Os efeitos do fortalecimento dos músculos abdutores e rotadores externos isolados na dor, no estado de sáude e na força do quadril em mulheres com dor patelofemural

A dor patelofemural é a causa mais comum de diagnóstico musculoesquelético o qual o paciente procura atendimento medico. Os sintomas clínicos da dor patelofemural incluem dor retropatelar ou peripatelar associada ao agachar, subir escadas, correr, sentar, ajoelhar-se etc.

Um estudo publicado em janeiro de 2012, avaliou a efetividade do fortalecimento do abdutor e do rotador externo isolado na dor, no estado de saúde e na força do quadril em mulheres com dor patelofemural.

Alterações na cinemática do quadril resultado da fraqueza dos músculos do quadril tem sido proposto como um fator contribuinte no desenvolvimento da dor patelofemural. Até o momento, nenhum estudo analisou os resultados clínicos associados com fortalecimento muscular isolado do quadril em pacientes com dor patelofemural.

Eles analisaram 28 mulheres, separadas em dois grupos, 14 mulheres no grupo exercícios e 14 mulheres no grupo controle  (que não realizaram exercícios). O grupo que realizou exercícios fizeram o fortalecimento do abdutor e dos rotadores externos isolados 3 vezes por semana por 8 semanas. A dor analisada por uma escala analógica), estado de saúde (WOMAC) e a força avaliada por um dinamômetro, foram analisadas antes e após intervenção. A dor e o estado de sáude também foram avaliadas 6 meses após a intervenção no grupo que realizaram os exercícios.

O resultado o trabalho foi a melhora da dor, estado de saúde e força muscular do grupo que realizaram os exercícios em comparação ao grupo controle, e manteram os resultados 6 mêses após a intervenção. Concluindo que um fortalecimento isolado da musculatura de quadril devem ser considerados no programa de tratamento de mulheres com dor patelofemural.

A Sphera Fisioterapia possui um tratamento personalizado e individualizado para a dor patelofemural.

 

Fonte: J Orthop Sports Phys Ther 2012;42(1):22-29, Epub 25 October 2011. doi:10.2519/jospt.2012.3704

www.spherafisioterapia.com.br

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Um programa de fortalecimento de quadril para corredores

O efeito de um programa de fortalecimento do quadril na mecânica durante a corrida e agachamento unipodal

Em set de 2011 na JOSPT – Journal of orthpaedic e Sport physical therapy, Richard W. Willy e Irene S. Davis publicaram um estudo sobre o efeito de um programa de fortalecimento do quadril na mecânica durante a corrida e o agachamento unipodal. Eles investigaram se um fortalecimento e um programa de educação do movimento, separando os abdutores de quadril, rotadores externos, alteram a mecânica do quadril durante a corrida e o agachamento unipodal

 Os padrões de movimento durante a corrida e do agachamento unipodal tem sido associado com injúrias relacionadas a  corrida em mulheres. Intervenções terapêuticas para esses padrões de movimentos anormais tipicamente incluindo o fortalecimento do quadril.  Enquanto esses programas de fortalecimento tem mostrado melhores nos sintomas, é desconhecido se a mecânica subjacentes durante os movimentos funcionais é alterada

Eles analisaram 20 mulheres saudáveis com excessiva adução de quadril durante corrida foram selecionadas pela análise da marcha. As corredoras foram selecionados pela idade, distância percorrida e foram separadas em um grupo de treinamento e outro de controle. O grupo de treino realizou um fortalecimento de quadril em um programa de educação do movimento, 3 horas por semana durante 6 semanas , mas o treinamento de agachamento unipodal com educação neuro muscular consistindo de um feedback verbal e visual na própria mecânica. O grupo controle não recebeu nenhuma intervenção, mas manteram a distancia atual da corrida usando um dinamômetro e procedimentos de captura de movimentos padrões, mecanismos de força do quadril, corrida e agachamento unipodal foram comparadas antes e depois o fortalecimento e programa de educação do movimento. Eles concluíram que a força dos adutores e rotadores externos foram significantemente maior no grupo de treinamento não houve mudança significante na mecânica do quadril ou joelho durante a corrida. Entretanto, durante o agachamento unipodal, a adução e a rotação do quadril, e a queda contralateral da pelve diminuiu significantemente. O grupo controle não exibiu mudanças na força do quadril no agachamento unipodal e mecanismo de corrida na conclusão do estudo de 6 semanas.

Eles concluíram que o programa de fortalecimento e um programa de treinamento especifico para agachamento unipodal não altera o mecanismo de corrida, mas melhora o mecanismo do agachamento unipodal. Esses resultados sugerem que o fortalecimento do quadril e o treinamento de movimento quando não é especifico para corrida não altera a mecanismo normal da corrida.

A Sphera Fisioterapia oferece um treinamento funcional personalizado e individualizado para corredores.

J. Orthop sports phys Ther 2011; 41(9): 625-632, Epub 12 July 2011, doi 10.2519/jospt.2011.3470

http://www.jospt.org/issues/id.2608/article_detail.asp – veja o artigo com detalhes.

Dor crônica: um novo pensamento

Um novo pensamento sobre dor crônica

A dor crônica é definida como uma experiência emocional e sensorial associado com real ou potencial dano tecidual. A dor pode resultar quando esses estímulos intensos ou noviços atingem os nociceptores.  Isso serve como uma divergência impedindo o dano tecidual e agem reflexivamente para proteger novamente ou minimizar esses danos.

De forma mais simples, sabemos que existem vias ascendentes e descendentes de dor que respondem ao estímulo doloroso. Como explicar a presença de dor que muitas vezes aparece muito depois do estímulo doloroso ter parado de causar dor.

TIPOS DE DOR CRONICA

Existe uma grande necessidade de entender os mecanismos moleculares e celulares da dor em um esforço pra desenvolver novos tratamentos e mais efetivos para estes pacientes. Esse entendimento pode ser resultados de recentes avanços na visualização dos processos centrais e periféricos envolvidos na dor. Isso sugere que alguns indivíduos os fatores centrais desempenham papel chave na manutenção e estabelecimento de certas condições de dor crônica. Isto é, para alguns que o problema realmente não é periférico.

  • Dor no joelho e quadril;

Quando o dano do tecido periférico é inevitável, os tecidos inflamados e vizinhos se tornam hipersensíveis, uma resposta protetora para “guardar” a área no período de cura. Pensava-se que a dor lombar baixa no joelho e no quadril na osteoartrite, era devido à inflação ou danos dos tecidos na lombar, no joelho ou no quadril. Entretanto, recentes estudos mostram que essas condições podem ter fatores complexos implicando ambos o sistema nervoso central e periférico.  Dados mostram que 319 pacientes com osteoartrite de joelho no estágio 2-4 na radiografia, somente 47% registraram dor no joelho, sugerindo que alguma coisa mais do que o nível grau tecidual foi envolvido na percepção da dor. Uma explicação para esses achados é que a dor é um sistema complexo envolvendo vários fatores como mudanças estruturais, no mecanismo da dor, fatores subjetivos, incluindo a historia do paciente, estado psicológico, genético e cultura.

  • Neuropatia diabética e pós herpética

A dor neuropática crônica quando existe há dano real do sistema nervoso. Exemplo: Nervo periférico ou sistema nervoso central.   A dor neuropática periférica ocorre após dano ou alterações dos neurônios sensoriais. Algumas dores neuropáticas tais como a neuropatia diabética e neuropatia pós herpética, são desordens bem definidas nos quais os sintomas não são relacionados ao estimulo e as dores estão relacionadas ao periférico bem como o processamento central.

  • Trauma

Dor pós trauma central em que a dor e a hipersensibilidade ocorrem em uma parte do corpo devido à injúria que corresponde a parte do cérebro afetada pela lesão cardiovascular, isto é considerado uma síndrome de dor neuropática. Para esse tipo de neuropáticas a função está alterada devido à perda ou dano de tecido neuronal, provavelmente a causa desta condição de dor. Muitas pessoas apresentam essa dor central que é de difícil alívio e que provavelmente não irão se beneficiar de cirurgias ou manipulações nas periferias, mas eles podem beneficiar de uma abordagem especifica que é específica para o sistema nervoso central.

  • Recentes estudos na fibromialgia e dor

A fibromialgia pode ser considerada um prototípico de dor de desordem central, a qual a origem da dor ou é mantida em parte no sistema nervoso central.    Estudos de ressonância magnética foram feitos para ver a ativação cerebral em respostas a estímulos de dor. Incluíram pacientes com fibromialgia e dor lombar baixa crônica para visualizar a resposta a quantidades iguais de pressões mínimas. Dentro de grupo de Fibromialgia e dor lombar crônica 5 áreas de ativação neuronal dentro do córtex relacionadas à dor foram detectadas comparadas com somente uma nos controles. Outro estudo avaliou o padrão de ativação cerebral encontrados em pacientes com fibromialgia em resposta a similar pressão existiu 13 regiões de maior ativação no grupo de fibromialgia comparadas a uma do grupo sadio. Adicionalmente a medias pressões resulta em uma resposta subjetiva de dor, resposta cerebral no grupo fibromialgia que foram similares as respostas produzidas por duas vezes a pressão aplicada nos controles. Usando o mesmo exame eles avaliaram o volume da massa cinzenta nos pacientes com dores crônicas esqueléticas com significante diferença no volume de massa cinzenta que foram encontradas nos pacientes com osteoartrite antes da artroplastia de quadril comparados com controles saudáveis, especificamente na área do talamos entendida como iniciar um papel no processamento da dor central mostrou redução da massa cinzenta no grupo de osteoartrite, significantemente a comparação do volume de massa cinzenta logo após 9 meses da cirurgia e mostrou que o os níveis de redução do volume da massa cinzenta talâmica nos pacientes com osteoartrite, apresentam valores similares ao grupo controle saudáveis.  Isso sugere que a fibromialgia pode ter tanto fatores do sistema nervoso central como do dano tecidual.

  • O papel do stress e depressão na dor.

A associação entre o stress psico e psico social, depressão, e síndromes de dor crônica tem sido o tema de muitos estudos. A desordem do stress pós trauma tem sido diretamente relacionada à dor crônica. Uma revisão da literatura direcionada a associação entre a dor crônica e síndromes pós stress traumática encontrou alto grau de correlação que os autores sugeriram que os médicos que realizam avaliações diagnosticas para um transtorno, também deve avaliar a outro.

Um estudo avaliou paciente com fibromialgia, fadiga crônica, sintomas psiquiátricos, pacientes com fibromialgia que tiveram ambos os pontos gatilhos e dor de fusa foram significantemente mais propensas a terem uma prevalência maior de apresentar a síndrome do estress pós traumático. Outro autor avaliou pacientes atendidos na atenção primária e encontrou uma proporção significantemente maior em pacientes com desordem depressiva  maior relatando dor crônica do que aqueles sem depressão.

   O estudo e pacientes com fibromialgia e com sintomas depressivos, ou uma desordem depressiva e ativação neural no córtex primário e secundário nas áreas associadas à sensação e dor.  Esses foram confirmados em estudos recentes no qual os pacientes que apresentaram critérios para fibromialgia foram dados uma série para avaliar os sintomas de depressão e catástrofe e foram testadas as respostas do ponto de dor usando imagem de ressonância magnética. Esses resultados estabelecem uma correlação entre o conjunto de sintomas efetivos, mas não apresentaram correlação com os sintomas de dor e resposta ao ponto de pressão de dor. Então em vez de sugerir que não existe qualquer alinhamento entre o aspecto físico e mental da dor, resultados de ambos, resultam que duas redes de dores independentes existem para processarem a dimensão efetiva e censora da dor. Esses caminhos podem operar simultaneamente. O diagnóstico clínico da dor central para o pesquisador David Bowshr é relativamente simples. O paciente descreve a dor como uma queimação ou queimadura, menos freqüente como tiro facada e às vezes ambos ou uma dor e queimação é sentida mesmo aos estímulos frios ou a sensação dolorosa sentida à resposta a uma leve pressão, mas a pressão não é profunda. Quando os pacientes se queixam de dor “generalizada”, reservam o tempo para perguntar sobre depressão, ansiedade, fadiga, distúrbios do sono e dificuldades cognitivas em ordem para entender o que desencadeia os sintomas dos pacientes. Um terapeuta que reconhece a dor do paciente, o conjunto de sintomas e suas particularidades, podem acompanhar a dor, e utilizam uma abordagem multidisciplinar para o diagnostico e tratamento possivelmente terá melhores chances de produzir resultados mais eficientes.

Veja o artigo na íntegra com mais riqueza de detalhes: http://www.jfponline.com/Pages.asp?AID=10330

Biomecânica da articulação Glenoumeral

Sabemos que a articulação do ombro não envolve somente as estruturas que compõem a glenoumeral. Este post ira enfatizar somente na biomecânica da articulação glenoumeral.

O ombro é uma articulação tipo esferóide, possuindo movimentos nos três planos: sagital, frontal e transverso. Fazem parte dessa articulação os ossos: úmero, escápula e clavícula, quatro articulações a esternoclavicular, acromioclavicular e glenoumeral e a escapulotorácica, os ligamentos que dão estabilidade e os dezesseis músculos envolvidos com o complexo do ombro.
O complexo do ombro possui quatro grupos de movimento, no plano sagital: flexão, extensão e hiperextensão; no plano frontal: abdução e adução; e no plano transverso: rotação medial e rotação lateral; abdução horizontal e adução horizontal e circundação (LIPPERT, 2003; HAMILL & KNETZEN, 2008).
A articulação glenoumeral é formada pela cabeça do úmero e a cavidade glenóide, é uma articulação sinovial tipo esferóide (bola e soqueta), possui quatro liberdade de movimento e pouca estabilidade óssea, sua estabilização é dependente de ações musculares.
A diferença entre o tamanho da cabeça do úmero e da cavidade glenóide torna o contato das superfícies articulares assimétrico, somente uma parte da cabeça do úmero encontra em contato com a cavidade glenóide.
O lábio glenoidal  é um anel formado por fibrocartilagem que circunda a cavidade glenóide com a função de aprofundar dando maior espaço articular e estabilização
A cápsula está presente na margem da cavidade glenóide e colo anatômico do úmero, é constituída externamente por membrana fibrosa e internamente por membrana sinovial. Com o braço em posição neutra ao lado do corpo, a parte superior da cápsula fica esticada e a parte inferior fica relaxada na abdução acontece o oposto a cápsula fixa a articulação glenoumeral reforçada por ligamentos.
O ligamento coracoumeral reforça a parte superior da cápsula articular. Os ligamentos glenoumerais reforçam a cápsula anteriormente e pelo músculo subescapular, este sendo o principal estabilizador dinâmico da articulação glenoumeral.
Lateralmente a cabeça do úmero é rodeada por duas camadas musculares uma profunda e a outra superficial. A camada profunda é constituída pelo manguito rotador (supra-espinhoso, infra-espinhoso, redondo menor e subescapular), além do tendão da porção longa do bíceps braquial, que envolvem a cápsula.
Na articulação glenoumeral a parte côncava é representada pela cavidade glenóide, enquanto a convexa é pela cabeça do úmero, somente uma pequena parte desta fica em contato com a cavidade glenóide, favorecendo grandes amplitudes de movimento e instabilidade.
A artrocinemática explica que a parte côncava movimenta – se no sentido do movimento realizado pelo úmero, e a convexa movimenta – se no sentido opsto ao do úmero, conforme o quadro:

Movimentos fisiológicos do úmero

Direção do deslizamento da cabeça do úmero

Flexâo

Posterior

Extensão

Anterior

Abdução

Inferior

Adução

Superior

Rotação interna

Posterior

Rotação externa

Anterior

Abdução horizontal

Anterior

Adução horizontal

Posterior

A camada superficial é formada pelo trapézio, deltóide, redondo maior, latíssimo do dorso, serrátil anterior e peitoral maior, que estão em volta da cabeça do úmero, mas um pouco distante (HAMILL & KNUTZEN, 2008; LIPPERT, 2003).


Movimento da Articulação Glenoumeral

Quando observamos o movimento da articulação glenoumeral temos que levar em conta a diferença entre o tamanho da cabeça do úmero e da cavidade glenóide, outro ponto a ser observado é a ação do músculo deltóide que ao início da elevação do braço possui uma tração vertical puxando a cabeça do úmero para cima colidindo com o arco coracoacromial e entrando em contato com o acrômio. Com tudo isso grandes amplitudes de movimento seriam impossíveis, o que torna possível alcançar as grandes amplitudes de movimento é a ação do manguito rotador e os movimentos da artrocinemática (LIPPERT, 2003; RASCH, 1991; HALL, 2000).

http://www.fisioweb.com.br/portal/artigos/39-art-biomecanica/692-biomecanica-da-articulacao-do-ombro.html
A Sphera fisioterapia possui uma grande experiência no tratamento das patologias do ombro, uma das técnicas mais indicadas para o tratamento da articulação do ombro é a quiropraxia.

Pilates: Pé Plano e Pé Cavo

Os pés, partes fundamentais para a sustentação corporal e para a locomoção, constituem estruturas complexas do corpo humano, formados por diversos ossos, músculos, tendões e bursas. Para favorecer a distribuição do peso corporal, o equilíbrio e a deambulação (ato de correr e caminhar), os pés devem possuir um adequado formato anatômico, com um arqueamento na sola.

O pé plano, também conhecido como “pé chato” ou como pé plano valgo flexível, ocorre quando existe uma deformidade anatômica oriunda do achatamento de um ou mais arcos do pé. Essa condição clínica faz com que a pessoa pise com quase toda a sola do pé no chão, o que pode causar o aparecimento de dor e outros desconfortos, não só nos pés, mas, também, em várias outras regiões do corpo (como o joelho, o quadril, e a coluna).

Em alguns casos, o pé plano pode ser assintomático, de modo que a pessoa com essa alteração anatômica, nem sabe que a possui. Na maioria dessas situações, portanto, não há necessidade de tratamento.

O pé cavo, também conhecido como “pé arqueado”, é considerado o oposto do pé plano. Essa alteração ocorre devido a elevação excessiva do arco plantar, que por conseqüência, gera uma diminuição do comprimento do pé. Esse caso é menos comum que o anterior, mas, apresenta maior probabilidade de causar problemas ortopédicos.

Pés muito arqueados costumam ser mais problemáticos porque a tensão na região dos dedos e do tornozelo é maior. Isso pode causar dificuldades de adaptação aos calçados e dor ao realizar atividades como caminhar, correr e ficar longos períodos em pé.

Em ambos os casos, no pé plano e no pé cavo, o paciente deve ficar atendo para a necessidade de tratamento. É importante verificar se a causa dessas alterações é ortopédica, neuromuscular ou neurológica.

O tratamento, quando necessário, pode ser realizado de várias formas, a depender da necessidade de cada situação concreta. No mais das vezes, é salutar o uso de sapatos ou palmilhas ortopédicas, a realização de fisioterapia e terapia medicamentosa para os casos de dores e inflamação. Em situações extremas, intervenções cirúrgicas podem ser necessárias.

O Pilates também pode ajudar na normalização da pisada, utilizando-se da overball entre os tornozelos para execução de exercícios específicos.

Fonte:http://www.revistapilates.com.br/2008/08/20/pilates-pe-plano-e-pe-cavo/ 

SPHERA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA

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