Asma x Obsidade
O exercício físico, uma infecção viral, os pêlos dos animais de companhia ou as penas dos pássaros, a exposição contínua aos ácaros do pó doméstico, o fumo do tabaco e os pólenes. Todos são agentes que podem contribuir para o aparecimento de doenças respiratórias. E a obesidade pode ser adicionada…
De acordo com investigadores do King´s College, de Londres, existe um ciclo vicioso associado à relação entre a asma e a obesidade, nas crianças. Aliás, constataram que os mais obesos tinham um maior risco de ter crises asmáticas, em especial as meninas.
Segundo os seus fundamentos, muitos asmáticos são «condenados» a hábitos sedentários. O acesso a actividades desportivas é muitas vezes «vedado» por precaução, isto é, para não agravarem a asma. Ora, consequentemente, pode verificar-se um considerável aumento do peso ou o aparecimento de obesidade.
Além do mais, os mesmos investigadores salientaram que as vias respiratórias ficam mais estreitas perante a ausência de exercício físico, o que agrava a sintomatologia da asma.
A pesquisa mostra que o aparecimento de asma aumenta aproximadamente 50% nos indivíduos de ambos os sexos que têm excesso de peso ou obesidade, comparativamente às mulheres e homens que têm o peso normal.
O mesmo estudo faz alusão ao facto de dois terços da população adulta norte-americana ter excesso de peso ou obesidade, sendo que 7% da população adulta sofre os efeitos daquela doença do foro respiratório. Estima também que se os obesos perdessem peso, o número de norte-americanos com asma reduzia consideravelmente, quer na infância quer na idade adulta.
“MANTER A FORMA E O BOM CONDICIONAMENTO FISICO, NÃO É SOMENTE UMA QUESTÃO DE ESTÉTICA E SIM DE SAÚDE”.
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