Entries Tagged as 'Fisioterapia'

O Brasil contra a Asma Grave

RIO – Um grupo de pesquisadores de instituições do mundo todo estão realizando um estudo multicêntrico para avaliar uma nova forma de tratamento para a asma grave: a broncoscopia. No Brasil, há grupos de pesquisa em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul.

A técnica consiste em inserir um broncoscópio de fibra ótica pelo nariz ou pela boca do paciente, que fica sedado. Um cateter é inserido até os brônquios, onde libera energia térmica capaz de afinar a musculatura lisa dos pulmões. Os sintomas da asma, como o chiado no peito e a falta de ar devem-se às contrações que esses músculos fazem. O procedimento é feito em ambiente hospitalar, mas o paciente precisa ficar apenas duas horas em observação, antes de ter alta e poder voltar para casa.

No Centro de Tratamento de Asma de Difícil Controle (CTADC) do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), estão sendo estudados 13 pacientes asmáticos acima de 18 anos. Alguns deles já passaram pelo tratamento há dois anos e não tiveram recaída dos sintomas.

A pneumologista e coordenadora do CTADC, Marina Lima, estima que até o ano que vem o novo procedimento seja aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão governamental dos Estados Unidos. “Feito isso, o governo brasileiro poderá submeter a terapia à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A previsão é que, após o término do estudo, em torno de cinco anos, o tratamento já esteja disponível para a população brasileira”, calcula a pneumologista.

O estudo global já pesquisou cerca de 300 pacientes e, segundo Marina, em nenhum caso os sintomas voltaram a acontecer. Inicialmente o novo tratamento seria indicado apenas para casos graves e pacientes adultos.

De acordo com o Ministério da Saúde, a asma de difícil controle acomete cerca de 750 mil brasileiros. Anualmente, são internadas cerca de 350 mil com sintomas de asma e cerca de 10 morrem por dia.

Fonte: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid230611,0.htm

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Genética e a Asma

Identificado gene ligado às reacções alérgicas como a asma – estudo

Uma equipa de investigadores alemães identificou um gene que pode ser directamente responsável por numerosas reacções alérgicas, entre as quais a febre dos fenos e a asma, segundo um estudo.

O gene FCER1A-Gen contém as “instruções” para a formação de hemoglobina E (IgE), uma classe de anticorpos presente unicamente nos mamíferos, que desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das alergias, segundo este estudo realizado por uma equipa mista do Centro Helmholtz, de Munique, na Alemanha, e de uma clínica da Universidade Técnica desta cidade.

“Para realizarmos a nossa pesquisa, estudámos o genoma de mais de dez mil adultos e crianças na Alemanha”, referiu Thomas Illig, do Centro Helmhotz.

As pessoas que sofrem de alergias possuem um número muito mais elevado de anticorpos do tipo IgE do que as pessoas saudáveis, adianta o estudo, publicado na última edição da revista científica Plos Genetics.

Estes anticorpos, que se encontram frequentemente nos tecidos da pele, são capazes de desencadear potentes reacções imunitárias na presença de substâncias como o pólen ou a poeira, que estão na origem da febre dos fenos ou de crises de asma.

Uma modificação do gene FCER1A-Gen poderá permitir a diminuição no roganismo do número de anticorpos IgE e, desta forma, reduzir ou mesmo conter as reacções alérgicas.

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Fatores de Risco para Asma na Infância

Segundo estudo da Universidade Brunel, na Inglaterra. Mulheres que usam muitos produtos de limpeza durante a gestaçao ou pouco depois do nascimento podem aumentar os riscos da crianças desenvolver asma.

Avaliando mais de 13 mil crianças, acompanhadas do nascimento aos 16 anos de idade, os especialistas britânicos descobriram que a exposiço aos produtos químicos no princípio da vida estava associada a 41% maior risco de desenvolver asma aos sete anos de idade.

Os pesquisadores especulam que as razões do problema, como já mostradas por outros estudos, podem ser explicadas pela hipótese da higiene, que sugere que crianças pequenas menos expostas a bactérias e poeira em casa são menos propensas a ter imunidade à asma e alergias quando forem maiores.

Porém eles destacam que os resultados do estudo indicam que as substâncias químicas presentes nesses produtos de limpeza doméstica podem ser um dos possíveis mecanismos que aumentam os riscos de asma. Mais estudos são necessários para desvendar as possíveis razões.

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Controle da Asma em obesos

Segundo estudo da Universidade Laval, no Canadá Pessoas obesas com asma tem pior controle da doença respiratória do que os asmáticos com peso normal. De acordo com os autores, isso acontece mesmo que a percepção dos sintomas seja similar, e pode ser explicado por mudanças nas características inflamatórias bronquiais e sistêmicas e no funcionamento pulmonar em pacientes obesos.

A obesidade é associada a um aumento na prevalência de asma, especialmente entre as mulheres, e essa doença respiratória parece ser mais severa entre os obesos.

Para determinar se a doença apresenta características específicas em pessoas obesas, os pesquisadores avaliaram 44 pacientes obesos e 44 não-obesos, todos com asma. Os voluntários completaram um questionário sobre controle de asma, passaram por uma bateria de testes, e tiveram medidos índice de massa corporal e circunferência da cintura.

E os pesquisadores observaram que, apesar dos pacientes apresentarem resultados similares em relação ao fluxo de expiração, a resposta a bronquiodilatador, a resposta das vias aéreas a metacolina e na percepção dos sintomas, o controle da asma era pior entre os pacientes obesos.

Além disso, a capacidade pulmonar, o volume expirado e a capacidade funcional residual eram menores nesses pacientes. E os graus de inflamação eram maiores em pacientes obesos, que apresentavam maiores níveis dos marcadores inflamatórios proteína C reativa e fibrinogênio no sangue.

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Corrente Russa na celulite

O inverno facilita a vida para as pessoas que estão acima do peso. As roupas mais largas e grossas disfarçam as gorduras localizadas e a flacidez e, por isso, nem sempre há muita preocupação com os “defeitinhos” do corpo. O mesmo não acontece no verão, quando as roupas mais leves e decotadas exigem boa forma de quem as usa.

Um dos tratamentos bastante procurados é a corrente russa. O método foi desenvolvido na Rússia, na década de 70, tendo como objetivo o preparo dos atletas olímpicos, porém hoje em dia esta mostrando muito efeitos benéficos no tratamento da celulite. O tratamento atua sobre a musculatura profunda e superficial, diminuindo a flacidez e ajudando no combate à celulite. Além disso, tonifica a pele, melhora a circulação sangüínea e o trabalho dos intestinos. O tratamento  visa a melhorar a celulite, estrias, gorduras localizadas e flacidez requerem, no mínimo, oito semanas, ou seja, o inverno é o melhor período para realizar o mesmo.

Também conhecido como Estimulação Russa, utiliza um equipamento tecnológico com eletrodos, que, quando acoplados na pele faz com que uma corrente elétrica, de baixa freqüência e pequena intensidade, seja aplicada de forma terapêutica. “Não é uma ginástica passiva. O paciente participa ativamente do tratamento. A corrente russa é eficaz para homens e mulheres, pois age de acordo com a fisiologia muscular e metabolismo do paciente.  A corrente elétrica trabalha as fibras vermelhas, que são as de tonicidade, e brancas, que são de velocidade, proporcionando resultados rápidos e altamente satisfatórios.

A estimulação russa pode ser utilizada para flacidez dos glúteos, abdome, coxas e braços. É indicado iniciar o tratamento com 20 sessões, realizadas duas ou três vezes por semana e com duração de 30 a 50 minutos, podendo-se trabalhar vários grupos musculares ao mesmo tempo ou alternadamente.

O resultado do tratamento  varia de paciente para paciente, sendo que pode aparecer mais rapidamente se ele não for sedentário e já praticar alguma atividade física.

Totalmente indolor, a corrente russa é contra-indicada para gestantes, para pessoas com doenças cardíacas, como arritmias severas e insuficiência cardíaca, ou com patologias circulatórias, como flebites e embolias. Além disso, o tratamento não pode ser aplicado em regiões do corpo que possuam prótese metálica.

Procure um fisioterapeuta para o tratamento ou deixe o seu comentário, mande um email para: fisionews@fisionews.com.br

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