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Alimentação e Asma

Amendoins podem vir a provocar asma durante a gravidez

Investigadores holandeses afirmam que as grávidas que consomem amendoins frequentemente durante o período de gestação aumentam a probabilidade dos filhos virem a ter asma

Cerca de 4 mil mulheres grávidas realizaram questionários sobre o tipo de dietas que faziam, tendo as suas crianças sido acompanhadas posteriormente durante um período de 8 anos.

Os resultados sugeriram que a presença de certos alergéneos podia aumentar a probabilidade da criança de vir a sofrer de asma em 50%. O estudo revelou ainda que as grávidas que consumiam uma maior quantidade de fruta apresentavam uma taxa inferior de crianças que vieram a desenvolver a doença.

Não existem ainda certezas quanto aos factores que, durante a gravidez, levam certas crianças a desenvolverem asma enquanto outras não.

No entanto, sabe-se que a doença tem fortes ligações familiares, o que sugere que possa ser hereditária, embora o meio ambiente também represente um papel importante.

“Ainda é cedo para fazer recomendações no sentido de evitar o consumo de amendoins e certos tipos de nozes, mas é certo que as grávidas devem comer de uma forma saudável, e o que é certo é que nenhum tipo de comida em excesso se torna benéfica”,

Fisioterapia Respiratória

Fisioterapia Respiratória

A Fisioterapia Respiratória é muito ampla na prática profissional e atua no tratamento de pacientes de todas as idades com distúrbios pulmonares agudos ou crônicos. Pode ser realizada em ambientes hospitalares, no pré e pós operatório de diversas cirurgias, em Unidades de Terapia Intensiva, clínicas particulares, ambulatórios, centro de assistência e reabilitação e até mesmo na casa do paciente quando se fizer necessário.

Suas principais metas são:

Prevenir o acúmulo de secreções nas vias aéreas, que interfere na respiração normal;

Favorecer a eficácia da ventilação;

Promover a limpeza e a drenagem das secreções;

Melhorar a resistência e a tolerância à fadiga, durante os exercícios e nas atividades da vida diária;

Melhorar a efetividade da tosse;

Prevenir e corrigir possíveis deformidades posturais, associadas ao distúrbio respiratório;

Promover Suporte Ventilatório adequado, bem como sua retirada, em pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva.

A Fisioterapia Respiratória tem grande indicação nos casos de pacientes com crises repetidas de asma e bronquite, principalmente se ocorre intensa produção de secreção dentro dos brônquios, situação essa que poderia levar a quadros associados de pneumonia. A asma, também conhecida como bronquite asmática ou bronquite alérgica acompanha-se de uma inflamação crônica dos brônquios e sintomas como: falta de ar, aperto no peito, cansaço, chiados e tosse persistente. Ocorre em cerca de 10% da população brasileira, sendo mais frequente em crianças.

A asma e a bronquite causam obstrução brônquica, dificultando a saída do ar de dentro dos pulmões. O papel do fisioterapeuta é justamente fazer a desobstrução brônquica. “Assim que é diagnosticada a asma ou bronquite, é importante que a pessoa procure este especialista para fazer a sua reeducação respiratória, através dos exercícios de relaxamento, postura e o uso do inalador. Isso ameniza muito as crises, diminuindo também a incidência de processos infecciosos pulmonares”.

O fisioterapeuta também tem um papel fundamental no auxílio às pessoas com seqüelas respiratórias causadas por uma forte pneumonia. Nesses casos, pode ocorrer derrame na pleura (“capa”que envolve os pulmões), isto é, um acúmulo de secreção ou água no local. A Fisioterapia Respiratória, através de ventilação e exercícios próprios, chega a atingir 100% de regressão e melhora desse tipo de quadro clínico.

Na UTI, a Fisioterapia Respiratória tem um caráter mais dinâmico e objetivos diferentes. Auxilia na manutenção das funções vitais, através da prevenção e/ou tratamento das doenças cardio-pulmonares, circulatórias, reduzindo assim a chance de possíveis complicações e o tempo de ocupação do leito. Cabe também ao fisioterapeuta, na admissão do paciente em UTI, adequar o suporte ventilatório necessário, através da instalação imediata de oxigenoterapia e ventilação mecânica.

Tratamento da Asma

Tratando a sua Asma

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Embora não exista cura para asma, existem algumas medicações excelentes disponíveis para ajudar no controle da asma, assim não interfere na suas atividades.

É importante que você tome a medicação própria para asma, e que seu medico tenha explicado como você usa os inaladores apropriadamente e também as doses adequadas para seu beneficio.

Controle da Asma

Asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas não tem cura, mas tem controle. Quando pensamos em Asma ou em pessoas com asma logo nos vêm em mente as “bombinhas”, hoje estes disponíveis em nebulizadores, erossol dosimetrado spray ou “bombinhas” ou inaladores de pó seco e por diferentes dispositivos. Geralmente a medicação para controle da asma são os corticóides e os broncodilatadores.

A medicação de controle deve ser utilizada para controle da inflamação deixando as vias aéreas mais menos sensíveis reduzindo o risco de um ataque severo. O efeito de proteção é dado por um período de tempo, assim se necessários utilizados todos os dias (geralmente pela manha e tardes) mesmo quando se sentindo bem. A medicação de controle não alivia os sintomas logo após a sua administração, mas com o controle da inflamação (reduz a inflamação para reduzir sintomas).

Existem vários tipos de medicação de controle, mas todas funcionam da mesma forma. Você deve iniciar o tratamento com o nível adequado (alguns casos com doses altas) para manter a sua asma sob controle, conforme for atingindo o controle você poderá reduzir a quantidade de medicação.

Além da medicação de controle devem ter uma medicação de alivio imediato por ex. os broncodilatadores. Os broncodilatadores são administrados para alivio imediato dos sintomas (falta de ar, chiado, tosse seca). Este rapidamente relaxa a musculatura lisa em volta da via aérea, liberando a passagem do ar e deixando a respiração fácil novamente.

Os broncodilatadores são essenciais para o tratamento das crises de asma. Você deve ter a dose adequada para o alivio das crises. Se você estiver usando o broncodilatador três vezes ou mais por semana, sua asma pode não estar bem controlada, você deve retornar ao medico para uma reavaliação.

As informações sobre saúde contidas neste site são fornecidas somente para

fins educativos e não pretendem substituir, de forma alguma, as discussões

estabelecidas entre médicos e pacientes.

“NÃO TOME NENHUM MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU

MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.”


UFSCar faz testes com adolescentes sobre asma

A Unidade de Fisioterapia Respiratória da UFSCar realiza, até o final deste ano, testes gratuitos

A Unidade de Fisioterapia Respiratória da UFSCar realiza, até o final deste ano, testes gratuitos para avaliar a função pulmonar de adolescentes asmáticos. Os participantes devem ter idade entre 11 e 15 anos. Os testes são simples e sem risco à saúde. A iniciativa faz parte de um projeto de mestrado em Fisioterapia iniciado no ano passado pela fisioterapeuta Renata Pedrolongo Basso na UFSCar. A dissertação é intitulada “Avaliação do nível de Atividade Física sobre a capacidade funcional e a qualidade de vida em adolescente asmático”.
A avaliação consiste em dois testes. O primeiro visa verificar a capacidade pulmonar do adolescente no exercício aplicado pelos fisioterapeutas. Os jovens são levados a caminhar e depois subir e descer degraus num tempo de seis minutos para cada exercício. Os dados obtidos nessa avaliação são comparados com os índices atingidos por pessoas saudáveis na mesma prática.
Em seguida, os adolescentes são encaminhados a outro teste para medir a função pulmonar. Aplicado pelo médico Antonio Delfino, esse teste consiste em medir os volumes pulmonares e verificar o grau de obstrução dos fluxos aéreos. Além desses dois testes, os fisioterapeutas também estão realizando testes de pressão palmar para medir a força da musculatura. Mais informações pelo telefone (16) 3371-3444.

Asma x Obsidade

O exercício físico, uma infecção viral, os pêlos dos animais de companhia ou as penas dos pássaros, a exposição contínua aos ácaros do pó doméstico, o fumo do tabaco e os pólenes. Todos são agentes que podem contribuir para o aparecimento de doenças respiratórias. E a obesidade pode ser adicionada…

De acordo com investigadores do King´s College, de Londres, existe um ciclo vicioso associado à relação entre a asma e a obesidade, nas crianças. Aliás, constataram que os mais obesos tinham um maior risco de ter crises asmáticas, em especial as meninas.

Segundo os seus fundamentos, muitos asmáticos são «condenados» a hábitos sedentários. O acesso a actividades desportivas é muitas vezes «vedado» por precaução, isto é, para não agravarem a asma. Ora, consequentemente, pode verificar-se um considerável aumento do peso ou o aparecimento de obesidade.

Além do mais, os mesmos investigadores salientaram que as vias respiratórias ficam mais estreitas perante a ausência de exercício físico, o que agrava a sintomatologia da asma.  
A pesquisa mostra que o aparecimento de asma aumenta aproximadamente 50% nos indivíduos de ambos os sexos que têm excesso de peso ou obesidade, comparativamente às mulheres e homens que têm o peso normal.  

O mesmo estudo faz alusão ao facto de dois terços da população adulta norte-americana ter excesso de peso ou obesidade, sendo que 7% da população adulta sofre os efeitos daquela doença do foro respiratório. Estima também que se os obesos perdessem peso, o número de norte-americanos com asma reduzia consideravelmente, quer na infância quer na idade adulta.

MANTER A FORMA E O BOM CONDICIONAMENTO FISICO, NÃO É SOMENTE UMA QUESTÃO DE ESTÉTICA E SIM DE SAÚDE”.