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Corrente Russa

Em estética tem-se a busca constante de novos meios de tratamentos, e em especial, referente ao bom condicionamento muscular, onde conseguimos uma melhora substancial em vários aspectos estéticos de nosso paciente.
O sistema músculo esquelético consiste de três componentes separados, mas muito interdependentes: Os ossos, esqueleto, As articulações; e os músculos. Todo o movimento do corpo resulta da ação integrada desses três sistemas, pois o músculo não é o responsável pelo movimento de um objeto, por exemplo, é assim quando o músculo movimenta o osso, que de acordo com sua articulação, transporta a força até o objeto, fazendo assim que ele se movimente. Articulações é o ponto de conexão entre dois ossos e é formado por cordões fibrosos de tecido conjuntivo (colágeno), podendo ter grande ou nenhuma amplitude de movimento. Para que os músculos se contraiam, eles devem estar conectados aos ossos. Os tecidos fortes e fibrosos localizados em cada uma das extremidades dos ossos (tendões) cumprem essa função.Um único nervo e as fibras por ele estimuladas são chamadas de unidades motora, que funciona segundo a lei do “tudo ou nada” não havendo o meio termo.
Os músculos são formados por fibras do tipo I – Vermelhas e do tipo II – Brancas
O músculo na eletroterapia
Como afirmamos no início, o músculo pode ser estimulável e de acordo com o tipo de trabalho a ser realizado, teremos maior envolvimento de fibras brancas ou vermelhas.
As contrações são classificadas de três tipos:
Isométricas.
Isotônica.
Isocinética (concêntrica e excêntrica).
Isométricas- Contração parcial das fibras, pois o músculo foi submetido a uma tensão igual ao máximo que ele suporta. Não há realização de movimento. Normalmente utiliza o exercício anaeróbico ( não precisa de oxigênio) que gasta pouca energia –Fibras II B.
Isotônica- Contração do músculo total, onde as fibras se encurtam totalmente, realizando um movimento cinético, sem peso de oposição, ou seja o movimento é realizado com nenhum peso ou menor do que a capacidade do músculo, usa muito oxigênio e gasto de energia – Fibras do tipo I.
Isocinética ( concêntrica e excêntrica)-É o movimento total do músculo com um peso dentro dos limites de capacidade do mesmo, caracteriza-se por ter força e potência- Fibras do tipo II A.
Corrente Russa
Método que leva este nome por ter sido desenvolvido na Rússia na década de 70, no preparo de atletas olímpicos. Possui um ajuste bifásico, ou seja, ciclo positivo e negativo, e sua principal vantagem é ter uma corrente portadora de 2500Hertz ou 4.000Hertz que terão uma ação direta no sistema nervoso periférico diminuindo a sensibilização do paciente, possibilitando maiores valores de corrente aplicada. Tem ainda uma freqüência de ação muscular, que nos dá a oportunidade de trabalhar em vários tipos de fibras, possibilitando maior êxito na hipertrofia muscular.
Objetivo do tratamento.
Temos vários enfoques que podem justificar este tipo de tratamento eletroterápico muscular.
Reabilitação muscular
* Para conseguirmos a hipertrofia- que será conseguida por aumentarmos o número de miofibrilas, na quantidade de proteína contrátil, na densidade capilar por fibras e, principalmente na quantidade de mitocôndrias, que ajudarão a perde maior número de calorias no paciente; e
Contra indicações relativas
* Gestação em qualquer fase.
* Próteses metálicas no local de aplicação.
* Doenças cardíacas, como arritimias severas, insuficiência cardíaca.
* Encurtamento funcional do músculo.
* Traumas locais.
* Perda da integridade da pele no local da aplicação.
* Sensibilidade alterada.
* Fragilidade capilar e / ou insuficiência venosa profunda.

Segue abaixo a colocação de placas nos músculos agonistas: anterior e interno da coxa; retos abdominais e biceps braquial.

A colocação das placas também devem ser colocadas nos músculos antagonistas: biceps femoral; lateral da coxa; glúteos e triceps.

Atenção: O tratamento deve ser realizado por profissionais habilitados.

Qualquer dúvida: deixe o seu comentário

Tratamento do Pé Plano e Pé Cavo

O pé possui dois arcos plantares: um longitudinal e outro transversal. É uma grande quantidade de anomalias estáticas caracterizadas por um rebaixamento do pé sobre sua borda interna, denominada de pé chato. Esta pode vir a se manifestar por uma simples pronação do antepé ou valgo ou serem completadas por um rebaixamento plantar anterior.Distinções dos pés chatos da criança, do adolescente e do adulto. Na criança – pé chato valgo simples ou estático; – pé chato valgo congênito; – pés chatos paralíticos ou espásticos. No adolescente e adulto Evolução de um pé chato da infância para a adolescência e no adulto, mas podendo igualmente ser primitivo no adulto devido ao envelhecimento e falta do trabalho muscular; podemos distinguir: – pé chato flexível; – pé chato contracturado; – pé chato inveterado e artrósico. O PÉ CHATO DA CRIANÇA O Pé Chato Valgo Simples Rebaixamento global do pé, horizontalizando-se e oscilando em valgo, com o arco interno decaindo, e as relações tálus-calcâneas mantendo-se normais. É um pé chato estático e simples devido a uma hiperflacidez ligamentar e a uma hipotonia muscular que é igualmente secundária a outras deformações ortopédicas (genuvalgum-genu recurvatum – rotação do esqueleto das pernas).

O tratamento deste pé chato essencialmente benigno será ortopédico: – uso de selas ortopédicas e de calçados de cano reforçado; -  Fisioterapia com a  Cinesioterapia; – Tratamento das deformações secundárias eventuais. Muitos destes pés chatos corrigem-se progressivamente sozinhos, e o tratamento só será empreendido a partir de três a quatro anos e nas formas graves (2º e sobre tudo 3º graus).

Fisioterapia com a CINESIOTERAPIA » Exercício de tonificação: – músculo tibial posterior; – músculos próprios do grande artelho (hálux); – fibular longo lateral e tibial anterior; – tríceps; – músculos intrínsecos do pé: => interósseos; => flexor curto dos dedos do pé; » Exercícios: – analíticos; – em cadeira muscular Kabat (contrações repetidas); – funcionais (preensão de objetos redondos, enganchamento etc). » Exercícios diversos de distensão dos membros inferiores entrecortando a tonificação (evitar as cãibras) bem como massagem circulatória. » Exercícios diversos de marcha: – marcha corretora de Hauser; – deslocamentos laterais sobre uma barra; – marcha sobre plano inclinado; – marcha sobre a ponta dos pés; – pés nus sobre terreno variado e desigual (areia, seixos, gramado). » exercícios de equilíbrio e de reeducação proprioceptiva sobre pranchas móveis e cilindros, do pé e do membro inferior em seu conjunto. Observação: Repetir este tratamento regularmente no consultório (duas a três séries por ano) e ensinar aos pais exercícios que serão de indispensável execução diária em casa.

O Pé Chato Valgo Congênito ou Verdadeiro Pé Chato Caracterizado por um aumento importante da divergência tálus-calcânea (verticalização talar), um valgo calcâneo e uma redutibilidade passiva impossível. É um pé que será essencialmente cirúrgico. Os principais métodos propostos são: – as tenodeses e a osteotomia de translação calcânea; – as técnicas de artrodeses subtalar: introdução de um enxerto ósseo ou de um implante artificial no seio do tarso; – a “recolocação em sela do tálus” ou operação do “cavaleiro” ou “aparafusamento” de Judet, onde o cirurgião libera o tálus, reposiciona-o corretamente e fixa-o temporariamente por um parafuso tálus-calcâneo. A cirurgia então será efetuada em tomo dos quatro a cinco anos. Nas formas mais graves o tratamento ortopédico do pé chato valgo simples às vezes será o bastante.

Fisioterapia e a CINESIOTERAPIA em geral: Imobilização gessada de seis semanas. Após a retirada do gesso – massagem trófica e cicatricial; – mobilização progressiva (ativo assistida, depois passivo suave) da tibiotársica e das diversas articulações do pé; – tonificação suave de todos os músculos do pé; – colocação de carga progressiva após oito semanas e correção da marcha. Após consolidação obtida (controle R.X.) Cinesioterapia intensiva e regularmente repetida. Pé Chato por Sinostese A mais freqüente é a sinostese calcâneo-escafoidiana, ocasionando contrações e dores quando se caminha, depois de ocorrer a ossificação completa, e evoluindo para a artrose. Impõe-se uma operação precoce. Pé Chato Paralítico e Espástico Seu tratamento cinesioterápico entrará no conjunto da afecção causal do pé chato.

PÉ CHATO DO ADOLESCENTE E DO ADULTO Pé Chato Flácido A deformação com rebaixamento da abóbada longitudinal interna e / ou valgo da parte posterior do pé, poderá ser corrigida ativamente. É o período dos problemas funcionais onde as dores só aparecerão episodicamente à noite e quando há grande fadiga dos pés. Fisioterapia  com a CINESIOTERAPIA Associada ao uso de bons calçados e de palmilhas ortopédicas bem adaptadas e individualizadas, o tratamento cinesioterápico, que será de longo prazo (exercícios para repetir uma ou duas vezes por dia a domicílio) será idêntico ao do pé chato valgo simples na criança. Pé Chato Contracturado Doloroso, é conseqüência do pé chato flácido, ou de um traumatismo (entorse) ou de um dano reumático. As contraturas serão mais ou menos generalizadas a todos os músculos externos, com as deformações não podendo ser corrigidas ativamente e as dores despertando ao menor esforço. Nos casos agudos e especialmente os pés traumáticos e reumáticos, uma imobilização gessada de várias semanas será às vezes necessária antes de qualquer outro tratamento. Fisioterapia com a Fisioterapia com a CINESIOTERAPIA » Fase aguda – Crioterapia (face antero-externa) substituída progressivamente pela termoterapia. (Parafina – compressas). – Eletroterapia: a) sedativa; b) excitomotora dos antagonistas. – trabalho isométrico dos antagonistas supinadores. – massagem descontraturante e massagem reflexa. – relaxamento. » Fase subaguda – banhos alternados quentes-frios (banho de contraste); – massagem descontraturante e circulatória (mais massagem reflexa); – relaxamento; – mobilizações passivas não dolorosas de todas as articulações; – exercícios ativos progressivos para pés chatos entremeados freqüentemente de relaxamento, e circulatórios (não ocasionando nem dor nem nova contratura). – conselhos para a vida diária: a) sapatos e selas adaptados; b) limitar a permanência em pé e marchas prolongadas. Pé Chato Inveterado e Pé Artrósico Neste encontraremos subluxações, deformações ósseas e artrose. O pé mostra-se anquilosado e dolorido, a marcha é muito penosa. – eletroterapia (O. C. U. S.); – termoterapia (parafina – compressas); – mobilização ativa do tornozelo; – reeducação da marcha e uso de calçados e palmilhas adaptadas.

A cirurgia poderá ainda ser indicada: No caso dos pés chatos flácidos: Técnicas bastante diversas que exigirão uma longa imobilização gessada. Cinesioterapia Pós-operartória – massagem trófica e cicatricial; – mobilizações passivas e ativas de todas as articulações; – musculação progressiva. Para o pé contraturado Essencialmente artrodeses. Cinesioterapia Pós-operartória Idem ao item anterior, exceto naturalmente o trabalho de mobilização da região artrodesada.

Fumo Passivo

De acordo com informações obtidas junto à Sesau, os males do tabagismo passivo vão de irritação nos olhos, tosse, dor de cabeça e aumento dos problemas alérgicos e cardíacos até efeitos de médio e longo prazo: pesquisas nacionais e internacionais indicam que os fumantes passivos têm um risco 23% maior de desenvolver doença cardiovascular e 30% mais chances de ter câncer de pulmão. Além disso, têm mais propensão a asma, redução da capacidade respiratória, 24% mais chances de ter infarto do miocárdio e maior risco de artereosclerose.

Crianças expostas à fumaça do tabaco também podem desenvolver doenças cardiovasculares quando adultas, infecções respiratórias e asma brônquica. Os filhos de gestantes que fumam apresentam o dobro de chances de nascer com baixo peso e 70% de possibilidades de sofrer um aborto espontâneo; 30% podem morrer ao nascer. Durante o aleitamento, a criança recebe nicotina por meio do leite materno. A substância produz intoxicação, podendo ocasionar agitação, vômitos, diarréia e taquicardia, principalmente em mães fumantes de 20 ou mais cigarros por dia.

É proibido fumar!

Para garantir o bem estar e a saúde da população, principalmente dos não-fumantes, foi criada a Lei Federal 9.294/96, que é regulamentada pelo Decreto n° 2.018/96. A Lei dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de cigarros, proibindo o fumo em ambientes fechados de uso coletivo, como instituições públicas e privadas, a não ser em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.

A Secretaria do Estado de Saúde (Sesau), por meio do Programa de Tabagismo tem atuado na capacitação dos funcionários de restaurantes quanto à forma de lidar com os clientes na hora de informá-los sobre a proibição de se fumar dentro do ambiente.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reforça a necessidade e a importância da obrigatoriedade de se ter ambientes totalmente livres de fumo. Para isso, a OMS aponta sete razões:

1 – O tabaco mata e provoca doenças graves;

2 – Um ambiente 100% livre de tabaco protege totalmente a população dos riscos graves da exposição ao fumo desta substância;

3 – O direito ao ar puro faz parte dos Direitos Humanos;

4 – Estatísticas revelam que a proibição de fumar é apoiada tanto por fumantes como por não-fumantes;

5 – Ambientes sem fumaça de tabaco são tão bons para negócios como para famílias com crianças;

6 – Ambientes sem fumaça dão aos fumantes que estão tentando deixar de fumar um incentivo para fazê-lo;

7 – Ambientes sem fumaça ajudam a prevenir, principalmente os mais jovens, de se iniciarem como fumantes.

Fonte:http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=Estado&idnoticia=1547

Shiatsu anti stress

Saúde não é apenas a ausência de doença, e sim o completo equilíbrio do bem-estar físico, mental e emocional. Mas com a correria do dia-a-dia somos submetidos a um alto grau de estresse e nervosismo. Por muitas vezes acabamos procurando tratamentos paliativos, deixando de combater e controlar efetivamente a causa do estresse.

Um grande aliado bastante eficaz e muito utilizado na prevenção e no tratamento das doenças causadas pelo estresse é técnica da Shiatsuterapia. Baseado no princípio da sabedoria oriental, no qual não é a doença que deve ser tratada, e sim o fenômeno que a provocou, o objetivo do Shiatsu, uma espécie de massagem, é estimular a resistência natural do corpo às doenças por meio do restabelecimento energético. O Shiatsu é uma modalidade de terapia corporal que tem como essência o toque manual sobre a pele com o intuito de tratar ou prevenir doenças estimulando os mecanismos de recuperação naturais do corpo.

Com uma abordagem terapêutica semelhante à da acupuntura, porém sem o uso de agulhas, o Shiatsu (ATSU=pressão, SHI=com os dedos) atua no equilíbrio do “Ki”, energia vital que cada ser vivo possui, incluindo o homem, conforme os preceitos da Medicina Chinesa. Os pontos doloridos no nosso corpo são os bloqueios do fluxo dessa energia que, em desarmonia, causam o surgimento das doenças. É por meio desses toques e pressões com os dedos, além das técnicas de manipulação com as palmas das mãos e cotovelo, que o fluxo de energia é liberado.

O Shiatsu é recomendado para tratar e prevenir problemas como dores na coluna, insônia, espasmos musculares, tensão pré-menstrual, asma, constipação, cólicas menstruais, estresse, ansiedade, dores de cabeça, esgotamento físico, problemas de deficiência funcional de órgãos e uma infinidade de outras doenças. Ele contribui para a melhora da circulação do sistema sanguíneo e linfático, além de desenvolver um ritmo de respiração mais eficiente e um melhor equilíbrio energético, promovendo a união harmoniosa entre corpo, mente e espírito.

Entretanto, alertamos para alguns cuidados. Mesmo sendo uma terapia alternativa é preciso ter habilitação para aplicá-la. Portanto, é muito importante escolher um profissional capacitado e preparado para realizar o tratamento e utilizar a técnica corretamente.

Para qualquer dúvida ou tratamento deixe o seu comentário que entramos em contato.

fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=15183&Itemid=1

Atividade Preventiva

Tomar aspirina realmente previne infarto?

“Pesquisadores da Universidade de Duke (Estados Unidos) dizem que as mulheres deveriam adotar esse hábito com mais freqüência. Quem tem mais de 50 anos, histórico familiar de cardiopatias, ou mesmo fatores de risco como colesterol alto e hipertensão”

“A aspirina, ou ácido acetilsalicílico, tem a propriedade de afinar o sangue. Uma vez que esses episódios estão relacionados ao engrossamento (entupimento) das veias – que ficam com suas paredes cheias de gordura e impedem a boa circulação sangüínea – tomar aspirina é uma forma de permitir melhor fluxo do sangue no organismo”

Até parece uma fórmula milagrosa para garantir a saúde do coração: basta tomar uma aspirina no café da manhã para se sentir mais seguro contra um eventual infarto ou ataque cardíaco. De fato, quase todos conhecem alguém que está sempre com os comprimidinhos brancos no bolso.

Agora, pesquisadores da Universidade de Duke (Estados Unidos) dizem que as mulheres deveriam adotar esse hábito com mais freqüência. Quem tem mais de 50 anos, histórico familiar de cardiopatias, ou mesmo fatores de risco como colesterol alto e hipertensão, é boa candidata a adotar esse hábito, diz o doutor Jeffrey Berger, cardiologista que coordenou os estudos.

A partir dos 50 anos, as mulheres têm apresentado mais episódios de doenças do coração ou mesmo de infartos e AVCs. Comparativamente, a partir dos 40 anos elas têm de dar mais atenção ao câncer de mama.

De acordo com o cardiologista Otávio Gebara, antes que todo paciente resolva se automedicar com aspirinas diariamente, é necessário consultar um médico. “Embora seja interessante principalmente para quem já sofreu infarto, ataque cardíaco ou é diabético, vale ressaltar a importância de se assegurar não ser alérgico ao ácido acetilsalicílico, de que é composta a aspirina”.

Outra advertência de Gebara é endereçada àqueles que têm menos de 50 anos, mas trazem consigo a preocupação de sofrer um infarto fulminante. “Geralmente, pessoas na faixa dos 40 anos que vivem sob estresse intenso, não se alimentam bem e ainda são sedentárias sabem que são candidatas a sofrer um infarto. É como se fossem uma bomba-relógio ambulante. Só que esse temor não é passaporte para a automedicação. É sempre melhor buscar acompanhamento médico e evitar conseqüências como uma irritação gástrica”.

Segundo o médico, as orientações são válidas para homens e mulheres. “As mulheres tendem a se descuidar do coração, dando mais atenção aos diagnósticos de mama e ovários. Entretanto, enquanto uma em cada 34 pacientes morre de câncer de mama, uma em cada três morre de doenças do coração”.

Conheça os fatores de risco para cardiopatias (doenças do coração)

- Diabéticos

- Histórico familiar (pai e mãe) de cardiopatia

- Obesidade

- Sedentarismo

- Estresse

- Hipertensão arterial

- Taxas de colesterol e triglicérides altas

- Ser fumante

- Pessoas da raça negra. Estudos epidemiológicos internacionais e nacionais conseguiram determinar grupos de pessoas mais propensas a determinadas doenças, avaliando o comportamento de pessoas divididas por sexo, raça, faixa etária, portadores de outras doenças (como diabetes), etc. Sendo assim, é consenso que indivíduos da raça negra têm mais propensão à hipertensão arterial e cardiopatias.

Fonte: http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=76517