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Fisioterapia Aquática

O ambiente aquático tem sido cada vez mais explorado para a realização de atividades físicas. Além das já populares natação e hidroginástica, é na água que pode ser desenvolvida uma das técnicas terapêuticas em expansão no país chamada hidrocinesioterapia ou fisioterapia aquática.

O tratamento constitui em um conjunto de métodos, fundamentados no movimento humano, cuja aplicação varia de pessoa para pessoa, podendo assim, no programa de tratamento, ser utilizada apenas a prática de exercícios terapêuticos na água, ou a associação deles à hidromassagem, à massoterapia ou a manipulações.

A determinação do programa é feita com base em exames do paciente e sua relação com a água. A avaliação dos movimentos funcionais é indispensável para o estabelecimento dos objetivos do tratamento e prognóstico idealizado, para então serem determinados os procedimentos hidrocinesioterapêuticos em escala progressiva, ressalta.

A hidrocinesioterapia é indicada para diversos casos, entre eles as fibromialgias, alterações posturais, bursites, artrites e seqüelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Foram comprovados em pesquisas vários benefícios da fisioterapia aquática, destacando-se entre eles o aumento da amplitude do movimento, a diminuição da tensão muscular, melhora na circulação, equilíbrio, bem como incremento na força e resistência muscular.

As sessões de fisioterapia aquática podem ser feitas em grupo ou individualmente. Por ser a alta temperatura positiva em muitos processos patológicos, na maioria dos casos, o tratamento é realizado em piscinas aquecidas, entre 32ºC e 34ºC. Muitos efeitos terapêuticos benéficos são obtidos com a imersão na água aquecida, como o relaxamento e redução do impacto e da agressão sobre as articulações.

Uum programa de fisioterapia aquática pode representar um grande incremento no tratamento de doenças, proporcionando uma melhora mais rápida e com menor risco de intercorrências decorrentes do impacto, como microlesões articulares e dores musculares. Os resultados das pesquisas comprovam que a hidrocinesioterapia conseguiu influenciar na melhora da qualidade de vida e no aumento da aptidão física. Além disso, há um aumento do relacionamento social e da auto-estima dos indivíduos, garante.

Gostaria de ressaltar que existem contra-indicações ao tratamento, como trombose venosa profunda, feridas infectadas, infecções de pele e gastrointestinais. E alertar que pessoas com problemas cardíacos severos e hipo ou hipertensão descontrolada devem receber acompanhamento especial.

Crises alérgicas aumentam durante o inverno

Durante o inverno, as crises alérgicas tornam-se mais comuns. A doença, que atinge principalmente crianças e idosos, é uma reação de defesa do organismo contra substâncias inofensivas e está relacionada a fatores ambientais e climáticos.

Partículas de pó, pólen e pêlos de animais domésticos podem causar alergias. No sistema respiratório, a enfermidade se manifesta como rinite ou asma.

Segundo a alergista e coordenadora de Atenção Secundária do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Katia Telles Nogueira, a alergia respiratória pode ser causada por uma série de circunstâncias.

- Nesta época do ano, há um aumento de pacientes com rinite alérgica e asma. Esse número está relacionado com a mudança brusca da temperatura e o acúmulo de poeira e mofo. O inimigo público número um dos alérgicos é o ácaro, que está presente na poeira domiciliar. As baratas e os fungos também são provocadores da doença. Odores fortes, perfumes e animais domésticos, principalmente gatos, também provocam crises alérgicas – explica Kátia, que é doutora em Saúde Coletiva.

A bronquite alérgica ou asma pode causar opressão e chiados no peito, cansaço e tosses acompanhadas de secreção. A rinite provoca espirros repetidos, coriza, mucosa e coceira nasal, alteração de olfato e paladar, olhos irritados e sensação de escorrimento da secreção.

Testes de pele e exames de sangue ajudam a identificar rinite e asma, que são doenças crônicas e genéticas. Os tratamentos, que devem ser feitos ao longo de toda a vida do alérgico, são realizados para amenizar os sintomas dessas enfermidades. Mas não há cura. Os pacientes devem controlar a doença através de medicamentos, vacinas e cuidados com o ambiente.

Manter o ambiente limpo e arejado são precauções que os alérgicos devem tomar sempre. Os pacientes precisam identificar os principais fatores que causam suas crises e evitar entrar em contatos com essas substâncias. Encapar colchões e travesseiros, passar pano úmido em todo o ambiente, evitar usar produtos químicos nas limpezas diárias e não fumar são alguns dos cuidados básicos que um alérgico deve ter.

- Metade do tratamento é o controle do ambiente.

Uma casa bem arejada e sem animais domésticos é importante para amenizar as crises alérgicas.

Pensando na população em geral, um animal doméstico vem, muitas vezes, como um ganho psíquico. Mas acaba prejudicando a saúde do alérgico. Um gato e um doente não podem conviver na mesma casa – afirma a médica.

http://www.atribunanews.com.br/news.php?newsid=10210

Estudo liga trovoadas a crises de asma

Relação que parece absurda foi comprovada por pesquisas médicas.
Motivo ainda é desconhecido, afirmam especialistas.

Trovoadas podem desencadear ataques de asma.

A maioria das pessoas com asma sabe que fumaça, bolor e substâncias químicas no ar podem acionar ataques de asma. Mas trovoadas? Essa é uma relação que cientistas estudaram por anos. E é uma relação absurda, já que se acredita que as trovoadas limpam o ar. Ainda assim, quase todos os estudos que analisarem essa ligação descobriram que ela existe e é forte.

O estudo mais recente, publicado no jornal “Thorax”, é talvez o mais completo deles. Foi conduzido por uma equipe de climatologistas e epidemiologistas que observaram mais de 10 milhões de visitas a salas de emergências em 41 hospitais durante um período de 11 anos em Atlanta, Estados Unidos. Dos 215.832 pacientes atendidos em salas de emergências para tratar asma, a equipe descobriu que 28.350 deles procuraram o hospital um dia após a ocorrência de trovoadas, um incidente pelo menos 3% mais alto do que em dias sem trovoadas. Os números aparentemente podem não representar muita coisa, mas em uma cidade com milhões de pessoas, isso pode se traduzir em milhares de casos – e possivelmente muitas mortes.

Vários outros estudos ao longo dos anos também descobriram picos no número de casos após tempestades. A causa ainda é um mistério, mas cientistas acreditam que as trovoadas podem espalhar poluentes, espalhar partículas que induzem a asma e fragmentar sementes de pólen, fazendo com que elas fiquem pequenas o suficiente para penetrar nas vias aéreas.

Ataques de asma podem ser desencadeados por trovões.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia

Observando o texto acima, fiquei pensando nos possíveis mecanismos para o desencadeamento de uma crise de asma por trovões. Quais seriam estes mecanismos?

1 – Os trovões provocam medo e ansiedade (existem estudo que mostram uma grande relação asma- ansiedade) assim desencadeando a crise?

2- Ou sera pelo mesmos motivos citados acima, aumentando os batimentos cardíacos, liberando adrenalina ocasionando uma broncoconstrição?

3- Para espalhar pólen e grande quantidade de poeira seria a pessoa estar ao ar livre (na tempestade) e que este ar seja seco, não acompanhado de chuva. Em ambiente fechado onde a pessoa possa esta somente olhando e ouvindo as trovoadas acredito que seja por fatores emocionais (medo, pânico , ansiedade etc). Qual seria a situação mais favorável?

Os profissionais de diferentes áreas ( em especial da saúde) que conhecem, gostam do assunto ou das pessoas ja passaram por uma experiencia como esta e gostaria de deixar o seu comentário. Aproveitem! Deixe o seu recado.