Depressão e dor Crônica

A dor crônica é um sintoma que acomete boa parte da população mundial. Frequentemente a depressão acompanha a dor crônica. As estatísticas mostram que 85% dos pacientes que sofrem  de dor crônica sofrem de alguma forma de depressão.

Alguns sintomas da depressão são: distúrbio do sono que é dormir demais ou muito pouco, distúrbios do apetite, perda do interesse em atividades antes prazerosas, medo de morrer, a perda de motivação, e uma série de outros sintomas que tornam muito difícil o tratamento e recuperação da dor crônica. Na verdade, há muitas indicações que a dor crônica e a depressão tem os mesmos sintomas e eles se alimentam mutuamente.

Felizmente, existem muito tipos de  tratamentos disponíveis  para depressão que esta relacionado com a dor crônica.  A terapia com antidepresssivos podem ser muito eficazes para o tratamento no tratamento da dor crônica com depressão porque os antidepressivos não só podem ajudar a aliviar os sintomas de depressão, mas porque as mesmas vias bioquímicas estão envolvidas na depressão e na dor crônica, e a medicação antidepressiva pode ter um efeito secundário fornecendo algum alívio da dor.  Além disso, a terapia cognitivo comportamental pode ser eficaz no tratamento de depressão que esta relacionada com a dor crônica. Esses tipos de terapias envolvidas ajudam o paciente a abservar seus arrredores para que eles encontram as coisas que são agradáveis ao seu redor, mesmo que estão com dor. Isso lhe permitem serem otimistas e não se concentrarem apenas na dor em suas vidas, mas sim o bem neles.

Muitas vezes a terapia antidepressiva e do tratamento cognitivo comportamental  são combinados com exercícios de fisioterapia e reabilitação para dor crônica.O programa de tratamento da Clínica Sphera para dor e depressão vem mostrando bons resultados.

Se você esta sofrendo de depressão relacionada a dor crônica, não se desespere, há muitos tratamentos disponíveis que vão desde terapias antidepressivas, psicoterapia e da reabilitação para dor crônica que podem ajuda-los a superar a depressão e dor crônica e ajudá-los a voltar a viver a vida.

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Fonte: http://www.spine-health.com/video/depression-and-chronic-pain-video-treatment-symptoms-and-causes
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Um pouco sobre gagueira

Dia 22 de outubro é o Dia Internacional de Atenção à Gagueira. Desde 2005,gagueira

é exibida uma campanha de alcance nacional sobre gagueira. Buscando reforçar que gagueira não é motivo de piada e que existe tratamento, orienta

aqueles que sofrem do problema a buscarem um fonoaudiólogo. O vídeo pode ser visto aqui: http://www.gagueira.org.br/conteudo.asp?id_conteudo=264

A gagueira deixa muitas pessoas numa relação de sofrimento com a própria fala. É por isso que, para discutir um pouco mais sobre esse tema aqui no site, sugiro a leitura do seguinte texto da Psicanalista Roberta Ecleide de Oliveira Gomes Kelly: “Fluir ou Disfluir: eis a questão! Uma discussão sobre a gagueira e a psicanálise”. Para ler, acesse http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000032002000400021&script=sci_arttext

É importante destacar que, na clínica psicanalítica, o terapeuta não terá como foco de seu trabalho um sintoma (no caso, o sintoma,o “gaguejar”). Esse é o diferencial entre as clínicas psicanalítica e fonoaudiológica quando se fala em gagueira: o fonoaudiólogo tem uma responsabilidade com a fala de um paciente e, portanto, com um sintoma na fala dele. No entanto, abrir um diálogo com a Psicanálise torna possível vislumbrar outros aspectos relacionados à gagueira, para além de discussões sobre etiologia, sintomatologia, avaliação e tratamento. Após fazer um breve histórico sobre a gagueira e seus tratamentos, a autora falará como a psicanálise contribuiu e vem contribuindo para entender esse “distúrbio de fluência”. É possível que o texto seja difícil de ler para quem não é familiar com a psicanálise, mas gostaria de destacar alguns aspectos interessantes.

O primeiro deles relaciona-se com o compromisso de seu trabalho: a autora não foca na etiologia da gagueira – como se houvesse uma causa única -, na avaliação ou terapêutica desse distúrbio de fluência. O seu trabalho assume um compromisso com o “sujeito gago”. Ademais, deixa claro que não há uma terapêutica específica para a lidar com a gagueira. Recomendações a pais de crianças gagas, com orientações e sugestões para melhorar a comunicação não são a chave para a cura. E não há chave. Mas há a possibilidade de escuta. Escuta do sujeito gago ou dos pais de uma criança gaga.

Acredito que essas são as maiores contribuições do texto para pensar na clínica fonoaudiológica: não basta atuar de maneira a buscar uma retirada de sintoma, eliminar a gagueira. Mais do que um sintoma, há um sujeito em sofrimento, busca de escuta.

Imagem: http://gaguezfluencia.blogspot.com.br/p/consequencias.html

Por: Ana Carolina Prisco

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Pilates Emagrece? Artigo 1

homens-pilates-300x200Em busca do corpo perfeito e da melhor atividade física a ser realizada, é muito comum as pessoas procurarem o método de Pilates para emagrecimento.  Para responder a pergunta de clientes e dos vários telefones recebidos na clínica, fui em busca da literatura científica para responde-los com mais propriedades.

A Escola de Educação física e Esportes do Konya na Turquia (School of Physical Education and Sport, Selcuk University of Konya, Konya, Turke), analisaram os efeitos de 8 semanas de exercícios com  mat pilates e pilates com bola na massa corporal, circunferência abdominal e a relação cintura- quadril em 58  homens obesos e sedentários. Foram divididos em dois grupo, no grupo que realizaram a aula de pilates e o grupo controle que não realizaram a aula de Pilates.  A aula foi realizada 1 hora por dia, 1 vez por semana durante 8 semanas. Após o treinamento os homens obesos foram reavaliados e o método de pilates se mostrou eficiente no peso, no índice de massa corporal, na massa magra, na relação cintura quadril, bíceps, tríceps, na gordural corporal, na taxa metabólica basal e na flexibilidade. O grupo controle não mostrou diferença nos parâmetros avaliados. O método de pilates com os exercícios do mat pilates e do pilates com bola, se mostrou eficiente na redução da obesidade, na composição corporal e na flexibilidade em homens obesos e sedentários.

Referência bibliográfica: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22397236

A Clínica Sphera possui um lindo e  moderno estúdio de Pilates em suas unidades

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Pilates na Esclerose Múltipla

Esclerose2Muito se fala sobre os benefícios do método de Pilates em pessoas saudáveis. O artigo que irei mencionar é a sobre os efeitos do Pilates no equilíbrio, na mobilidade e força muscular em pacientes com esclerose múltipla.  Eles avaliaram os efeitos no método Pilates em 26 pacientes com esclerose múltipla divididos em 2 grupos, o grupo que realizaram os exercícios de pilates por 8 semanas e o grupo controle que não realizaram os exercícios. Ao final do estudo eles observaram melhora do equilíbrio, da força muscular  e da mobilidade nos pacientes com esclerose múltipla e não observaram diferenças no grupo controle. Devido à sua estrutura, que é composta de exercícios de fortalecimento e equilíbrio, treinamento com o método de  Pilates podem desenvolver o equilíbrio, mobilidade e força muscular de pacientes com esclerose múltipla. Por esta razão, pensamos que,  os exercícios do Pilates que são apropriadas para o nível de incapacidade do paciente podem ser sugeridas.

Referência: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23949064

 

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O fortalecimento do quadril antes dos exercícios funcionais reduz mais rápido que o fortalecimento do quadriceps em mulheres com a síndrome da dor patelofemural em mulheres

Continuando os artigos sobre condromálacea patelar em mulheres.

Em agosto de 2011 um grupo de pesquisadores da J Orthop Sports Phys Ther  analisaram se mulheres com a síndrome da dor patelofemural que realizaram o fortalecimento do quadril antes dos exercícios funcionais demonstraram resultados mais satisfatórios que as mulheres que realizaram fortalecimento do quadrícipes antes dos mesmos exercícios funcionais.

Embora a síndrome da dor patelofemural ter sido atribuída a disfunção do quadrícipes, recentes estudos tem ligado essa condição ao comprometimento da musculatura do quadril. O fortalecimento dos membros inferiores tem sido considerado uma intervenção eficaz. Embora, os pesquisadores analisarem o exercícios com suporte de peso, não deixando claro se a força maior no quadril, quadricipes ou em ambos são benéficos.

Foram avaliados trinta e três mulheres com síndrome da dor patelofemural realizaram o fortalecimento do quadril (grupo quadril) ou quadrícipes (grupo quadrícipes) por 4 semanas, antes de 4 semanas de um programa similar de exercícios funcionais com suporte de peso. O auto registro da dor, função e força functional foram avaliados.  O fortalecimento isométrico foi realizado para o abdutores de quadril rotadores externos e extensores de joelho.

Após 4 semanas, houve menas dor no grupo quadril que no grupo quadrícipes. Da linha de base para 8 semanas, o grupo quadril demonstrou um aumento de força do quadril de 21% na força do abdutor, enquanto que o grupo quadrícipes não apresentaram mudanças. Todas as participantes mostraram melhora subjetiva da função, função objetiva, e na força do rotador externo de quadril, no teste de base após 8 semanas.

Ambas abordagem de reabilitação melhora a função e diminui a dor. Para pacientes com síndrome da dor patelofemural, inicialmente o fortalecimento de quadril pode permitir uma dissipação precoce da dor que os exercícios focados no quadril.

J Orthop Sports Phys Ther 2011;41(8):560-570. Epub 7 June 2011.