Andadores um aliado ou inimigo dos pais?

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É muito comum se ouvir dizer “Deixo meu filho no andador e fico tranquila, pois ele está seguro esta andando e muito alegre com os brinquedos”. Será essa uma verdade? Hoje no Brasil em media 60 a 90% dos bebes entre 6 e 15 meses fazem uso do andador, mesmo com a contra indicação da maioria dos pediatras. Estudos demonstram que a segurança que o andador promete não é de fato verdadeira, entre os casos de ocorrências nas emergência 1 à 2 bebes a cada 3 sofrem quedas e ferimentos graves como traumatismo craniano com a utilização do equipamento, isto ocorre pois no andador o bebe adquiri uma velocidade de 1m/s e pela baixa idade sem noções de perigo o bebe fica mais propicio a quedas principalmente em escadas e pequenos desníveis.

Outro fator que torna o andador algo prejudicial é o atraso no desenvolvimento motor, pois no andador o bebe não realiza a descarga de peso no membro inferiores, desestimulando o apoio do corpo para a postura em pé e marcha, assim como a engatinhar já que no andador o bebe fica impossibilitado de mudar de postura. O equilíbrio do bebe também fica prejudicado pois a base larga do andador impede que o bebe explore essa reação e quando o bebe estiver fora do equipamento fica mais propicio a quedas.

Portanto quando vier a duvida de colocar seu bebe no andador opte por um colchão no chão com bastante brinquedos, esta opção estimula o desenvolvimento, distrai a criança com os brinquedos e  oferece tranquilidades aos pais, pois o andador não é um aliado.

Fonte: http://www.sbp.com.br/pdfs/HOMEPAGE_SBP_ANDADOR.pdf e http://pediatrics.aappublications.org/content/108/3/790.full.pdf+html

Por: Juliana Perez

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Síndrome do Ombro Doloroso em pacientes hemiplégicos

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A recuperação de um paciente com hemiplegia é em um grande desafio, tanto pela complexidade das funções perdidas, quanto pela alta incidência de dor no ombro, resultando em impacto negativo no processo de reabilitacão.

O início da hemiplegia pode comprometer os princípios biomecânicos normais e a estabilidade do complexo do ombro, devido a perda do controle motor e do desenvolvimento de padrões anormais de movimento; secundariamente, ocorrem alterações em tecidos moles e desalinhamento da articulação glenoumeral. A incidência de ombro doloroso prevalece entre 34 a 85% dos pacientes, independente de idade e sexo e ocorre na segunda semana após o acidente vascular.

Dor no ombro e perda progressiva da amplitude de movimento articular (ADM), possivelmente devido aos mecanismos de desalinhamento do ombro, movimentação incorreta, imobilidade, manuseio e posicionamento inadequado do braço acometido são características de quem sofre com a síndrome.

O mecanismo de produção do ombro doloroso nas hemiplegias pode estar relacionado a vários fatores como subluxação escápulo-umeral, capsulite do ombro, síndrome do impacto, síndrome complexa de dor regional, tendinite bicipital, neuropatia por tração do plexo braquial, espasticidade, mobilização do membro superior paralisado em torno da amplitude de movimento, limitação de ADM, lesões de partes moles e dor central.

As modalidades fisioterapêuticas mais empregadas para lidar com essa condição clínica consistem em: estimulação elétrica funcional (FES), estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS), posicionamento articular e cinesiologia.

Fonte: http://terapiadomovimento.blogspot.com.br/2010/08/fes-em-pacientes-com-avc.html

Fisioterapia na saúde do idoso: Exercícios físicos na promoção da qualidade de vida

O envelhecimento da população é um dos grandes desafios para as próximas décadas. Com o avanço dos anos observa-se uma diminuição da massa muscular e da velocidade de contração muscular, reduzindo também a massa óssea, aumentando com isso, o risco de fraturas. A intervenção fisioterapêutica específica dessa faixa etária usufrui de aplicação de exercícios físicos gerando efeitos positivos na saúde do idoso e sua qualidade de vida como a potencialização das capacidades físicas: força, flexibilidade, equilíbrio, potência aeróbia e outros, além de minimizar o risco de quedas e acidentes.

Alterações Cardiopulmonares do Envelhecimento

O envelhecimento está associado a alterações nas estruturas cardíacas e pulmonares que tendem a ser individualizadas, como o aumento da massa cardíaca, leve aumento da espessura da parede do ventrículo esquerdo bem como o septo interventricular, mantendo os índices ecocardiográficos normais. Há uma diminuição da contração da musculatura cardíaca. Sendo frequentes também os distúrbios elétricos cardíacos com diferentes graus de bloqueio e de arritmias. Quanto às artérias, elas sofrem alterações na distensibilidade, elasticidade e dilatação esses distúrbios formam o quadro onde se denomina coração senil que tem como consequência fundamental a diminuição na capacidade de trabalho cardíaco.

As alterações no sistema respiratório abrangem mudanças nas cartilagens costais, nas articulações costoesternais, nos pulmões e no nariz onde promovem aumento progressivo das cartilagens. Contrariamente ao aumento do número de fibras elásticas, os pulmões perdem elasticidade com o envelhecimento, por modificações na composição das fibras elásticas e conjuntivas. Ocorre diminuição na superfície alveolar em decorrência do enfraquecimento muscular, da fibrose e da calcificação e das estruturas do tórax.

Alterações músculo – esqueléticas e elevado risco de quedas

Com o aumento da idade, observa-se uma diminuição na velocidade de contração muscular e uma atrofia das fibras que compõem esses músculos havendo assim, uma perda de massa muscular total e um aumento na gordura subcutânea e intramuscular, denominado sarcopenia. O envelhecimento implica em menor grau, uma perda da mineralização óssea, podendo causar osteoporose. A alimentação incorreta a falta de exercícios físicos aceleram e agravam o processo. As quedas em particular são mais frequentes nessa etapa da vida, com isso, os indivíduos idosos, quando caem, apresentam maiores riscos de lesões. O motivo engloba diversos fatores como: diminuição do equilíbrio, alterações na postura e na marcha.

As alterações posturais estão também diretamente ligadas nessa faixa etária Estas alterações incluem a deterioração das articulações zigapofisárias e espinhais, os discos intervertebrais se tornam gradualmente mais chatos e menos resistentes, ocorre também o estreitamento do canal espinhal ou forame neural, a perda do espaço do disco intervertebral, a calcificação do tecido conjuntivo periarticular, a osteoporose e doenças degenerativas, que fazem com que os ossos fiquem mais porosos. O resultado das alterações posturais é um acunhamento gradativo das vértebras torácicas inferiores, resultando em um desalinhamento compensatório das vértebras torácicas inferiores, o que resulta em um desarranjo compensatório das vértebras torácicas superiores e cervical parte inferior, sendo conhecido como “corcunda de viúva”.

Há também alterações na marcha, onde a principal característica do movimento dos idosos é que eles movem-se muito mais lentamente do que as pessoas mais jovens, devido ao condicionamento físico. Essa associação de condicionamento físico e velocidade da marcha são compatíveis com a hipótese de que quanto mais atividade física, maior o condicionamento e a velocidade da marcha. Portanto é fundamental ter um estivo de vida ativo, incluindo caminhadas, pode-se manter a marcha normal preservando assim a força e estimulando o equilíbrio.

O impacto do exercício físico em indivíduos idosos

O exercício físico em idades avançadas atua na manutenção da função, para conservar ativos todos os sistemas que formam o organismo, como: sistema muscular, sistema nervoso e sistema osteoarticular. A atividade física proporciona o cuidado e a prevenção de enfermidades, retardando ou atenuando o envelhecimento, atuando diretamente na promoção da saúde e na prevenção de agravos, tais como, distúrbios osteomusculares, doenças cardiovasculares, obesidade entre outros.

Observam-se também melhoras na capacidade respiratória, na reserva cardíaca, no tempo de reação, na força muscular, entre outras. Essas melhoras refletem também nas capacidades intelectuais, como vivacidade intelectual e estado de desenvolvimento psíquico superior.  A prática regular de exercícios físicos se consegue fortalecimento da musculatura, melhora do equilíbrio e da estabilidade postural, com isso, resulta na diminuição do risco de quedas.

Ações do fisioterapeuta de prevenção, promoção e proteção a saúde

A ação do fisioterapeuta é adiar as instalações das incapacidades ocasionadas com o processo do envelhecimento, tratar as alterações motoras e funcionais decorrentes de doenças e problemas associados, e trabalhar a reabilitação do idoso dentro das suas especificidades e potencialidades. A prática constante diminui o uso de medicamentos, melhora a capacidade funcional, estimulando a melhora da qualidade de vida do indivíduo idoso.

A potencialização das capacidades físicas, como força, flexibilidade, potência aeróbia, e equilíbrio promovem uma melhoria significativa nas atividades de vida diária, reduzindo a fadiga a pequenos esforços, minimizando o risco de quedas e acidentes. Os exercícios físicos sistematizados reduzem a vulnerabilidade e a fragilidade causadas pela inatividade, minimizam as mudanças biológicas trazidas pelo envelhecimento, ajudam no controle de doenças crônicas, potencializam a autonomia motora, favorecendo assim a qualidade de vida.

Fonte: http://www.faeso.edu.br/horus/cienciasdasaude/9.pdf

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Tenossinovite Estenosante – Dedo em Gatilho

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A Tenossinovite Estenosante, mais conhecido como dedo em gatilho é uma doença frequente e ocorre devido a um processo inflamatório crônico dos tendões flexores na região base dos dedos.

Os  tendões são como longas cordas que conectam os músculos do antebraço aos ossos da mão. Nos dedos, os tendões passam por dentro de uma série de polias, que são como ligamentos que juntos formam túneis. As polias têm a função de segurar os tendões perto do osso, aumentando a força nos dedos e diminuindo o gasto de energia. Quando o dedo se move, isso ocorre porque o músculo se contrai e o tendão desliza. O dedo em gatilho ocorre quando as polias da base do dedo se tornam espessadas o suficiente para apertar o tendão e impedir o seu deslizamento. A compressão do tendão pelas polias faz com que se desenvolva um nódulo, que tranca nas polias, causando o bloqueio do dedo. O bloqueio do dedo em gatilho é doloroso para o paciente. Quando mais o dedo engatilha, mais inflamado os tecidos locais ficam, aumentando o edema, dificultando o deslizamento e entrando num círculo vicioso.

Inicialmente o dedo acometido pode apresentar aumento de volume, limitações de movimento, dor no trajeto dos tendões flexores. Pode haver ainda um nódulo palpável na região da base do dedo acometido.  Os dedos mais acometidos são os polegares, dedos médios e anular. Pode ainda haver o comprometimento de mais de um dedo e ambas as mãos envolvidas na afecção.

Não existe uma causa única e na grande maioria dos pacientes não se descobre algo específico. Movimentos repetitivos, como digitar no computador, agarrar, apertar ou torcer objetos, ou até escrever em demasia, não são comprovadamente causadores de tenossinovite. O que se observa é a piora da dor em pessoas que já apresentam a doença. Ela também pode estar relacionada com alguma outra doença como artrite reumatóide, gota ou reumatismo, por exemplo.

O tratamento para a tenossinovite consiste em  medicamentos antiinflamatórios e corticosteóides, e nas sessões de fisioterapia, onde deve-se utilizar recursos analgésicos, antiinflamatórios e posteriormente fortalecimento muscular. Repouso da articulação é fundamental evitando ao máximo o seu uso nas atividades diárias. A cirurgia é indicada em alguns casos, mas nem sempre representa a cura embora possa trazer algum alívio.

Fonte:  http://www.tuasaude.com/tenossinovite/

  CLÍNICA SPHERA
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Unidade São Paulo
Rua Soldado João de Oliveira nº 326 – PIRITUBA, SÃO PAULO-SP

Unidade Santo André
Rua Dos Alpes nº 603 – Santo André – SP

Central de Atendimento (11) 4509 – 4450,  (11) 4509- 4460

Queime calorias de forma rápida e eficiente com o Kettlebell

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Talvez você já tenha visto um kettlebell, sim aquela bola de ferro presa a uma alça, mas o que provavelmente não sabia era que exercícios realizados com eles aceleram o metabolismo e definem todo o corpo.

Pesquisadores descobriram que um treino usando o acessório durante 20 minutos queima aproximadamente 300 calorias. Segundo Raphael Garcia da Academia Runner em São Paulo, “os exercícios desenvolvem as capacidades do corpo, como força, agilidade, potência e ainda favorecem a integração muscular”.

Uma outra vantagem da prática é que ela atua nos músculo superficiais e nos profundos, assim como na musculação e no pilates respectivamente. Isso acontece devido o centro de massa do kettlebell não estar distribuído igualmente, diferente de um halter por exemplo. Os músculos tendem a trabalharem mais para compensar o desequilíbrio. Em um exercício usando os membros superiores, os músculos do abdômen e dos glúteos são os mais exigidos. Este último muito mai, pois é de onde parte a maioria dos movimentos.

A prática do kettlebell proporciona ainda queima de gordura e de calorias. “Os movimentos são feitos sem pausa entre eles, o que eleva a freqüência cardíaca, fazendo com que o corpo queima mais calorias e gorduras, além de melhorar o condicionamento físico”. Complementa Garcia. O treino ainda exercita o core (região do abdômen , lombar, e quadril) e tonifica ombro, costa e bumbum.

 Um treino com kettlebell pode ser composto por:

  • Circuito em torno do corpo;
  • Flexão de tronco com remo;
  • Agachamento com suspensão de braços;
  • Círculo entre pernas;
  • Swing;
  • Moinho de vento;
  • Agachamento com peso frontal;

Confira os exercícios citados acima em: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/fitness/canais-fitness/academias/22402-kettlebell-promove-queima-elevada-de-calorias-e-resultados-rapidos

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