova que quanto mais longo o período da amamentação, mais protegida a criança ficara contra uma série de doenças- diz o estudo.<br />
O estudo também avaliou a relação entre  o excesso de peso e a asma em crianças. Como era esperado pela equipe, aquele com um índice de massa corporal acima da média tinham mais problemas respiratórios (falta de ar, chiados, tosse e asma por esforço) do que as no peso ideal para a idade.</p>
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		<title>Fumo Passivo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 13:11:47 +0000</pubDate>
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;">De acordo com informações obtidas junto à Sesau, os males do tabagismo passivo vão de irritação nos olhos, tosse, dor de cabeça e aumento dos problemas alérgicos e cardíacos até efeitos de médio e longo prazo: pesquisas nacionais e internacionais indicam que os fumantes passivos têm um risco 23% maior de desenvolver doença cardiovascular e 30% mais chances de ter câncer de pulmão. Além disso, têm mais propensão a asma, redução da capacidade respiratória, 24% mais chances de ter infarto do miocárdio e maior risco de artereosclerose.</p>
<p style="text-align: justify;">Crianças expostas à fumaça do tabaco também podem desenvolver doenças cardiovasculares quando adultas, infecções respiratórias e asma brônquica. Os filhos de gestantes que fumam apresentam o dobro de chances de nascer com baixo peso e 70% de possibilidades de sofrer um aborto espontâneo; 30% podem morrer ao nascer. Durante o aleitamento, a criança recebe nicotina por meio do leite materno. A substância produz intoxicação, podendo ocasionar agitação, vômitos, diarréia e taquicardia, principalmente em mães fumantes de 20 ou mais cigarros por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">É proibido fumar!</h3>
<p style="text-align: justify;">Para garantir o bem estar e a saúde da população, principalmente dos não-fumantes, foi criada a Lei Federal 9.294/96, que é regulamentada pelo Decreto n° 2.018/96. A Lei dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de cigarros, proibindo o fumo em ambientes fechados de uso coletivo, como instituições públicas e privadas, a não ser em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.</p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria do Estado de Saúde (Sesau), por meio do Programa de Tabagismo tem atuado na capacitação dos funcionários de restaurantes quanto à forma de lidar com os clientes na hora de informá-los sobre a proibição de se fumar dentro do ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial de Saúde (OMS) reforça a necessidade e a importância da obrigatoriedade de se ter ambientes totalmente livres de fumo. Para isso, a OMS aponta sete razões:</p>
<p style="text-align: justify;">1 – O tabaco mata e provoca doenças graves;</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Um ambiente 100% livre de tabaco protege totalmente a população dos riscos graves da exposição ao fumo desta substância;</p>
<p style="text-align: justify;">3 – O direito ao ar puro faz parte dos Direitos Humanos;</p>
<p style="text-align: justify;">4 – Estatísticas revelam que a proibição de fumar é apoiada tanto por fumantes como por não-fumantes;</p>
<p style="text-align: justify;">5 – Ambientes sem fumaça de tabaco são tão bons para negócios como para famílias com crianças;</p>
<p style="text-align: justify;">6 – Ambientes sem fumaça dão aos fumantes que estão tentando deixar de fumar um incentivo para fazê-lo;</p>
<p style="text-align: justify;">7 – Ambientes sem fumaça ajudam a prevenir, principalmente os mais jovens, de se iniciarem como fumantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=Estado&amp;idnoticia=1547</p>
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		<title>Alergias Respiratórias</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 00:17:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Porque o &#8220;isso é uma alergia, isso passa&#8221;, não chega e assim é que não passa. A s doenças alérgicas são muito frequentes, mas as ideias erradas sobre alergias são imensas. &#8220;Tenho alergia. Estou sempre com o nariz tapado, não consigo dormir, acordo mais cansado do que quando me deitei e a falta de ar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; width: 42px; padding-right: 10px; margin: 0 0 0 10px;">
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><span class="text"><em><em>Porque o &#8220;isso é uma alergia, isso passa&#8221;, não chega e assim é que não passa. A s doenças alérgicas são muito frequentes, mas as ideias erradas sobre alergias são imensas.</em></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tenho <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/598/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(598, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">alergia</span>. Estou sempre com o <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/7983/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(7983, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">nariz</span> tapado, não consigo dormir, acordo mais cansado do que quando me deitei e a falta de ar aflige-me muito. Tenho esperança que passe, embora isto já dure há 10 anos. E é cada vez mais grave&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes relatos são muito frequentes, intoleravelmente frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter alergias, é ter <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/246/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(246, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">asma</span>, é sofrer de <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/11060/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(11060, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">rinite</span>, asma e rinite, asma e <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/4295/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(4295, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">eczema</span>, é ser <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/599/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(599, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">alérgico</span> a medicamentos e a alimentos, é ter <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/178/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(178, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">urticária</span>, meses, anos, décadas. Em alguns casos é sentir todas estas situações. É ter a vida afectada. É deixar de ir, de fazer, de viver. E é tão simples controlar a situação para a maioria dos alérgicos. <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/3929/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(3929, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">Diagnosticar</span>, prevenir, controlar.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque a asma e a rinite afectam uma enorme percentagem da população, porque são doenças de grande impacto social, responsáveis por elevados custos, causa frequente de <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/308/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(308, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">absentismo</span> laboral e escolar e diminuição da produtividade, por si só, e pelas suas complicações, condicionam recursos a urgências e a hospitalizações, sendo responsáveis por mortes preveníveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORQUE É NECESSÁRIO DIAGNOSTICAR PARA TRATAR </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quer na criança, quer no adulto, a asma é pouco valorizada e a rinite ainda menos. &#8220;Não me vai dizer que a tosse e falta de ar que eu sinto todos os dias é asma? Nunca me tinham dito&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As alergias respiratórias surgem frequentemente na infância, embora possam manifestar-se em qualquer <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/6699/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(6699, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">idade</span>. É essencial reconhecer os sintomas, para um <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/3930/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(3930, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">diagnóstico</span> e <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/11947/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(11947, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">tratamento</span> correctos. Se abandonada a uma evolução não controlada, a asma pode levar a alterações das vias aéreas, e as crises podem ser graves e até fatais; se a rinite não é controlada, a asma pode surgir, ou se já se manifestou, é mais grave. Tape o seu nariz e espere alguns minutos &#8211; sinta o efeito, ou será que já o costuma sentir&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORQUE O CONTROLO ESTÁ ACESSÍVEL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A asma e a rinite podem ser bem controladas. Controlo significa qualidade de vida, dormir bem, não se cansar, poder estudar, trabalhar, ter uma vida social normal, rir, fazer exercício, apostando-se num programa que possibilita tudo isto. É a sua vida, ou a do seu filho, que pode estar a ser muito afectada. E não o deve ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Participe no auto-controlo da <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/4141/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(4141, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">doença</span>. É importante alertar que são inflamações e que devem ser tratadas como tal, sendo necessário usar <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/7811/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(7811, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">medicação</span> preventiva, anti-inflamatória, e isto de uma de forma regular. Não tenha medo dos medicamentos, mas vigie o seu efeito. Os corticóides inalados, para o nariz ou para os brônquios, e os anti-Ieucotrienos, estão na primeira linha do tratamento da asma e da rinite; com os anti-histamínicos não sedativos resolvem-se a maioria dos sintomas de rinite e de <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/2824/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(2824, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">conjuntivite</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos na Primavera. Surgem ou agravam-se os espirros, a comichão no nariz e nos olhos, a <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/8465/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(8465, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">obstrução</span> <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/7985/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(7985, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">nasal</span>, o cansaço, a tosse e a falta de ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, outra vez não! É impensável que continue a passar mal. Existem maneiras de afastar os alergénios, existem medicamentos muito seguros e eficazes. Não dão sono, não alteram o <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/1057/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(1057, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">apetite</span>, dominam a alergia.</p>
<p style="text-align: justify;">E &#8220;a alergia passa com a idade&#8221; está muito distante da realidade, mas saiba que existem vacinas anti-alérgicas que podem modificar o curso das alergias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Fonte: http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2209/</strong></p>
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		<title>Asma e a idade adulta</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 01:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fisionews</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[hiperreactividade brônquica]]></category>

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		<description><![CDATA[Incidência de Asma aumenta no início da idade adulta Estudo publicado na revista “The Lancet” Um estudo publicado na revista “The Lancet” avaliou factores desencadeantes de asma, desde o nascimento e até aos 22 anos, e revela que a asma diagnosticada nos jovens adultos tem origem no início da infância. Ao longo desse período foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; width: 42px; padding-right: 10px; margin: 0 0 0 10px;">
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><span class="titulostexto">Incidência de Asma aumenta no início da idade adulta</span><br />
<em>Estudo publicado na revista “The Lancet”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo publicado na revista “The Lancet” avaliou factores desencadeantes de asma, desde o nascimento e até aos 22 anos, e revela que a asma diagnosticada nos jovens adultos tem origem no início da infância.</p>
<p>Ao longo desse período foram acompanhados 849 indivíduos. O estudo realizado por investigadores do Arizona Respiratory Center, University of Arizona, nos EUA, revela que a incidência média de asma, entre os 16 e 22 anos, foi de 12,6/1.000 pessoas-ano.</p>
<p>Vinte e sete por cento dos casos de asma activa aos 22 anos foram diagnosticados recentemente, sendo 71% mulheres. O estudo liderado por Stern D revela que a resolução da asma aos 22 anos foi maior em homens do que em mulheres.</p>
<p>A idade do diagnóstico foi linearmente associada à razão entre o volume expiratório forçado num segundo e a capacidade vital forçada, aos 22 anos.<br />
Os factores associados de forma independente à asma crónica aos 22 anos incluíram: início aos seis anos, pieira persistente, sensibilização a “Alternaria alternata”, pior função respiratória e hiperreactividade brônquica aos seis anos.</p>
<p>Fonte: http://www.mni.pt/destaques/?cod=11002&amp;cor=azul</p>
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		<title>Convivendo com a Asma</title>
		<link>http://www.fisionews.com.br/2008/09/19/convivendo-com-a-asma/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 14:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fisionews</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação crônica]]></category>
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		<description><![CDATA[A asma é uma doença que está escrita nos genes e expressa-se em resultado da interacção destes com o meio ambiente. Na verdade, é do conhecimento geral que a asma existe mais em certas famílias e que a poluição do interior das casas e no exterior favorece o aparecimento e agravamento de sintomas por asma. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; width: 42px; padding-right: 10px; margin: 0 0 0 10px;">
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.fisionews.com.br/wp-content/uploads/2008/09/asma-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-80" title="asma-2" src="http://www.fisionews.com.br/wp-content/uploads/2008/09/asma-2.jpg" alt="" width="250" height="249" align="right" /></a><span class="text"><em><em>A asma é uma doença que está escrita nos genes e expressa-se em resultado da interacção destes com o meio ambiente. Na verdade, é do conhecimento geral que a asma existe mais em certas famílias e que a poluição do interior das casas e no exterior favorece o aparecimento e agravamento de sintomas por asma.</em></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos com ácaros por perto e, por vezes com animais, como o gato; este pode sensibilizar as crianças e provocar-lhes <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/246/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(246, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">asma</span>, mesmo depois na <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/6699/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(6699, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">idade</span> adulta. A barata e, mais raramente, certos fungos, podem também causar asma.</p>
<p style="text-align: justify;">No exterior, são os pólenes, mais frequentemente de gramíneas, mas também de certas árvores e ervas, que podem estar na origem de asma. Todos estes alergénios causam também <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/11060/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(11060, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">rinite</span>, acompanhante muito comum da asma. Mas é preciso saber que também há asmas e rinites &#8220;não alérgicas&#8221;, não tão raras quanto isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se sempre vivemos com os ácaros, com animais domésticos e com a polinização porquê há mais asma nos dias de hoje? A explicação para este facto não é simples, mas há evidências que apontam para as mudanças de hábitos de vida, tais como a progressiva <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/3836/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(3836, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">deslocação</span> das populações para as urbes, a vida de pequenos agregados familiares em apartamentos e o menos diversificado contacto microbiológico com que as crianças crescem (mais vacinas, menos infecções, comida mais esterilizada, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, há a alteração operada no <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/11465/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(11465, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">tipo</span> de poluição e o <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/11104/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(11104, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">tabagismo</span> <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/8265/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(8265, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">passivo</span> nos espaços fechados, que se sabe induzir a <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/5128/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(5128, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">expressão</span> mais precoce de doenças respiratórias e alérgicas e contribuir para o seu <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/550/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(550, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">agravamento</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, a poluição está a mudar; sabe-se, por exemplo, que pequenas partículas dos escapes do actual parque automóvel, para além da sua acção directa nas vias respiratórias, veiculam micro-fragmentos polínicos e promovem a acção sensibilizante destes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por tudo isto, gera-se no <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/1233/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(1233, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">asmático</span> uma <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/6874/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(6874, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">inflamação</span> das vias aéreas que vai variando em <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/6956/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(6956, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">intensidade</span> consoante o <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/5968/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(5968, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">grau</span> de exposição aos alergénios para que está sensibilizado, a ocorrência de <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/266/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(266, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">infecção</span> por certos <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/4386/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(4386, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">vírus</span> e a exposição a factores poluentes do ar do interior das casas e do exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Controlar a asma</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das consequências da inflamação que ocorre na asma e que o <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/11947/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(11947, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">tratamento</span> <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/7858/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(7858, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">médico</span> procura controlar é a do desenvolvimento de alterações irreversíveis da <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/5037/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(5037, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">estrutura</span> das vias respiratórias. Os doentes com asma crónica, com frequentes sintomas e limitação nas actividades do dia-a-dia, são aqueles em que ao longo da história da sua asma não foi atingido um suficiente controlo da inflamação. Nestes doentes, a inflamação brônquica foi persistindo e agravando aquando as agudizações.</p>
<p style="text-align: justify;">As medidas de defesa da qualidade do <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/646/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(646, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">ambiente</span> do interior dos edifícios, as de controlo da poluição das cidades e as que assegurem melhor qualidade do ar que se respira nas fábricas e oficinas, são aspectos fulcrais para a promoção da saúde respiratória.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa prática médica e a existência de um sistema de informação que nos dê periodicamente índices epidemiológicos e dados económicos sobre asma são igualmente relevantes. A melhoria do acesso do asmático aos cuidados de saúde e a tomada de decisões que possibilitem o pleno acesso do doente à <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/7811/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(7811, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">medicação</span> anti-asmática, são também medidas que não poderão esquecidas ou relegadas para um segundo plano.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à asma, será pois essencial a aplicação de um conjunto integrado de medidas tendentes a melhorar a qualidade do ar e medidas que procurem generalizar o efectivo controlo da <span class="tooltip" onclick="window.location='/action/10/glo_id/4141/?menu=';" onmouseover="fixedtooltip(4141, this, event)" onmouseout="delayhidetip()">doença</span>.</p>
<p>http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2155/</p>
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		<title>Asma e as drogas</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 14:39:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia]]></category>
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		<description><![CDATA[Paracetamol pode agravar risco de asma em crianças Analgésico está associado a um risco 46% maior de desenvolver a doença quando chegar aos 6 ou 7 anos KONG - Bebês que consomem o analgésico paracetamol podem ter mais risco de sofrer de asma e eczema quando tiverem 6 ou 7 anos, segundo um abrangente estudo feito em [...]]]></description>
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<h3>Paracetamol pode agravar risco de asma em crianças</h3>
<p>Analgésico está associado a um risco 46% maior de desenvolver a doença quando chegar aos 6 ou 7 anos</p></div>
<p style="text-align: justify;">KONG - Bebês que consomem o analgésico paracetamol podem ter mais risco de sofrer de asma e eczema quando tiverem 6 ou 7 anos, segundo um abrangente estudo feito em 31 países.</p>
<p>Esse é um dos três estudos sobre a asma publicados na nova edição da revista médica Lancet. Os outros dois dizem que chiados e coriza podem sinalizar predisposição dos bebês à asma.</p>
<p>No primeiro estudo, os médicos examinaram dados fornecidos pelos pais de mais de 205 mil crianças, e concluíram que o uso do paracetamol está associado a um risco 46 por cento maior de desenvolver a doença quando a criança chegar aos 6 ou 7 anos, em comparação a quem não consumiu o medicamento.</p>
<p>Em caso de dosagens mais elevadas (mais de uma vez por mês), o risco de asma nos anos posteriores poderia até triplicar.</p>
<p>O paracetamol (vendido no Brasil sob a marca Tylenol, entre outras) é usado no combate a febres e dores. Em crianças, é administrado na forma de suspensão. Empiricamente, os médicos já suspeitavam nos últimos anos que houvesse uma associação dessa droga com a asma.</p>
<p>Teoricamente, o paracetamol reduz os antioxidantes do organismo. Alguns especialistas dizem que os antioxidantes impedem que radicais livres (moléculas instáveis) façam danos ao organismo, provocando doenças como o câncer.</p>
<p>&#8220;O paracetamol pode reduzir os níveis de antioxidantes, e isso pode gerar um estresse oxidante nos pulmões e causar asma&#8221;, disse por telefone um dos pesquisadores, Richard Beasley, do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia.</p>
<p>O uso mensal do paracetamol também dobra o risco de eczema e triplica o de rino-conjuntivite &#8212; espirros, nariz escorrendo e congestão nasal &#8212; quando a criança atinge 6 ou 7 anos, segundo o estudo.</p>
<p>Mas os pesquisadores disseram que, como analgésico infantil, o paracetamol continua sendo preferível à aspirina, que está associada à síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde recomenda que o paracetamol só seja administrado em crianças em casos de febre superior a 38,5 graus, evitando-se o uso mais rotineiro.</p>
<p>Em outro estudo na Lancet, foram monitoradas 6.461 pessoas em 14 países, todas elas há mais de oito anos sem episódios de asma. Quem vivia com o nariz escorrendo, por causa de rinite ou alergias, tinha 3,5 vezes mais chance de desenvolver asma posteriormente.</p>
<p>O terceiro estudo, feito no Arizona (EUA), mostrou que bebês com chiado na respiração podem estar prenunciando casos de asma na vida adulta. Eles examinaram o prontuário de 849 pessoas em torno de 22 anos de idade. De 181 vítimas de asma, 49 (sendo 35 mulheres) tiveram um diagnóstico precoce.</p>
<p>Em 70 por cento dos casos de asma, a pessoa apresentava esse chiado nos seis primeiros anos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid244332,0.htm</p>
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		<title>Asma e Atividade Física</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 20:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fisionews</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[asma crônica]]></category>
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		<description><![CDATA[O suor pode reduzir as probabilidades de se sofrer de um ataque de asma durante a prática de exercícios físicos, sugere um estudo conduzido por investigadores norte-americanos. O trabalho, realizado por especialistas da Universidade de Michigan, demonstrou que os atletas que sofrem de asma em resultado de exercícios produzem menos suor, lágrimas e saliva. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; width: 42px; padding-right: 10px; margin: 0 0 0 10px;">
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		<script src="http://digg.com/tools/diggthis.js" type="text/javascript"></script></div><p><img class="size-medium wp-image-69" title="asma_muco" src="http://www.fisionews.com.br/wp-content/uploads/2008/09/asma_muco-300x186.jpg" alt="" width="240" height="149" align="left" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="leadArtigo">O suor pode reduzir as probabilidades de se sofrer de um ataque de asma durante a prática de exercícios físicos, sugere um estudo conduzido por investigadores norte-americanos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho, realizado por especialistas da Universidade de Michigan, demonstrou que os atletas que sofrem de asma em resultado de exercícios produzem menos suor, lágrimas e saliva.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas da asma induzida pelo exercício são semelhantes ao da asma crônica e os ataques manifestam-se normalmente vários minutos após o início da prática do esforço físico.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das razões seria porque os atletas teriam as vias aéreas mais contraídas, exigindo um maior nível de esforço e de respiração.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, os especialistas analisaram como 56 atletas que sofrem do problema reagiram a dois medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro deles tinha o objectivo de contrair as vias respiratórias, enquanto o segundo induzia a produção de saliva e suor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investigadores observaram que os voluntários que responderam bem ao primeiro remédio, reduzindo significativamente o movimento do ar pelos pulmões, foram também os que menos reagiram ao primeiro, suando menos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, os que não tiveram as vias respiratórias contraídas em resposta ao primeiro medicamento, suaram mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os especialistas, apesar de os testes não explicarem por que a falta de suor seria responsável pela asma, os resultados sugerem que atletas que suam pouco produzem poucos fluidos pelas vias aéreas.</p>
<p style="text-align: justify;">«A quantidade de fluidos secretadas pelas vias respiratórias pode ser um determinante chave na protecção de atletas contra a asma», disse o coordenador do estudo, Warren Lockette.</p>
<p>O trabalho foi publicado na revista Chest.</p>
<p>Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&amp;id_news=348164&amp;page=1</p>
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