Entries Tagged as 'Asma'

Controle da Asma em obesos

Segundo estudo da Universidade Laval, no Canadá Pessoas obesas com asma tem pior controle da doença respiratória do que os asmáticos com peso normal. De acordo com os autores, isso acontece mesmo que a percepção dos sintomas seja similar, e pode ser explicado por mudanças nas características inflamatórias bronquiais e sistêmicas e no funcionamento pulmonar em pacientes obesos.

A obesidade é associada a um aumento na prevalência de asma, especialmente entre as mulheres, e essa doença respiratória parece ser mais severa entre os obesos.

Para determinar se a doença apresenta características específicas em pessoas obesas, os pesquisadores avaliaram 44 pacientes obesos e 44 não-obesos, todos com asma. Os voluntários completaram um questionário sobre controle de asma, passaram por uma bateria de testes, e tiveram medidos índice de massa corporal e circunferência da cintura.

E os pesquisadores observaram que, apesar dos pacientes apresentarem resultados similares em relação ao fluxo de expiração, a resposta a bronquiodilatador, a resposta das vias aéreas a metacolina e na percepção dos sintomas, o controle da asma era pior entre os pacientes obesos.

Além disso, a capacidade pulmonar, o volume expirado e a capacidade funcional residual eram menores nesses pacientes. E os graus de inflamação eram maiores em pacientes obesos, que apresentavam maiores níveis dos marcadores inflamatórios proteína C reativa e fibrinogênio no sangue.

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Ácido acetilsalicílico reduz risco de asma em mulheres

Um estudo realizado pela Harvard Medical School, Boston, nos EUA, e publicado na revista “Thorax”, revela que o uso de ácido acetilsalicílico reduz o risco de aparecimento de asma na idade adulta.

O estudo teve por objectivo avaliar o efeito de 100 mg de ácido acetilsalicílico ou placebo, em dias alternados, sobre o risco de asma em mulheres com início na idade adulta.

Entre as 37.270 mulheres sem registo de asma na história clínica, durante 10 anos de acompanhamento, houve 872 novos casos diagnosticados de asma no grupo do ácido acetilsalicílico e 963 no grupo placebo. Este risco relativo, aparentemente 10% menor, de aparecimento de asma na idade adulta entre as mulheres que tomavam ácido acetilsalicílico foi significativamente modificado pelo índice de massa corporal (IMC), sem efeito em mulheres com Índice de Massa Corporal ≥30 kg/m2.

O efeito do ácido acetilsalicílico no aparecimento de asma não foi modificado significativamente pela idade, tabagismo, nível de exercício, uso de Terapia de Substituição Hormonal na pós-menopausa ou uso aleatório de vitamina E.

Estudo publicado na revista “Thorax”

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Crises alérgicas aumentam durante o inverno

Durante o inverno, as crises alérgicas tornam-se mais comuns. A doença, que atinge principalmente crianças e idosos, é uma reação de defesa do organismo contra substâncias inofensivas e está relacionada a fatores ambientais e climáticos.

Partículas de pó, pólen e pêlos de animais domésticos podem causar alergias. No sistema respiratório, a enfermidade se manifesta como rinite ou asma.

Segundo a alergista e coordenadora de Atenção Secundária do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Katia Telles Nogueira, a alergia respiratória pode ser causada por uma série de circunstâncias.

- Nesta época do ano, há um aumento de pacientes com rinite alérgica e asma. Esse número está relacionado com a mudança brusca da temperatura e o acúmulo de poeira e mofo. O inimigo público número um dos alérgicos é o ácaro, que está presente na poeira domiciliar. As baratas e os fungos também são provocadores da doença. Odores fortes, perfumes e animais domésticos, principalmente gatos, também provocam crises alérgicas – explica Kátia, que é doutora em Saúde Coletiva.

A bronquite alérgica ou asma pode causar opressão e chiados no peito, cansaço e tosses acompanhadas de secreção. A rinite provoca espirros repetidos, coriza, mucosa e coceira nasal, alteração de olfato e paladar, olhos irritados e sensação de escorrimento da secreção.

Testes de pele e exames de sangue ajudam a identificar rinite e asma, que são doenças crônicas e genéticas. Os tratamentos, que devem ser feitos ao longo de toda a vida do alérgico, são realizados para amenizar os sintomas dessas enfermidades. Mas não há cura. Os pacientes devem controlar a doença através de medicamentos, vacinas e cuidados com o ambiente.

Manter o ambiente limpo e arejado são precauções que os alérgicos devem tomar sempre. Os pacientes precisam identificar os principais fatores que causam suas crises e evitar entrar em contatos com essas substâncias. Encapar colchões e travesseiros, passar pano úmido em todo o ambiente, evitar usar produtos químicos nas limpezas diárias e não fumar são alguns dos cuidados básicos que um alérgico deve ter.

- Metade do tratamento é o controle do ambiente.

Uma casa bem arejada e sem animais domésticos é importante para amenizar as crises alérgicas.

Pensando na população em geral, um animal doméstico vem, muitas vezes, como um ganho psíquico. Mas acaba prejudicando a saúde do alérgico. Um gato e um doente não podem conviver na mesma casa – afirma a médica.

http://www.atribunanews.com.br/news.php?newsid=10210

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Estudo liga trovoadas a crises de asma

Relação que parece absurda foi comprovada por pesquisas médicas.
Motivo ainda é desconhecido, afirmam especialistas.

Trovoadas podem desencadear ataques de asma.

A maioria das pessoas com asma sabe que fumaça, bolor e substâncias químicas no ar podem acionar ataques de asma. Mas trovoadas? Essa é uma relação que cientistas estudaram por anos. E é uma relação absurda, já que se acredita que as trovoadas limpam o ar. Ainda assim, quase todos os estudos que analisarem essa ligação descobriram que ela existe e é forte.

O estudo mais recente, publicado no jornal “Thorax”, é talvez o mais completo deles. Foi conduzido por uma equipe de climatologistas e epidemiologistas que observaram mais de 10 milhões de visitas a salas de emergências em 41 hospitais durante um período de 11 anos em Atlanta, Estados Unidos. Dos 215.832 pacientes atendidos em salas de emergências para tratar asma, a equipe descobriu que 28.350 deles procuraram o hospital um dia após a ocorrência de trovoadas, um incidente pelo menos 3% mais alto do que em dias sem trovoadas. Os números aparentemente podem não representar muita coisa, mas em uma cidade com milhões de pessoas, isso pode se traduzir em milhares de casos – e possivelmente muitas mortes.

Vários outros estudos ao longo dos anos também descobriram picos no número de casos após tempestades. A causa ainda é um mistério, mas cientistas acreditam que as trovoadas podem espalhar poluentes, espalhar partículas que induzem a asma e fragmentar sementes de pólen, fazendo com que elas fiquem pequenas o suficiente para penetrar nas vias aéreas.

Ataques de asma podem ser desencadeados por trovões.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia

Observando o texto acima, fiquei pensando nos possíveis mecanismos para o desencadeamento de uma crise de asma por trovões. Quais seriam estes mecanismos?

1 – Os trovões provocam medo e ansiedade (existem estudo que mostram uma grande relação asma- ansiedade) assim desencadeando a crise?

2- Ou sera pelo mesmos motivos citados acima, aumentando os batimentos cardíacos, liberando adrenalina ocasionando uma broncoconstrição?

3- Para espalhar pólen e grande quantidade de poeira seria a pessoa estar ao ar livre (na tempestade) e que este ar seja seco, não acompanhado de chuva. Em ambiente fechado onde a pessoa possa esta somente olhando e ouvindo as trovoadas acredito que seja por fatores emocionais (medo, pânico , ansiedade etc). Qual seria a situação mais favorável?

Os profissionais de diferentes áreas ( em especial da saúde) que conhecem, gostam do assunto ou das pessoas ja passaram por uma experiencia como esta e gostaria de deixar o seu comentário. Aproveitem! Deixe o seu recado.

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Dieta ajuda a controlar a asma

O elevado consumo de hortofrutícolas, azeite e peixe ajuda a controlar a asma, conclui um estudo realizado por investigadores da Universidade do Porto.

No documento, as faculdades de Medicina e de Ciências da Nutrição daquela Universidade sustentam que a dieta mediterrânica reduz em 80 por cento o risco dos asmáticos terem a doença mal controlada.

De acordo com o estudo conjunto dos investigadores das duas faculdades com o Serviço de Imunoalergologia do Hospital de S. João, a dieta caracterizada pelo elevado consumo de hortofrutícolas, leguminosas, cereais inteiros, frutos secos, azeite e peixe é um cocktail de componentes potencialmente protectores na asma.

Àquele tipo de alimentos junta–se o consumo moderado de lacticínios, álcool e consumo reduzido de carnes vermelhas e processadas. “Sabe-se que este tipo de dieta previne a asma e a rinite alérgica nas crianças, mas desconhecia-se até agora o impacto deste padrão alimentar nos adultos”, acrescenta o estudo, que visou, precisamente, perceber os efeitos desta dieta na asma de adultos. Foi ainda avaliada a função respiratória e sintomas da asma em 174 adultos com uma média de 40 anos.

APONTAMENTOS

FRUTA E ÁLCOOL

O estudo conclui que os asmáticos que tinham a doença controlada (23 por cento) ingeriam maiores quantidades de fruta fresca e menores quantidades de álcool.

BENEFÍCIOS DA DIETA

Os investigadores descobriram que a adopção de um estilo de alimentação mediterrânico está associado a uma redução de 78 por cento do risco de ter a doença não controlada, independentemente do género, idade, escolaridade, ingestão calórica total e medicação inalada.

ANTIOXIDANTES

A tradicional dieta do Sul da Europa e Bacia do Mediterrâneo é conhecida por possuir propriedades antioxidantese anti-inflamatórias que promovem um melhor controlo de diversas doenças consideradas crónicas.

PESSOAL VALE A PENA LEMBRAR QUE UMA DIETA SAUDÁVEL E EQUILIBRADA NÃO É SOMENTE UMA QUESTÃO DE MANTER O CORPINHO (ESTÉTICA), MAS DE SAÚDE. A ASMA É UMA DOENÇA QUE NÃO TEM CURA, MAS TEM CONTROLE E MUITAS VEZES LEVAM AS PESSOAS A ÓBITO. ENTÃO, ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL JÁ.

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